André Sant'Anna

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André Sant’Anna (Belo Horizonte, 1964), filho do escritor Sérgio Sant’Anna é, também, um escritor brasileiro e trabalha, atualmente, como roteirista de publicidade, cinema e televisão. Anteriormente, era contrabaixista do grupo Tao e Qual, nos anos 1980, além de compositor.

Índice

[editar] Vida

André Sant’Anna morou boa parte de sua vida no Rio de Janeiro, porém viajava constantemente para São Paulo. Hoje, mora definitivamente na maior capital do Brasil, presenteando-nos com seu trabalho de escritor e roteirista.

Na década de 1980, André era contrabaixista e compositor da banda chamada Tao e Qual,[1] no Rio de Janeiro, apresentando-se em várias cidades do Brasil, e nela permaneceu até o inicio da década de 1990. Sua inclinação para a música era muito maior que para a literatura em si, porém enveredou pelo caminho das letras no decorrer da década de 1990, até como conseqüência de seu trabalho como músico.

[editar] Carreira e estilo

Seu primeiro livro, Amor, 1998, trouxe seus primeiros pensamentos como escritor e, também, seu estilo, para o mundo literário. Logo depois, em 1999, presenteia-nos com a sua segunda obra, intitulada Sexo. Sua produção literária inicial é bastante afluente e, dois anos depois, lança seu terceiro livro, Amor e outras histórias, 2001.

Trabalhar como publicitário garantiu ao autor uma enorme experiência em observar o público, pois precisava criar mensagens diretas e simples para que fossem bem compreendidas. Sexo, seu primeiro trabalho, possui uma linguagem mista, direta e fantasiosa, descrições de situações reais, resquícios da publicidade dentro de si mesmo.[2]

Suas leituras eram totalmente diferentes daquelas pedidas em sala de aula, quando ainda aluno regular do Ensino básico. Graças a seu pai, André enveredou por outras páginas, descobrindo autores como Nelson Rodrigues e José Agrippino de Paula, os quais o influenciaram, fazendo nascer um estilo debochado e irreverente, até mesmo ácido pelas palavras fortes que utiliza; um verdadeiro denunciante da problemática que nos rodeia.

Simples e despretensioso, André vê a crítica literária feita nos jornais e revistas de grande circulação no país algo 'abaixo da crítica literária' verdadeira. Para ele, crítica literária é a que se faz dentro das salas de aula de uma boa instituição universitária e boa parte dela deveria ser publicada. Como os veículos de massa não oferecem mais espaço para que tal ocorra, o que se tem é uma crítica rápida, sem profundidade, para que a leitura seja consumida rapidamente por todos, sem 'verdadeiramente criticar' e saber o que se está lendo.[2]

[editar] Obras

  • Amor, 1998
  • Sexo, 1999
  • Amor e outras histórias, 2001
  • O paraíso é bem bacana, 2006
  • Inverdades, 2009

Referências

[editar] Ligações externas

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