Parentesco

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Relações de parentesco em português. Os sistemas terminológicos de parentesco podem ser completamente diferentes de uma sociedade a outra. Dentro dessa classificação antropológica, o sistema lusófono corresponde ao sistema esquimau de parentesco.

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São parentes[editar | editar código-fonte]

Por consanguinidade[editar | editar código-fonte]

Por afinidade[editar | editar código-fonte]

Sócio-afetividade[editar | editar código-fonte]

O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Social e espiritualmente este pai a concebeu como filha. É também o caso dos chamados “pais de criação”, que assumem a paternidade de criança que sabem não serem pais, mas a tratam como se filha fosse.

Cada vez mais os juízes estão destacando a importâternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pesternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Ssoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Sncia do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afasta a possibilidade de se reconhecer o outro.

Assim, mesmo que determinada pessoa não seja pai biológico dternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Sa outra, pode conseguir o reconhecimento da paternidade caso esteja presente a afetividade.

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

ternidade levam em conta principalmente a afetividade.

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Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Suturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003

  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
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Relações de parentesco em português. Os sistemas terminológicos de parentesco podem ser completamente diferentes de uma sociedade a outra. Dentro dessa classificação antropológica, o sistema lusófono corresponde ao sistema esquimau de parentesco.

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São parentes[editar | editar código-fonte]

Por consanguinidade[editar | editar código-fonte]

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Sdo grau)

Por afinidade[editar | editar código-fonte]

Sócio-afetividade[editar | editar código-fonte]

O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta printernidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Scipalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da ternidade levam em conta principalmente a afetividade.

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Cada vez mais os juízes estão destacando a importância do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afaternidade levam em conta principalmente a afetividade.

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Assim, mesmo que determinada pessoternidade levam em conta principalmente a afetividade.

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O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Sternidade levam em conta principalmente a afetividade.

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O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Sternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Sternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. S

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

Relações de parentesco em uma árvore genealógica

Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • RADCLIFFE-BROWN, A.R. - Structure and Function in Primitive Society, 1952
  • LÉVI-STRAUSS, Claude - As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003
  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
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Relações de parentesco em português. Os sistemas terminológicos de parentesco podem ser completamente diferentes de uma sociedade a outra. Dentro dessa classificação antropológica, o sistema lusófono corresponde ao sistema esquimau de parentesco.

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São parentes[editar | editar código-fonte]

Por consanguinidade[editar | editar código-fonte]

Por afinidade[editar | editar código-fonte]

Sócio-afetividade[editar | editar código-fonte]

O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Social e espiritualmente este pai a concebeu como filha. É também o caso dos chamados “pais de criação”, que assumem a paternidade de criança que sabem não serem pais, mas a tratam como se filha fosse.

Cada vez mais os juízes estão destacando a importância do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afasta a possibilidade de se reconhecer o outro.

Assim, mesmo que determinada pessoa não seja pai biológico da outra, pode conseguir o reconhecimento da paternidade caso esteja presente a afetividade.

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

Relações de parentesco em uma árvore genealógica

Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas :0

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • RADCLIFFE-BROWN, A.R. - Structure and Function in Primitive Society, 1952
  • LÉVI-STRAUSS, Claude - As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003
  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
Ícone de esboço Este artigo sobre sociologia ou um sociólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Relações de parentesco em português. Os sistemas terminológicos de parentesco podem ser completamente diferentes de uma sociedade a outra. Dentro dessa classificação antropológica, o sistema lusófono corresponde ao sistema esquimau de parentesco.

ccjfhasdjklflh sudfisdhil

São parentes[editar | editar código-fonte]

Por consanguinidade[editar | editar código-fonte]

Por afinidade[editar | editar código-fonte]

Sócio-afetividade[editar | editar código-fonte]

O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Social e espiritualmente este pai a concebeu como filha. É também o caso dos chamados “pais de criação”, que assumem a paternidade de criança que sabem não serem pais, mas a tratam como se filha fosse.

Cada vez mais os juízes estão destacando a importância do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afasta a possibilidade de se reconhecer o outro.

Assim, mesmo que determinada pessoa não seja pai biológico da outra, pode conseguir o reconhecimento da paternidade caso esteja presente a afetividade.

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

Relações de parentesco em uma árvore genealógica

Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • RADCLIFFE-BROWN, A.R. - Structure and Function in Primitive Society, 1952
  • LÉVI-STRAUSS, Claude - As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003
  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
Ícone de esboço Este artigo sobre sociologia ou um sociólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Relações de parentesco em português. Os sistemas terminológicos de parentesco podem ser completamente diferentes de uma sociedade a outra. Dentro dessa classificação antropológica, o sistema lusófono corresponde ao sistema esquimau de parentesco.

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São parentes[editar | editar código-fonte]

Por consanguinidade[editar | editar código-fonte]

Por afinidade[editar | editar código-fonte]

Sócio-afetividade[editar | editar código-fonte]

O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Social e espiritualmente este pai a concebeu como filha. É também o caso dos chamados “pais de criação”, que assumem a paternidade de criança que sabem não serem pais, mas a tratam como se filha fosse.

Cada vez mais os juízes estão destacando a importância do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afasta a possibilidade de se reconhecer o outro.

Assim, mesmo que determinada pessoa não seja pai biológico da outra, pode conseguir o reconhecimento da paternidade caso esteja presente a afetividade.

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

Relações de parentesco em uma árvore genealógica

Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • RADCLIFFE-BROWN, A.R. - Structure and Function in Primitive Society, 1952
  • LÉVI-STRAUSS, Claude - As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003
  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
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Por consanguinidade[editar | editar código-fonte]

Por afinidade[editar | editar código-fonte]

Sócio-afetividade[editar | editar código-fonte]

O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Social e espiritualmente este pai a concebeu como filha. É também o caso dos chamados “pais de criação”, que assumem a paternidade de criança que sabem não serem pais, mas a tratam como se filha fosse.

Cada vez mais os juízes estão destacando a importância do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afasta a possibilidade de se reconhecer o outro.

Assim, mesmo que determinada pessoa não seja pai biológico da outra, pode conseguir o reconhecimento da paternidade caso esteja presente a afetividade.

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

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Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas :0

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • RADCLIFFE-BROWN, A.R. - Structure and Function in Primitive Society, 1952
  • LÉVI-STRAUSS, Claude - As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003
  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
Ícone de esboço Este artigo sobre sociologia ou um sociólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Relações de parentesco em português. Os sistemas terminológicos de parentesco podem ser completamente diferentes de uma sociedade a outra. Dentro dessa classificação antropológica, o sistema lusófono corresponde ao sistema esquimau de parentesco.

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Sócio-afetividade[editar | editar código-fonte]

O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Social e espiritualmente este pai a concebeu como filha. É também o caso dos chamados “pais de criação”, que assumem a paternidade de criança que sabem não serem pais, mas a tratam como se filha fosse.

Cada vez mais os juízes estão destacando a importância do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afasta a possibilidade de se reconhecer o outro.

Assim, mesmo que determinada pessoa não seja pai biológico da outra, pode conseguir o reconhecimento da paternidade caso esteja presente a afetividade.

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

Relações de parentesco em uma árvore genealógica

Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • RADCLIFFE-BROWN, A.R. - Structure and Function in Primitive Society, 1952
  • LÉVI-STRAUSS, Claude - As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003
  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
Ícone de esboço Este artigo sobre sociologia ou um sociólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Relações de parentesco em português. Os sistemas terminológicos de parentesco podem ser completamente diferentes de uma sociedade a outra. Dentro dessa classificação antropológica, o sistema lusófono corresponde ao sistema esquimau de parentesco.

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O parentesco consanguíneo não é o único elemento a ser avaliado pelos juízes nas decisões sobre direito de família, especialmente quando o assunto é paternidade e parentesco. Atualmente, os critérios para avaliação da existência da paternidade levam em conta principalmente a afetividade.

O parentesco sócio-afetivo surge da aparência social deste parentesco, da convivência familiar duradoura. É, por exemplo, o pai que tem por filha determinada pessoa e em um momento de sua vida toma conhecimento de que não é pai biológico dela. Esta pessoa sempre recebeu os afetos e atenções de filha. Social e espiritualmente este pai a concebeu como filha. É também o caso dos chamados “pais de criação”, que assumem a paternidade de criança que sabem não serem pais, mas a tratam como se filha fosse.

Cada vez mais os juízes estão destacando a importância do parentesco sócio-afetivo nas decisões pertinentes ao direito de família. O entendimento moderno é de que o parentesco sócio-afetivo e o parentesco biológico são conceitos diferentes e, portanto, a ausência de um não afasta a possibilidade de se reconhecer o outro.

Assim, mesmo que determinada pessoa não seja pai biológico da outra, pode conseguir o reconhecimento da paternidade caso esteja presente a afetividade.

Graus de parentesco em uma árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

Relações de parentesco em uma árvore genealógica

Notas: Normalmente, para graus de ascendência superiores a tetravô, os genealogistas identificam como pentavô, hexavô, heptavô, octavô, eneavô, decavô, hendecavô, dodecavô, tridecavô, tetradecavô, pentadecavô, hexadecavô, heptadecavô, octadecavô, eneadecavô, icosavô e assim sucessivamente. Do mesmo modo na descendência, indentificam os parentescos como tetraneto, pentaneto, hexaneto, heptaneto, octaneto, eneaneto, decaneto, hendecaneto, dodecaneto, tridecaneto, tetradecaneto, pentadecaneto, hexadecaneto, heptadecaneto, octadecaneto, eneadecaneto, icosaneto e assim sucessivamente.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • RADCLIFFE-BROWN, A.R. - Structure and Function in Primitive Society, 1952
  • LÉVI-STRAUSS, Claude - As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis: Vozes, 2003
  • GHASARIAN, Christian - Introduction à l'étude de la parenté. Paris: Seuil, 1996
  • MORGAN, Lewis Henry - Systems of consanguinity and affinity of the human family. Lincoln: University of Nebraska Press, 1997
  • FOX, Robin - Parentesco e casamento: uma perspectiva antropológica. Lisboa: Vega, 1986
  • AUGÉ, Marc; AGHASSIAN, Michel; GRANDIN, Nicole - Os domínios do parentesco: filiação, aliança matrimonial, residência. Lisboa: Edições 70, 1975.
Ícone de esboço Este artigo sobre sociologia ou um sociólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.