Diagnóstico genético pré-implantação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

O DGPI acrónimo de Diagnóstico Genético Pré-Implantação (pré implantacional ou pré-implantatório) é um método de diagnóstico pré-natal utilizado em técnicas de reprodução medicamente assistida e que visa prevenir a transferência de embriões portadores de graves doenças génicas, por ex. a PAF(doença dos pezinhos), ou cromossómicas, por ex. a trissomia 21(mongolismo).

Obtenção das células[editar | editar código-fonte]

As células necessárias à realização do DGPI são obtidas geralmente no terceiro dia de desenvolvimento do embrião em que este possui entre seis e doze células. Destas são recolhidas por biópsia uma a duas células que se destinam a ser analisadas.

Técnica[editar | editar código-fonte]

São utilizadas duas técnicas de DGPI: a FISH (Fluorescent "In situ" Hibridization), para detecção de patologias cromossómicas e a PCR (Polimerase Chain Reaction) para detecção de patologias génicas.

Casos na história[editar | editar código-fonte]

O primeiro bebê sem gene cancerígeno, é uma menina londrina. Foi retirado o gene BRCA1, causador de câncer de mama e ovário. As três últimas gerações da família da criança tinham diagnóstico de câncer.[1] [2]

Notas e referências

  1. Bebê nasce sem gene que gera câncer de mama. Visitado em 10/01/2009.
  2. Nasce 1° bebê sem gene cancerígeno (10/01/2009). Visitado em 10/01/2009.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre Genética é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.