Dez (filme de 2002)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Dah
Ten (EUA)
Dez (PT/BR)
 Irã /  Estados Unidos /  França /  Iraque
2002 • cor • 88 min 
Direção Abbas Kiarostami
Roteiro Abbas Kiarostami
Mohsen Makhmalbaf
Elenco Amin Maher
Mania Akbari
Kamran Adl
Roya Arabshahi
Amene Moradi
Género drama, documentário, biográfico, reality show
Idioma inglês
francês
persa
árabe
Lançamento 22 de maio de 2004
Página no IMDb (em inglês)

Dah (em português: Dez) é um filme iraniano de 2002, dirigido por Abbas Kiarostami de gênero drama biográfico e documentário e com um roteiro de Mohsen Makhmalbaf e Abbas Kiarostami[1] .

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Mania Akbari é uma moça sofrida que é divorciada do marido¹²³, com quem tem um filho, chamado Amin Maher. Amin Maher mora com o pai, mas passa o dia com sua avó materna. Sua mãe sempre dá carona a pessoas no banco de passageiro, enquanto essas mulheres que sentam ao seu lado contam suas histórias, como uma senhora que senta ali e conta por que sempre vai rezar no Mausóleu de Ali Akbar, que perdeu um filho muito cedo com 12 anos e o marido muito jovem, a prostituta que também conta sua história, e o motivo de ter escolhido o mercado do sexo, a jovem que conta ter sido traída pelo seu marido que mostra seu sofrimento cortando seus cabelos, entre outros passageiros que também entram no carro (sempre sendo mulheres com exceção do filho) e contam a dificuldade de ser traída, as críticas da religião, a dificuldade de ser pai e mãe.

O filho demonstra um comportamento agressivo com a mãe, mas mesmo assim ela o ama muito, e por isso não deixa que ele a esqueça, ao longo do filme.

Ao final do filme a moça leva o filho até a casa de sua avó, assim acaba o filme.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Proibição no Irã[editar | editar código-fonte]

O filme foi proibido no Irã, em 2008, por ser considerado um filme ativista e feminista, a favor dos direitos das mulheres, algo proibido pelo Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos. Porém, várias fitas cassetes gravadas foram vendidas ilegalmente. Apesar disso a ONU, aprovou o filme e a revista Time o declarou um dos 100 melhores filmes da história.

Retransmissão no Brasil e em Portugal[editar | editar código-fonte]

No Brasil, este filme não é muito conhecido. Mas canais da parabólica como o Canal Futura e o Telecine Cult, da SKY exibiram este filme. O filme não tem dublação em português, e é legendado. Em 2007, o filme foi exibido várias vezes pelo Telecine Cult, em Portugal.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre cinema iraniano ou um cineasta iraniano, integrado ao projeto sobre Cinema, é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.