Degradê

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Exemplos de degradês lineares com 2 e 3 cores, respectivamente.

Degradê (do francês dégradé) ou gradiente de cor é uma sequência de tons contínuos, podendo ser limitado ou ilimitado. Ou seja, é a área onde duas ou mais cores são sobrepostas, cada uma com suas intensidades, formando uma transição suave entre as cores, no sentido de apresentar aspecto em 3D.

A tonalidade degradê representa a variação de cores que vai das mais fortes às mais suaves. Sendo uma técnica da pintura sacra muito antiga, no sentido de fazer a expressão facial das figuras dos santos em Imagem 3D, muito utilizada na Idade Média. Nesse sentido as pinturas mais fortes e/ou escuras ficam na parte mais elevada da expressão facial mais próximas do observador e as mais claras e/ou fracas na base da expressão, e/ou mais profundas da figura, possibilitando também outros aspectos dessa figura, com a nuances da cor. Dando sempre na forma artística o aspecto e/ou espectro (sensação) de 3D.

Essa técnica geralmente utiliza-se mais da Espátula em lugar do Pincel, devido a possibilidade da Espatula carregar nas cores, melhor que o Pincel geralmente suporta, dependendo do artista e da alma desse, e da forma de expressão seja essa mais grave ou suave, "diáfana" e/ou "diabólica", no sentido artístico e técnico dessas palavras.


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Na Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima em Brasília que foi uma promessa de Dona Sarah Kibitschek, para a implantação, implementação e final consolidação, da cidade de Brasília. Implantada e implementada por seu marido de 1955 a 1960. Foi utilizada essa técnica do degradê, nas bandeirinhas que se encontram em seu interior, pela professora de artes Lia Irma Eifler de Vasconcellos e seus alunos da Universidade de Brasília, dando movimento em 3D essa obra desenvolvida na inauguração o que obteve elogios de Dona Sarah e de JKO, como era conhecido seu marido.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Eifler de Vasconcellos, Lia Irma Pintura a Óleo, Suas Técnicas Editora Universidade de Brasília, 1970.
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