Garet Garrett

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Garet Garrett (19 de fevereiro de 1878 – 6 de novembro de 1954), nascido Edward Peter Garrett, foi um jornalista e autor libertário norte-americano, que é conhecido pela sua oposição ao New Deal e ao envolvimento dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial.

Vida[editar | editar código-fonte]

Garet Garrett nasceu em 19 de Fevereiro de 1878 em Pana, Illinois, e cresceu em uma fazenda próxima a Burlington, Iowa. Ele saiu de casa ainda adolescente, encontrando trabalho como assistente de gráfica em Cleveland. Em 1898, ele se mudou para Washington, D.C., onde cobriu a administração de William McKinley como reporter, mudando o seu primeiro nome para "Garet", pronunciado por ele da mesma forma que "Garrett." Em 1900, ele se mudou para New York City, onde se tornou repórter financeiro. Por 1910, ele havia se tornado colunista financeiro para o The New York Evening Post. Em 1913, se tornou editor do The New York Times Annalist, um novo periódico financeiro semanal, e, em 1915, se juntou ao conselho editorial do The New York Times. Em 1916, aos 38, se tornou editor executivo do The New York Tribune. Em 1922, se tornou o principal escritor sobre questões econômicas para o Saturday Evening Post, posição que ocupou até 1942. De 1944 a 1950, ele editou a American Affairs, revista fundada pelo National Industrial Conference Board. Em sua carreira, Garrett foi confidente de Bernard Baruch e Herbert Hoover.

Garrett escreveu 13 livros: Where the Money Grows (1911), The Blue Wound (1921), The Driver (1922), The Cinder Buggy (1923), Satan's Bushel (1924), Ouroboros, or the Mechanical Extension of Mankind (1926), Harangue (1927), The American Omen (1928), A Bubble That Broke the World (1932), A Time Is Born (1944), The Wild Wheel (1952), The People's Pottage (1953) and The American Story (1955). O trabalho mais lido de Garrett é o The People's Pottage, que consiste de três ensaios: "The Revolution Was" retrata o New Deal como uma "revolução dentro dos padrões" que minaria a republica norte-americana. "Ex America" retrata o declínio dos valores individualistas dos Estados Unidos de 1900 a 1950. "Rise of Empire" argumenta que os Estados Unidos se tornaram um estado imperialista, incompatível com as visões de Garrett, como uma "república constitucional, representativa, de governo limitado."

Garet Garrett foi casado três vezes: com Bessie Hamilton em 1900, com Ida Irvin em 1908, e com Dorothy Williams Goulet em 1947. Ele não teve filhos. Morreu em 6 de Novembro de 1954, em sua casa em Tuckahoe, New Jersey, enquanto inspecionava as provas de "The American Story".

Trabalhos[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]