Casa da Cascata

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Fallingwater
Registro Nacional de Lugares Históricos
Marco Histórico Nacional dos EUA
Fallingwater House (ou Casa Kaufmann ou Casa da Cascata) (1936), Pensilvânia
Casa da Cascata está localizado em: Pensilvânia
Localização: Stewart Township
 Pensilvânia
 Estados Unidos
Cidade mais próxima: Pittsburgh
Coordenadas: 39° 54′ N 79° 27′ W
Construído/Fundado: 1939 (75 anos)
Arquiteto: Frank Lloyd Wright
Estilo(s): Arquitetura orgânica
Administração: Western Pennsylvania Conservancy
Adicionado ao NRHP: 23 de julho de 1974 (39 anos)
Nomeado NHL: 11 de maio de 1976 (37 anos)
Registro NRHP: 74001781

Considerada uma das mais famosas casas do mundo, a Casa da Cascata (em inglês: Fallingwater house) ou Casa Kaufmann (nome da família de seu primeiro proprietário) é uma residência localizada 50 milhas a sudeste de Pittsburgh, em Bear Run, na Estrada Rural 1, secção Mill Run de Stewart Township, Condado de Fayette, nas Laurel Highlands dos Montes Allegheny, Estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

O edifício foi projetado em 1934 pelo arquitecto Frank Lloyd Wright, considerado o introdutor da arquitectura moderna no seu país, e construída em 1936 no sudoeste rural da Pensilvânia. No entanto, a sua principal característica é o facto de ter sido erguida parcialmente sobre uma pequena queda de água, servindo-se dos elementos naturais ali presentes (como pedras, vegetação e a própria água) como constituintes da composição arquitectónica. Assim como várias outras obras de Wright, foi construída com materiais experimentais para a época.

O proprietário era o homem de negócios Edgar Kaufmann Sr., cujo filho Edgar Jr. fora aluno de arquitectura de Wright. Foi construída no meio dum bosque, no interior duma propriedade da família. Originalmente utilizada como residência de veraneio da família, a casa hoje é um museu.

História[editar | editar código-fonte]

Vista exterior da Casa da Cascata.

Edgar Kaufmann Sénior foi um bem sucedido homem de negócios de Pittsburgh e fundador da loja de departamentos Kaufmann's. O seu filho, Edgar Kaufmann, Jr., estudou arquitectura com Wright brevemente.

Edgar Sr. tinha sido levado pelo seu filho e por Wright a pormenorizar os custos da sua utópica cidade modelo. Quando o estudo ficou completo, foi exposto na loja de departamentos Kaufmann’s e Wright foi um convidado na casa de Kaufmann, “La Tourelle”, uma obra-prima franco-normanda que o célebre arquitecto local Benno Janssen (1874-1964) tinha criado para Edgar J. Kaufmann, no elegante subúrbio de Fox Chapel, em 1923. Os Kaufmanns e Wright apreciavam bebidas refrescantes em La Tourelle quando Wright, que nunca perdia uma oportunidade para encantar um potencial cliente, disse a Edgar Jr,. num tom de voz que o seu pai pudesse ouvir, "Edgar, esta casa não é digna dos seus pais…" A observação despertou o interesse de Kaufmanns para algo mais digno. A Casa da Cascata seria o resultado final.

Os Kaufmanns possuiam algumas propriedads fora de Pittsburgh com uma queda de água e algumas cabanas. Quando as cabanas nos seus campos se tinham deteriorado ao ponto de algo precisar de ser reconstruído, o Sr. Kaufmann contactou Wright.

Em Novembro de 1934, Wright visitou Bear Run. Pediu um mapa mapa topográfico da área em volta da queda de água, o qual recebeu em Março de 1935. Este mapa foi preparado pela Fayette Engineering Company de Uniontown e incluiu todos os rochedos, árvores e topografia. Demorou nove meses para que as suas ideias para o sítio se cristalizassem num projeto que rapidamente foi esboçado por Wright a tempo para uma visita de Kaufmann a Taliesin East em Setembro de 1935[1] [2] . Foi então que Kaufmann tomou consciência que o projeto de Wright previa que a casa fosse construída por cima da cascata[3] , em vez de abaixo da mesma como tinha esperado[4] .

Projeto e construção[editar | editar código-fonte]

Vista da casa sobre a cascata.

O projeto estrutural da Casa da Cascata foi empreendido por Wright em associação com Mendel Glickman e William Wesley Peters, que tinha sido responsável pelo projeto das revolucionárias colunas que foram um elemento do projeto de Wright para o Johnson Wax Building.

Planos preliminares foram emitidos a Kaufmann para aprovação no dia 15 de Outubro de 1935[5] , após o que Wright fez mais uma visita ao local e previu um custo estimado para o seu cliente. Em Dezembro de 1935 foi aberta uma velha pedreira a oeste da água para fornecer as pedras necessárias para as paredes da casa. Wright apenas fez visitas periódicas ao sítio durante a construção, designando Robert Mosher, que era um dos seus aprendizes, como seu representante permanente no local[5] . Os projetos finais do trabalho foram emitidos por Wright em Março de 1936, com as obras a começar na ponte e na casa principal em Abril desse ano.

A construção foi atormentada por conflitos entre Wright, Kaufmann e o empreiteiro da construção. O edifício está feito de tal forma que as quedas de água podem ser ouvidas do seu interior, mas as quedas só podem ser vistas quando se está de pé na varanda do piso mais alto. Este tipo de mistério de arquitectura geométrica intrigou mesmo o próprio arquitecto Wright.

Kaufmann mandou rever o projeto de Wright a uma firma de engenheiros consultores pondo em dúvida se Wright tinha experiência suficiente no uso de betão armado. Depois de receber o relatório, Wright ficou ofendido e pediu imediatamente a Kaufmann a devolução dos seus desenhos e indicou que se retirava do projeto. Kaufmann pediu desculpas e o relatório de engenharia foi posteriormente enterrado dentro duma parede de pedra da casa[5] .

Depois duma visita ao local, Wright rejeitou, em Junho de 1936, o trabalho de betão para a ponte, a qual teve que ser reconstruída.


Para os pavimentos em consola, Wright e a sua equipa usou vigas integrais invertidas com a placa plana na face inferior formando o tecto do espaço abaixo. O empreiteiro, Walter Hall, que também era engenheiro, produziu cálculos independentes e defendeu que se devia aumentar o reforço da placa do primeiro andar. Wright rejeitou o empreiteiro. Enquanto algumas fontes afirmam que foi o empreiteiro que, silenciosamente, dobrou a quantidade de reforço[6] , de acordo com outras[5] , foi a pedido de Kaufmann que os seus engenheiros consultores redesenharam o reforço de Wright e dobraram a quantidade de aço especificado por Wright. Este aço adicional não só acrescentou peso à placa como foi instalado tão próximo que o concreto muitas vezes não conseguia preencher adequadamente o espaço entre o aço, o que enfraqueceu a placa. Além disso, o empreiteiro não construiu uma ligeira inclinação ascendente na cofragem para a consola compensar a adaptação e a sua deflecção depois do betão ter secado e da cofragem ter sido removida. Como resultado, a consola desenvolveu um abatimento perceptível. Ao tomar conhecimento disto, Wright substituiu temporariamente Mosher por Edgar Tafel[7] .

Os engenheiros consultores, com a aprovação de Kaufmann, fizeram que o empreiteiro instalasse uma parede de apoio sobre a principal viga de suporte para o terraço oeste. Quando Wright discobriu isso durante uma visita ao local, fez com que Mosher, discretamente, removesse a linha superior de pedras. Quando Kaufmann, mais tarde, confessou o que tinha sido feito, Wright mostrou-lhe o que Mosher tinha feito e salientou que a consola se tinha mantido em teste, sob carga, durante o mês anterior sem o apoio da parede[8] .

Em Outubro de 1937 a casa principal estava concluída.

Custo[editar | editar código-fonte]

Na época da sua construção, a Casa da Cascata custou um total de 155.000 dólares[9] , repartidos da seguinte forma[1] : 75.000 para a casa, 22.000 para os acabamentos e mobiliário, 50.000 para casa de hóspedes, garagem e alojamentos dos criados e 8.000 para os honorários do arquitecto. Contando com a inflacção, estes custos traduzem-se em cerca de 2,4 milhões de dólares em 2010[10] .

Uso da casa[editar | editar código-fonte]

A Casa da Cascata foi a casa de fim-de-semana da família entre 1937 e 1963. Nesse ano, Kaufmann, Jr. doou a propriedade ao Western Pennsylvania Conservancy. Em 1964, o edifício foi aberto ao público como museu e, desde então, mais de seis milhões de pessoas já visitaram a casa. Actualmente, recebe mais de cento e vinte mil visitantes por ano[9] .

Estilo[editar | editar código-fonte]

Vista geral do edifício.

A Casa da Cascata ergue-se como uma das maiores obras-primas de Wright tanto pelo seu dinamismo como pela sua integração com a impressionante envolvência natural. A paixão de Wright pela arquitectura japonesa foi fortemente reflectida no projeto da Casa da Cascata, particularmente na importancia da interpenetração dos espaços interiores e exteriores e na forte ênfase colocada na harmonia entre o homem e a natureza. Tadao Ando disse uma vez: "Eu penso que Wright aprendeu o mais importante aspecto da arquitectura, o tratamento de espaço, da arquitectura japonesa. Quando visitei a Casa da Cascata na Pensilvânia, encontrei essa mesma sensibilidade de espaço. Mas havia ali os sons adicionais da natureza que me atrairam"[11] .

A extensão do génio de Wright em integrar cada detalhe deste projeto apenas pode ser sugerido nas fotografias. Esta residência privada organicamente projetada foi pensada para ser um refúgio natural para os seus proprietários. A casa é bem conhecida pela sua ligação com o lugar: está construída no topo duma queda de água activa que corre por baixo da casa. A lareira com fogão a lenha na sala de estar é composta por rochedos encontrados no sítio e sobre os quais a casa foi construída — um conjunto de pedras que foi deixado no local sobressai ligeiramente aravés do pavimento da sala de estar. Wright tinha pensado inicialmente que estas rochas seriam cortadas rente ao chão, mas este tinha sido um dos pontos favoritos da família para apanhar sol, pelo que o Sr. Kaufmann insistiu que fossem deixadas como estavam. Os pavimentos de pedra foram encerados, enquanto o fogão de lenha foi deixado ao natural, dando a impressão de rochas secas sobressaindo dum riacho.

Interior da Casa da Cascata, com uma área de estar, à esquerda, com mobiliário projetado por Wright.

A integração com o cenário estende-se até aos pequenos detalhes. Por examplo, onde o vidro encontra as paredes de pedra não existe friso de metal; em vez disso, o vidro é calaftado directamente na pedra. Existem escadas que descem directamente para a água. Na "ponte" que liga a casa principal ao edifíco dos hóspedes e dos criados, uma rocha natural pinga água para dentro, a qual é então directamente devolvida. Os quartos são pequenos, alguns mesmo com tectos baixos, talvez para encorajar as pessoas a sairem para as áreas sociais abertas, molhes e espaços exteriores.

O riacho activo (que pode ser ouvido constantemente por toda a casa), redondezas imediatas e paredes e terraços em consola de pedra extraida localmente (lembrando as formações rochosas vizinhas) destinam-se a estar em harmonia, em linha com o interesse de Wright em fazer edifícios que eram mais orgânicos e os quais, desse modo, pareciam estar mais envolvidos com as redondezas. Apesar da queda de água poder ser ouvida por toda a casa, não pode ser vista sem se sair ao exterior. O projeto incorpora amplas extensões de janelas e as varandas estão fora da salas principais dando uma sensação de proximidade das redondezas. O clímax experiencial ao visitar a casa é uma escadaria interior que desce da sala de estar permitindo um acesso directo à correnteza abaixo da casa.

Vista do exterior.

As opiniões de Wright sobre o que devia ser a entrada têm sido questionadas; ainda, a porta que Wright considerava ser a porta principal está escondida num canto e é bastante pequena. A ideia de Wright para a grande fachada desta casa é a da perspectiva de todas as famosas fotografias do edifício, olhando para cima a partir do riacho, vendo o canto oposto à entrada principal.

Na encosta acima da casa principal existe uma coberta para quatro carros (apesar dos Kaufmanns terem pedido uma garagem), alojamentos para os criados e um quarto de hóspedes. Este edifício exterior anexo foi construído um ano depois usando a mesma qualidade de materiais e a mesma atenção aos detalhes da casa principal. Logo acima fica uma pequena piscina de seis pés de profundidade, continuamente alimentada por água natural, a qual depois flui para o riacho abaixo. Através dum truque visual comparando as paredes da piscina com a paisagem mais além, a piscina parece não ter nível, embora, de facto, o tenha. A coberta foi, sob direcção de Kaufmann, Jr., fechada posteriormente para ser usada pelos visitantes da Casa da Cascata, que geralmente se reunem ali no final das visitas guiadas. Kaufmann, Jr. projetou ele próprio os interiores, mas com as especificações encontradas noutros interiores da casa projetados por Wright.


Problemas estruturais[editar | editar código-fonte]

As fortes linhas horizontais e verticais são um elemento distintivo da Casa da Cascata.

O sistema estrutural da Casa da Cascata inclui uma série de varandas muito arrojadas em contilever em concreto (betão) armado; no entanto, a casa teve problemas desde o início. Inclinações pronunciadas das consolas de betão foram noticiadas logo que a cofragem (formas) foi removida na fase de construção[12] .

O Western Pennsylvania Conservancy conduziu um intenso programa para preservar e restaurar a Casa da Cascata. Entre 1988 e 2004 a firma de arquitectura e engenharia sediada em Nova York WASA/Studio A foi responsável pela conservação dos materiais do edifício. Durante este período, a firma reviu os documentos originais de construção e posteriores documentos e relatórios de reparação; avaliou condições e sondagens; analisou materiais seleccionados; projetou uma nova cobertura e prova de água de telhados e terraços; especificou o restauro para a armação em aço de portas e janelas; reconstruiu construções com falhas em concreto; restaurou a alvenaria; analisou acabamentos de pintura interior; especificou a metodologia de remoção de tintas interiores e voltou a pintar; projetou métodos de reparação para concreto e estuque e desenvolveu um novo sistema de revestimento para o mesmo. A WASA/Studio A produziu uma condição de acesso gráfico constituído por 178 desenhos CAD medidos e um plano mestre para restauro. Quando a equipe tinha preparado os documentos da primeira de quatro fases de construção, estes foram distribuídos e comentados por um grupo de sete pares revisores, culminando numa apresentação pública de cinco horas no Carnegie Museum, em Pittsburgh.

Com o objetivo de desenvolver o novo sistema de revestimento de concreto, a WASA/Studio A avaliou três diferentes métodos de extração de pinturas ambientalmente contidas e aproximadamente 120 amostras aplicadas por diferentes fabricantes de tintas num período de testes que durou mais de um ano. A nova cobertura de telhados e o novo sistema à prova de água obrigou a trabalhar de perto com três fabricantes de membranas de coberturas diferentes, tendo todos eles concordado em fornecer garantias. Na verdade, com a conclusão da cobertura e a impermeabilização, o edifício está praticamente livre de infiltrações pela primeira vez em sua história. Questões de condensação sob as membranas de cobertura resultaram da falta duma adequação térmica [13] .

As consolas na Casa da Cascata.

O trabalho estrutural, feito sob a supervisão de Louis D. Astorino, de Pittsburgh, foi concluído em 2002. Isto envolveu um estudo detalhado dos desenhos originais, observando e modelando o comportamento da estrutura e só depois desenvolvendo e implementando um plano de reparação.

O estudo indicou que o projeto estrutural original e elaboração do plano tinha sido apressado e as consolas tinham sido reforçadas duma forma significativamente inadequada. De acordo com o originalmente projetado por Wright, as consolas não teriam supprtado o seu próprio peso[6] .

O esquema de reparação de 2002 obrigou a suportar temporariamente a estrutura; uma cuidadosa e selectiva remoção do pavimento; pré-esforçar as consolas por baixo do pavimento e depois restaurar o chão acabado[6] .

Devido ao ambiente húmido directamente sobre águas correntes, a casa também tinha problemas de mofo. O Kaufmann mais velho chamou à Casa da Cascata "um edifício dos sete baldes" pelas suas fugas e alcunhou-a de "Rising Mildew (algo como "Nascente de Mildiu")[14] .

A Casa da Cascata nos meios de comunicação social[editar | editar código-fonte]

Elogiada pela Time magazine, pouco depois da sua conclusão como "o mais belo trabalho" de Wright[15] , também está listada na Life List de 28 lugares "a visitar antes que... seja tarde demais" da revista Smithsonian[16] . A Casa da Cascata foi apresentada na produção de Bob Vila na A&E Network intitulada Guide to Historic Homes of America[17] . A casa foi designada como um National Historic Landmark em 1966 [18] . Em 1991, membros do Instituto Americano de Arquitectos (AIA) nomeou a casa como o "melhor trabalho de todos os tempos da arquitectura americana" e, em 2007, foi classificada no vigésimo nono lugar na lista da Arquitectura Favorita da América de acordo com esse instituto.

Referências

  1. a b McCarter, p. 59.
  2. Toker, Franklin. Fallingwater Rising: Frank Lloyd Wright, E. J. Kaufmann, and America's Most Extraordinary House. [S.l.]: Knopf, 2003. ISBN 1-4000-4026-4
  3. "[W]hy did the client say that he expected to look from his house toward the waterfall rather than dwell above it?" Edgar Kaufmann, Jr., Fallingwater: A Frank Lloyd Wright Country House, New York: Abbeville Press, p. 31. (ISBN 0-89659-662-1)
  4. McCarter, page 7.
  5. a b c d McCarter, p. 12.
  6. a b c Feldman, Gerard C. (2005). "Fallingwater Is No Longer Falling". STRUCTURE magazine (Setembro): pp. 46–50.
  7. McCarter, pp 12 e 13.
  8. McCarter, p. 13.
  9. a b Plushnick-Masti, Ramit. "New Wright house in western Pa. completes trinity of work", Associated Press, 2007-09-27. Página visitada em 2007-10-09.
  10. "The Inflation Calculator".
  11. Tadao Ando, 1995 Laureate: Biography. The Hyatt Foundation (1995). Página visitada em 5 November 2009.
  12. Silman, Robert and John Matteo. "Repair and Retrofit: Is Falling Water Falling Down?" (PDF), Structure Magazine, 2001-07-01. Página visitada em 2007-09-20.
  13. "Fallingwater Part 2: Materials-Conservation Efforts at Frank Lloyd Wright's Masterpiece," by Pamela Jerome, Norman Weiss and Hazel Ephron © 2006 Association for Preservation Technology International (APT).http://www.jstor.org/pss/40004684
  14. (Brand 1995)
  15. Usonian Architech. TIME magazine 17 de Janeiro de 1938. Página visitada em 2008-01-27.
  16. Smithsonian Magazine - Travel - The Smithsonian Life List. Smithsonian magazine Janeiro de 2008. Página visitada em 2008-01-27.
  17. Bob Vila (1996). "Guide to Historic Homes of America." (html). A&E Network.
  18. Fallingwater. National Historic Landmark summary listing. National Park Service. Página visitada em 2008-07-02.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Argan, Giulio Carlo; Arte moderna; São Paulo: Editora Companhia das Letras, 1992
  • Trapp, Frank. Peter Blume. [S.l.]: Rizzoli, New York, 1987.
  • Hoffmann, Donald. Frank Lloyd Wright’s Fallingwater: The House and Its History. 2nd ed. [S.l.]: Dover Publications, 1993. ISBN 0-486-27430-6
  • Brand, Stewart. How Buildings Learn: What Happens After They're Built. [S.l.]: Penguin Books, 1995. ISBN 0-14-013996-6
  • McCarter, Robert. Fallingwater Aid (Architecture in Detail). [S.l.]: Phaidon Press, 2002. ISBN 0-7148-4213-3
  • Edgar Kaufmann, Jr., Fallingwater: A Frank Lloyd Wright Country House (Abbeville Press 1986)
  • Robert McCarter, Fallingwater Aid (Architecture in Detail) (Phaidon Press 2002)
  • Franklin Toker, Fallingwater Rising: Frank Lloyd Wright, E. J. Kaufmann, and America's Most Extraordinary House (Knopf, 2005)
  • Lynda S. Waggoner e o Western Pennsylvania Conservancy, Fallingwater: Frank Lloyd Wright's Romance With Nature (Universe Publishing 1996)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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