Zeca Assumpção

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Zeca Assumpção
Informação geral
Nome completo José Thomaz Assumpção
Nascimento 19 de setembro de 1945 (74 anos)
Local de nascimento São Paulo
Brasil
Nacionalidade brasileiro
Gênero(s) jazz, MPB
Ocupação(ões) músico, instrumentista, compositor, arranjador
Instrumento(s) baixo acústico, baixo elétrico, contrabaixo
Período em atividade década de 1970 em diante
Afiliação(ões) Alquimia, Egberto Gismonti, Grupo Um, Luxo Artesanal Quarteto

José Thomaz de Assumpção, mais conhecido como Zeca Assumpção (São Paulo, 19 de setembro de 1945) é um contrabaixista, arranjador e compositor brasileiro.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Estudou música, arranjo e composição no Berklee College of Music, em Boston,[1] tendo como professores, entre outros: John Neves, William Curtis, Herb Pomeroy, Ron Mclure, Gary Burton.[1]

Posteriormente, já no Brasil, gravou para rádio, TV, cinema, teatro. > Participou do trabalho de Egberto Gismonti durante aproximadamente 20 anos. Em duo, com o grupo Academia de Danças, e outras formações, atuou em vários discos e muitas turnês pela Europa, Estados Unidos, América do Sul e Japão.

Tocou e/ou gravou no início de sua carreira com Hermeto Pascoal (por alguns anos) e, posteriormente, também com Victor Assis Brasil, Egberto Gismonti, John Scofield, Nelson Ayres, Claudio Roditi, Joyce, Wagner Tiso, Elis Regina, João Bosco, Lucio Alves, Chico Buarque, Robertinho Silva, Michel Legrand, Caetano Veloso, Gal Costa, Ná Ozzetti, Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Luis Bacalov, Benny Carter, Dorival Caymmi, Ryuichi Sakamoto, Jaques Morelembaum, Marlui Miranda, José Miguel Wisnick, entre outros.

Foi fundador do “Grupo Um” com Lelo Nazário e Zé Eduardo Nazário.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • 1981 – eleito melhor contra-baixista brasileiro pela revista “Playboy”
  • 1982 – eleito melhor contra-baixista de jazz do país, pela “Sociedade Brasileira de Jazz”

Criou as trilhas para as coreografias “Ma” , “Folia II ” e “Aquilo de que somos feitos” de Lia Rodrigues.

  • 1996 - indicação para o Prêmio Mambembe (Integração de linguagens música/dança em “Folia II “ )
  • 2000 - vencedor do prêmio RioDança (Prefeitura do Rio de Janeiro) na categoria trilha sonora na criação de Lia Rodrigues “Aquilo de que somos feitos”
  • Trilha sonora dos longa-metragem “Barrela” de Marco Antonio Cury, “Matou a familia e foi ao cinema” de Neville de Almeida e para o documentário “Amazon Encounter” sobre o encontro internacional dos Índios no Xingu.
  • Prêmio de melhor trilha sonora no 23º Festival de Cinema de Brasília, com o filme “Barrela.”

Atualmente, Zeca Assumpção, viaja pelo Brasil tocando com diversos artistas. Ele se divide principalmente entre o Rio de Janeiro e São Paulo, onde destaca-se o trabalho com a pianista Heloísa Fernandes e o percussionista Ari Colares.[carece de fontes?]

Referências