Caxinguelê

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Como ler uma caixa taxonómicaCaxinguelê
Sciurus aestuans.jpg

Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Sciuridae
Subfamília: Sciurinae
Tribo: Sciurini
Género: Sciurus
Espécie: S. aestuans
Nome binomial
Sciurus aestuans
Linnaeus, 1766
Sinónimos
  • S. a. aestuans
  • S. a. alphonsei
  • S. a. garbei
  • S. a. georgihernandezi
  • S. a. henseli
  • S. a. ingrami
  • S. a. macconnelli
  • S. a. poaiae
  • S. a. quelchii
  • S. a. venustus

O caxinguelê (Sciurus aestuans), também chamado de serelepe, é uma espécie de esquilo florestal que mede cerca de vinte centímetros de comprimento. É endêmico da América do Sul, podendo ser encontrado no Brasil. É o único esquilo dos Pampas. Esses pequenos animais vivem sozinhos ou em pares e podem viver até quinze anos, atingindo a maturidade sexual com um ano de idade. A fêmea fica prenha uma vez por ano e tem de um a dois filhotes. Além das copas altas, o caxinguelê escolhe locais onde exista vegetação de idade avançada, para que haja ocos nas árvores, onde habitam, reproduzem-se, guardam os filhotes e estocam comida.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Caxinguelê" é oriundo do termo quimbundo kaxinjiang'elê, que significa "rato de palmeira"1 .

Citação na cultura brasileira[editar | editar código-fonte]

Na música "Capim Guiné", de letra e música de Wilson Aragão, mas mais conhecida na interpretação de Raul Seixas, o caxinguelê é citado no verso: "Com cara de veado que viu caxinguelê"2 .

Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.376
  2. http://letras.terra.com.br/raul-seixas/90581/
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