Gertrudes de Helfta
| Santa Gertrudes | |
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| Santa Gertrudes de Helfta | |
| Nascimento | 6 de janeiro de 1256 em Eisleben |
| Morte | 1302 em Helfta |
| Veneração por | Igreja Católica |
| Canonização | , 1677 por Papa Clemente XII |
| Festa litúrgica | 16 de Novembro |
Santa Gertrudes de Helfta (ou Santa Gertrudes a Grande) foi uma beneditina, mística e teóloga alemã.
Nasceu em 6 de Janeiro de 1256, em Eisleben (Alemanha). Nada é sabido sobre seus pais, donde se supõe ter sido orfã. Ainda jovem ingressou no monastério de Santa Maria em Helfta, sob a direção da abadessa Gertrudes de Hackeborn. Eventualmente é confundida com sua abadessa, motivo pelo qual em algumas imagens aparece, erradamente, segurando um báculo. Alguns estudiosos referem-se ao monastério como Cisterciense, pois foi fundado por sete irmãs da comunidade de Halberstadt.
Gertrudes dedicou-se aos estudos, tornando-se especialista em literatura e filosofia. Depois experimentou a conversão a Deus e iniciou uma caminhada de perfeição na vida religiosa, voltando seus talentos para o estudo das escrituras e teologia. Produziu numerosos textos, mas somente dois deles: Revelações do Amor Divino, parcialmente escrito com outras monjas da comunidade, e Exercícios Espirituais, permanecem conhecidos até. Teve várias experiências místicas, incluindo uma visão de Jesus, convidando-a a repousar sua cabeça em seu peito para ouvir seu coração batendo no compasso do divino amor.
Morreu em Helfta, Saxônia, em torno de 1302. Sua festa é celebrada em 16 ou 17 de Novembro, mas a data exata confunde-se com os registros da abadessa Gertrudes. Foi canonizada pelo Papa Clemente XII no ano de 1677.