GP Investments

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GP Investments, Ltd
Tipo Companhia Aberta
Indústria Private equity
Fundação 1993
Pessoas-chave Antonio Bonchristiano, (CEO), Fersen Lambranho, (CEO)
Empregados 75
Produtos Gestão de ativos em quatro classes principais: private equity, real estate, infraestrutura e investimentos líquidos
Lucro Aumento US$ 10 milhões (2012)
Faturamento Aumento US$ 78 milhões (2012)
Página oficial www.gp.com.br

A GP Investments (ou GP Investimentos) foi fundada em 1993 e, atualmente, é uma companhia com:

  1. investimentos alternativos expressivos na América Latina;
  2. atuação em gestão de recursos, principalmente em fundos de private equity;
  3. mais de US$ 5 bilhões captados de investidores de todas as partes do mundo, aplicados em 53 empresas;
  4. títulos listados na Bolsa de Luxemburgo e negociados, por meio de Certificados de Depósito de Ações (BDRs), na BM&FBovespa[1] .

A empresa tem sede em Hamilton, Bermuda, e escritórios em São Paulo (Brasil), Nova York (EUA) e Zurique (Suíça).

Histórico[editar | editar código-fonte]

1993 a 2005[editar | editar código-fonte]

A GP Investments foi fundada em 1993 com o objetivo de realizar investimentos na América Latina, na ocasião um mercado nascente de private equity.

Em 1994, a GP levantou seu primeiro fundo de investimento, com US$ 500 milhões de capital comprometido, que foi seguido pelo fundo GP Capital Partners II, de US$ 800 milhões, em 1997.

Em 2001, a companhia completou a captação de seu primeiro fundo local de private equity, no montante de R$ 130 milhões, para focar em investimentos de tecnologia. Dois anos depois, os atuais sócios-executivos, Antonio Bonchristiano e Fersen Lambranho, assumiram o controle da companhia como parte de um plano de sucessão natural e, em 2004, completaram a aquisição de 100% da GP Investments.

Desde 2005[editar | editar código-fonte]

Na metade da década de 2000, a GP Investments crescia rapidamente. Sob a nova gestão, levantou seu terceiro fundo de private equity, o GP Capital Partners III, num total de US$ 250 milhões de capital comprometido.

A companhia passou, em 2006, por uma mudança estrutural, vendendo ações ao público e criando uma base de capital permanente para futuras transações. Levantou um valor líquido de US$ 308 milhões com seu IPO em uma oferta 100% primária, tornando-se a primeira companhia de private equity listada em bolsa da América Latina. Com a abertura de capital, a GP Investments passou a realizar investimentos com recursos próprios e de terceiros, em conjunto com a família de fundos de private equity que administra.

No ano seguinte (2007), a companhia levantou seu maior fundo até hoje, com US$ 1,3 bilhão de capital comprometido, dado o crescente interesse nos mercados emergentes e nos países do BRIC, bloco composto por Brasil, Rússia, Índia e China. Também em 2007, a GP Investments emitiu títulos perpétuos de dívida, captando US$ 190 milhões, seguidos, em 2008, por mais US$ 232 milhões provenientes de uma nova oferta primária de ações (follow-on), que fortaleceu sua base permanente de capital.

Após levantar em 2010 o GP Capital Partners V, com comprometimento de capital de US$ 1,1 bilhão, a companhia passou a atuar também com investimentos imobiliários e infraestrutura, além do foco original em private equity e da participação direta e como controladora na BRZ Investimentos, que opera no negócio de asset management.

No ano de 2013, em fevereiro, a GP Investments anunciou um aumento de capital investido na Empresa Brasileira de Agregados Mineirais[2] . Em maio, adquiriu parte da suíça Apen[3] . E no final de junho, adquiriu por R$ 70 milhões um terço da rede de salões Instituto Beleza Natural[4] .

Ainda em 2013, a GP Investments concluiu, em setembro, a venda total de sua participação na empresa de educação Estácio, depois de recuperá-la. A operação deu retorno equivalente a 2,3 vezes sobre o capital investido em dólares, num período de cinco anos[5] . Mesmo com o desinvestimento bem-sucedido, a GP Investments fechou 2013 com prejuízo líquido de US$ 83,8 milhões, atribuído a efeitos da desvalorização do real que afetaram o valor de mercado dos investimentos e o desempenho das ações de empresas listadas em bolsa[6] .

Mais desinvestimentos foram feitos em 2014, reforçando o caixa da companhia. Em junho, a GP Investments anunciou a venda do controle (41%) da BR Towers à norte-americana American Tower Corporation, por cerca de US$ 250 milhões, representando um retorno bruto de 2,8 vezes o capital investido[7] . Também em junho, vendeu sua participação na Sascar para o grupo Michelin por US$ 92 milhões líquidos. Na Sascar, a GP Investments implantou sua cultura de gestão orientada a resultados, acompanhada de estratégia de crescimento e inovação tecnológica[8] .


Investimentos[editar | editar código-fonte]

A companhia investe em uma variedade de setores na América Latina, com maior foco no Brasil. Entre os mais notáveis investimentos atuais da empresa estão:

  • BHG - Brazilian Hospitality Group
  • Magnesita
  • San Antonio
  • Centauro
  • APEN
  • PAR CORRETORA (Corretora de Seguros da Caixa Econômica Federal)
  • Empresa Brasileira de Agregados Minerais S.A.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Visão Geral, acesso em 19 de junho de 2013
  2. GP Investments faz aumento de capital de R$ 100 milhões na Ebam, acesso em 19 de junho de 2013
  3. GP Investimentos compra parte da suíça Apen, acesso em 19 de junho de 2013
  4. O que o Beleza Natural fará com R$ 70 mi do GP Investments?, acesso em 13 de outubro de 2014
  5. GP Investments vende participação na rede de ensino Estácio, acesso em 13 de outubro de 2014
  6. Resultados 4T13, acesso em 13 de outubro de 2014
  7. GP Investments vende BR Towers à American Tower em negócio de R$2,18 bi, acesso em 11 de setembro de 2014
  8. Grupo Michelin fecha compra da Sascar por R$ 1,6 bilhão, acesso em 11 de setembro de 2014