Barsina

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Barsina (ca. 363 a.C.309 a.C.) foi amante de Alexandre, o Grande.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Barsina era filha de Artabazo II[1] e foi capturada em Damasco, vindo a tornar-se amante de Alexandre, a quem deu um filho, Héracles, em 327 a.C..

Quando Alexandre se casou com Barsina, ele arrumou o casamento de vários de seus oficiais com mulheres persas; Ptolemeu, o futuro faraó do Egito, ficou com Apama e Eumenes com outra Barsina, ambas irmãs de Barsina.[1]

Quando Alexandre se casou com Roxana, ela retirou-se para Pérgamo. Quando Héracles, filho de Alexandre e Barsina, fez dezessete anos, Poliperconte o chamou,[2] supostamente para colocá-lo como rei dos macedónios.[3] Poliperconte e Cassandro se prepararam para uma batalha, próxima de Stymphaleum, e Cassandro temeu que os macedónios desertassem para Héracles.[4] Cassandro enviou uma embaixada a Poliperconte, em que propôs que este assassinasse Héracles,[5] e, após o assassinato, entregou a Poliperconte 4.000 soldados macedónios de infantaria e 500 cavaleiros da Tessália.[6]

Referências

  1. a b Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Eumenes, 1.3
  2. Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro XX, 20.1
  3. Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro XX, 20.2
  4. Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro XX, 28.1
  5. Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro XX, 28.2
  6. Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro XX, 28.3
  • BOWDER, Diana - "Quem foi quem na Grécia Antiga", São Paulo, Art Editora/Círculo do Livro S/A, s/d


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