Ijexá

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Ijexá em português, Ijesha em inglês (escreve-se Ijesa na ortografia Ioruba), são um sub-grupo étnico dos Iorubas.

Nação Ijexá[editar | editar código-fonte]

Ijexá é uma nação africana formada pelos escravos vindos de Ilesa na Nigéria, concentrada nas religiões Batuque e Candomblé.tendo sua base em orumila-ifá, e seus metodos adivinhatorios dos odú

Ritmo africano[editar | editar código-fonte]

O Ijexá resiste atualmente como ritmo musical presente nos Afoxés.

O Ijexá, dentro do Candomblé é essencialmente um ritmo que se toca para Orixás, Oxum[1] , Osain, Ogum, Logum-edé, Exu, Oba, Oyá-Yansan , Oxalá ,xangó ,Oxumare ,yewa ,nanâ ,Iemanja ,odé (oxossi) ,osayn , omúlu

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Ritmo suave mas de batida e cadência marcadas de grande beleza, no som e na dança. O Ijexá é tocado exclusivamente com as mãos, os aquidavis ou baquetas não são usados nesse toque, sempre acompanhado do (agogô) para marcar o compasso. O Afoxé Filhos de Gandhi da Bahia, é talvez o mais tenaz dos grupos culturais brasileiros na preservação desse ritmo.

O Afoxé Filhos de Gandhi basicamente só toca Ijexá e assim ele se mantém vivo. Herança de África, viva aqui na Latinamérica.

Na música popular o ritmo se manifesta em gravações como ¨Beleza Pura¨ de Caetano Veloso, ¨Palco¨ (versão do Acústico Unplugged) de Gilberto Gil, ¨É d´Oxum¨ de Gerônimo e Vevé Calazans, gravada por Gal Costa e por vários outros intérpretes da música brasileira. Presente também em uma música do DVD Jorge Vercilo ao vivo, no qual ele cita o ritmo. Pode se encontrar traços do ritmo em outra canções populares brasileiras, como "O que foi feito de vera, O que foi feito deverá" de Milton Nascimento. Também pode ser encontrado na música "Ijexá" , na voz de Clara Nunes.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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