Alminhas

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Alminhas Samardã.jpg

As Alminhas são padrões de culto das almas do Purgatório, hoje consideradas património artístico-religioso. São pequenos altares onde se pára um momento para deixar uma oração e, por vezes uma esmola pelas almas. É frequente encontrar velas e lamparina acesas, deixadas pelas pessoas que passam no local, ou mesmo oferendas de flores.

Não são conhecidos registos escritos destes memoriais antes do século XIX, no entanto, podem encontrar-se exemplares de alminhas que remontam ao século XVIII. Formalmente, este painéis representam sempre as almas do purgatório em agonia, podendo representar anjos, São Miguel, a Virgem, Cristo ou Santos resgatando as almas.

Geralmente, as alminhas são erguidas em encruzilhadas, quase sempre em caminhos rurais, em matas ou perto de cursos de água, na entrada das pontes. Também é possível encontrar alminhas junto às estradas nacionais. As alminhas podem ser incrustadas em velhos muros ou na frontaria de casas e podem ser construídas em diversos materiais.

Aos diferentes estilos de alminhas pode se dar o nome de:

  • colunas de granito
  • capelinhas
  • nichos
  • estelas

Um painel pintado a óleo, ou de azulejo, representa as almas do purgatório. No distrito de Aveiro as aras votivas eram chamadas de "alminhas dos mouros" ou "almas dos mouros".[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Alminhas
  • As Alminhas [1]
  • Alminhas - A Saga da Preservação[2]
  • Alminhas[3]]

Referências[editar | editar código-fonte]

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