Ilha James (Gâmbia)
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| Património Mundial da UNESCO | ||||
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| País | Gâmbia | |||
| Critérios | C (iii) (iv) | |||
| Referência | 761 | |||
| Coordenadas | 13° 18′ N 16° 21′ W | |||
| Histórico de inscrição | ||||
| Inscrição | 2003 (27ª sessão) | |||
| * Nome como inscrito na lista do Património Mundial. | ||||
A Ilha James, em pleno rio Gâmbia, a 30 km da foz, foi declarada Património Mundial pela UNESCO em 2003, por conter numerosos vestígios da penetração europeia em África, desde o século XV até à independência daquele país.
O rio, que é navegável por uma longa extensão, constituiu a primeira rota comercial para o interior da África ocidental e, mais tarde, uma base para o comércio de escravos. Os vestígios deste tráfico constituem, não só um importante património histórico, mas igualmente um símbolo para a Diáspora africana.
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Colónia curlandesa [editar]
Os primeiros europeus que se estabeleceram na ilha, em 1651, eram originários do Ducado da Curlândia (na atual Letónia). Na ilha, que designaram ilha de Santo André, construíram o Forte Jacob.
Os curlandeses construíram igualmente o Forte Bayona numa ilha próxima de Banjul e o Forte Jillifree em Jufureh.