InGen

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InGen Technologies
Ingen.jpg
Dados sobre publicação
Primeira Aparição O Parque dos Dinossauros
Criado por Michael Crichton
Estatísticas
Ramo de Atividade Engenharia Genética
Membros John Hammond
Peter Ludlown


A InGen[nota 1] (uma sigla inglesa para International Genetic Technologies, Inc) é uma empresa multinacional estadunidense de bioengenharia e biotecnologia fictícia da série de filmes e livros Jurassic Park.

É a empresa responsável pela pesquisa que criou os dinossauros do Sítio A (Ilha Nublar) e do Sítio B (Ilha Sorna). Ambas as ilhas (um pequeno arquipelágo no caso do Sítio B) foram "alugadas" do governo costa-riquenho. As pesquisas para a criação dos dinossauros, duraram, conforme revelado por Dennis Nedri, em torno de cinco anos.

Conforme demonstrado em um arco em The Lost World: Jurassic Park, o slogan da InGen parece ser We Make Your Future (Nós fazemos o seu futuro). Sua sede fica em Palo Alto, Califórnia.

No decorrer da leitura, o leitor notará que o foco está nas atividades e projetos desenvolvidos pela InGen, e não especificamente a "InGen" propriamente dita, visto que informações sobre esta empresa são escassas, mas suas atividades e projetos são largamente explorados no contexto dos dois livros da série, Jurassic Park e The Lost World.

Criação[editar | editar código-fonte]

Entre setembro de 1983 e novembro de 1985, John Alfred Hammond, funda a InGen Technologies.

Hammond é um magnata na época com quase setenta anos, dono da Fundação Hammond, uma instituição respeitada que cede bolsas de estudos. Sua história se confunde com a da InGen que, juntamente com um advogado Donnald Gennaro conseguiram Us$ 870.000.000,00 (oitocentos e setenta milhões de dólares) em capital de risco para financiar a fundação da InGen, e uma pesquisa altamente secreta: recriar dinossauros através de sofisticados métodos de engenharia genética e clonagem, para exibi-los em um parque temático. É provável que Hammond conseguisse mais investidores se não insistisse no total secretismo e sigilo em torno da pesquisa, e se não dissesse que o capital investido só retornaria depois de cinco anos, o que afugentava muitos possíveis investidores.

No final, Hammond conseguiu a maior parte dos recursos de conglomerados japoneses, tal como a Hamaguri e Densaka (que foram os maiores e mais ativos investidores da InGen). Segundo Gennaro, que detém 5% (cinco por cento) das ações da InGen, "os japoneses eram os únicos com paciência suficiente para esperar"…

Ilha Nublar, o Jurassic Park[editar | editar código-fonte]

Localização geogŕáfica

A Isla Nublar (Nublar pode ser traduzido como "nublada", "em meio a nuvens") está localizada a 120 milhas do Golfo de Nacoya (Costa Rica), 87,10º de longitude oeste e 9,25º de latitude norte. Está afastada 87 milhas do arquipélago Las Cinco Muertes.

Projeto Jurassic Park

A InGen compra a Ilha Nublar da Costa Rica em março de 1985 e dá início a um megaprojeto de construção de um parque de diversões. Para os costa-riquenhos (e quem quer que fosse), a ilha havia sido comprada por algum empresário norte-americano para criação de um hotel resort. Mas o que estava sendo desenvolvido ali era algo até então inimaginável.

Jurassic Park (ou Parque dos Dinossauros, em tradução adaptada de acordo com a idéia do título), seria um parque de diversões estilo "paraíso natural" onde os visitantes fariam um safari pela ilha. Mas esse não era um safari comum. Os visitantes não veriam rinocerontes, girafas, hipopótamos ou zebras, mas dinossauros. Reais, vivos e de diferentes espécies. Com essa idéia, Hammond sonhava que Jurassic Park seria "a maior atração turística que o mundo já viu"; "o maior e mais moderno parque temático de todos os tempos"!

Para que seus planos não levantassem qualquer suspeita acerca do objetivo principal (os dinossauros), alegava que a ilha estava sendo transformada em uma reserva biológica. Todas as atividades ocorrentes na ilha era mantido em sigilo absoluto, assim como as empresas contratadas para a empreitada pouco sabiam sobre o projeto.

Os sistemas e pessoal residente mantinham contato permanente por rádio com a sede da InGen na Califórnia. As transações da InGen levantaram suspeitas da Agência de Proteção ao Meio Ambiente dos Estados Unidos, uma vez que muitas empresas norte-americanas de engenharia genética montavam filias suas em países sem leis que regulamentam o uso dessa tecnologia.

A ilha é administrada com pouquíssimos funcionários, sendo controlada por um sistema de super-computadores. A segurança era uma prioridade: os dinossauros eram separados por espécies em setores isolados por cercas elétricas rodeadas com fossos. Eram monitorados por sensores de movimento e câmeras. Para emergências, havia bunkeres para os visitantes se abrigarem (em caso de fuga de algum dinossauro e provavelmente para caso de tempestades, comuns naquela região).

Dependentes do Sistema

John Hammound acreditava que poderia ter o controle total dos animais se investisse pesadamente em tecnologia.

Para tanto, projetou um complexo e aparentemente impecável sistema automatizado de controle, repassando o projeto para a InGen desenvolvê-lo e implementá-lo. Adquiriram pelo menos 05 (cinco) super-computadores para "fazer toda a ilha funcionar permanentemente", com pouca ou nenhuma intervenção humana.

Naturalmente isso fez com que ficassem totalmente dependentes do sistema. Qualquer falha seria o bastante para permitir uma tragédia.

Mesmo assim, os computadores possuíam diversos problemas e foram desligados pelo seu principal técnico, Dennis Nedri, que desejava roubar os embriões dos dinossauros e entregá-los à concorrente da InGen, a Biosyn (que o subornou com uma grande soma em dinheiro).

Uma vez que os computadores desligam, o sistema de alimentação das cercas deixa de funcionar, permitindo a fuga dos dinossauros.

No livro as forças armadas costa-riquenhas incendeiam a toda a ilha para evitar que os dinossauros se espalhem. Mas isto não ocorre no filme.

A Ilha Sorna[editar | editar código-fonte]

Localização Geográfica

A Isla Sorna está localizada a 87 milhas da Isla Nublar e 207 milhas a oeste do Golfo de Nacoya (Costa Rica), 8,20º de latitude norte e 88,15º de longetude oeste. É a maior ilha do arquipélago Las Cinco Muertes, composta pelas ilhas Mataceros, Muerta, Sorna, Tacaño e Peña.

Projeto Genesis

A Ilha Sorna, uma das cinco ilhas do arquipélago "As Cinco Muertes" permaneceu em segredo até meados da década de 1990. Ao ser descoberta, revelou ser um grande mistério. No livro, os dinossauros eram soltos na ilha. Não havia cercas, nem fossos e poucas câmeras automáticas. O abandono da Ilha Sorna pela InGen não é esclarecido nos livros. No filme pode-se ver que a ilha possuía cercas elétricas, tendo sido abandonada e os animais soltos, permitindo que vivessem em liberdade logo depois de um grande furacão, que arrasou parte das instalações e provocou uma crescente onda de baixas.

O Verdedeiro Laboratório

Esta era, e não a Núblar, a ilha onde ocorriam os experimentos e a recriação propriamente dita dos animais e plantas. O que era mostrado como parte do passeio em Núblar - um laboratório de engenharia genética equipado com encubadoras - não passava de uma estratégia para dar a impressão de que as recriações sempre funcionavam e eram seguras.

Muitas das experiências deram errado. Diversos espécimes nasceram com algum tipo de anomalia, seja genética ou física. Muitas das experiências realizadas neste local eram antiéticas e inconseqüentes, como estudo comportamental, administração de remédios, fabricação de equipamento, gerenciamento de DNA e correção na sequência genética. Nenhum dinossauro era clonado na Ilha Nublar sem que sua sequência genética fosse exaustivamente consertada e seu desenvolvimento estudado na Ilha Sorna. A lista de problemas era imensa. Os animais por muitas vezes eram extremamente agressivos, sofriam de deficiência de cálcio, morriam subitamente ou entravam em coma inexplicavelmente.

A Praga

O maior de todos os problemas provavelmente eram as doenças. Mas não doenças comuns: eram doenças pré-históricas, recriadas acidentalmente com o código genético dos animais. Pragas virais, infecções bacterianas e vermes contaminavam dos ovos aos demais dinossauros, provocando muitas baixas.

De toda forma, a questão "praga" era tratada como prioridade máxima a ser resolvida. Apesar de não se saber ao certo se essas doenças eram nocivas a seres humanos, o temor por contaminações, mutações de vírus pré-históricos combinados com vírus modernos e epidemias era imenso.

Pode-se ter uma ideia do risco que as atividades da InGen poderiam trazer para a Humanidade…

A Vila

Dentre todos os projetos ambiciosos que a InGen desenvolveu, provavelmente a "Vila" foi um dos mais sofisticados e, aparentemente, bem-sucedidos.

Sabe-se pouco sobre os projetos, e nada acerca deste em questão.

Analisando os fatos, pode-se afirmar que o objetivo desta vila não era simplesmente ser uma área de laboratórios e habitação. Além disso, era uma verdadeira fortaleza auto-sustentável. Sofisticados sistemas de computador foram criados para comandarem todas as instalações, gerenciar recursos e garantir a segurança.

Ao contrário da Ilha Núblar, em que a InGen espalhou diversas instalações por toda a sua extensão (como um parque temático deve ser), os edifícios construídos em Sorna ocupam apenas sua região central. Este era o único setor que se encontrava isolado por cercas, dando a impressão de eram as pessoas que ficavam aprisionadas.

A vila era a única área de habitação humana.

Abaixo estão classificados os tipos de instalações encontradas ali:

  • Moradia - separadas por categorias, como "trabalhadores", "cientistas" e "chefia",
  • Laboratórios:
    • Para desenvolvimento de embriões;
    • Acompanhamento de crescimento de recém nascidos;
    • Encubadoras;
    • Estudo de pragas;
    • Informática;
    • Desenvolvimento de alimentos especiais e remédios;
    • "Educação de filhotes";
  • Galpões - para estocagem de recursos, tais como suprimentos, ferramentarias, materiais e equipamentos;
  • Oficinas - para manutenção de equipamentos, de veículos e de desenvolvimento de máquinas-ferramenta;
  • Uma unidade de extração, tratamento e estocagem de água;
  • Uma pequena área de lazer;
  • Garagem.
O Enigma de Sorna

Seguindo a trama do livro, um dos grandes mistérios que cercam a série é qual era a fonte que fornecia energia elétrica para as instalações, uma vez que não havia usinas hidrelétricas, termoelétricas ou qualquer coisa do gênero. Isso foi explicado no livro de forma mais aprofundada.

A expedição de Malcolm descobre que parte dos equipamentos das instalações da vila ainda estavam em atividade, com a rede de distribuição de energia funcionando, iluminação automática, alguns maquinários e a rede de computadores e terminais.

Mas como poderiam estar funcionando depois de pelos menos 7 anos de abandono?

Energia Geotérmica

A fonte de energia empregada pela InGen para abastecimento vinha do solo, mais especificamente do calor do solo. As ilhas Las Cinco Muertes surgiram de uma formação vulcânica. Seu subsolo guarda muito calor provocado pelos mantos de lava.

Em mais um grande projeto ambicioso e, por que não dizer brilhante, a InGen desenvolveu uma usina geotérmica "própria". A expedição de Malcolm descobre uma pequena unidade dessa usina operando "tranquilamente" na vila. É uma descoberta surpreendente e sem dúvida de grande utilidade para o Homem, já que o impacto ambiental provocado por essa usina em questão, teoricamente, é zero, a não ser pelo espaço ocupado.

Ao contrário das usinas geotérmicas convencionais, esta não emitia gases provenientes do interior da Terra e era um tanto quanto silenciosa. Seu princípio de funcionamento é o mesmo, mas sua arquitetura provavelmente era totalmente diferente das usinas comuns.

Seu custo é desconhecido, mas provavelmente é menor que outras fontes de energia renováveis, como a eólica e a hidrelétrica e mesmo as geotérmicas convencionais.

Falência[editar | editar código-fonte]

Após o incidente na Ilha Nublar, a InGen fez um pedido baseado no Capítulo 11 da lei de falência no Tribunal Federal de Falência de San Francisco, no dia 5 de outubro de 1989.

A ação foi realizada de forma confidencial, e a imprensa não foi chamada. Poucos documentos do processo tornaram-se conhecidos. Como a maioria dos credores pertenciam a empresas japonesas, foi evitada qualquer publicidade (esta é uma regra por parte dos japoneses).

Para impedir revelações desnecessárias, advogados da InGen representaram os investidores japoneses e a petição do vice-cônsul da Costa Rica foi transmitida sigilosamente. E em um mês, a InGen Tecnologies foi fechada.

Os envolvidos no acordo, inclusive os conselheiros dos consultores científicos, assinaram um termo comprometendo-se à manter sigilo sobre o incidente InGen.

Participação em The Lost World: Jurassic Park[editar | editar código-fonte]

Em The Lost World: Jurassic Park a InGen continua existindo, fazendo o papel da Biosyn do livro.

Seu presidente, John Hammond é retirado do comando pelo conselho de administração a pedido de seu sobrinho, Peter Ludlow, isto porque Hammond, agora com ideais naturalistas, usau seus poderes para preservar e proteger o Sítio B, o que deixou os acionistas irritados, uma vez que depois do fracasso do parque na Ilha Nublar e uma série de indenizações às pessoas mortas pelos dinossauros, a InGen estava prestes à falência, e para salvá-la, muitos acreditavam que deveriam estar exibindo os dinossauros com segurança e ganhando, como Ludlown afirmou "Enormes Lucros!". Para isso é organizada uma expedição de caça muito bem equipada, com o famoso caçador Roland Tembo na empreitada, que transportaria os dinossauros para o Jurassic Park: San Diego.

Depois dos acontecimentos desastrosos envolvendo os dinossauros no Sítio B e o mais grave, o Tyrannosaurus solto em San Diego, o que ocorreu com a InGen é obscuro.

Atividades Secretas?

A cena em que o navio vindo da Ilha Sorna transportando o Tyrannosaurus bate contra o atracadouro em San Diego revela um dos mistérios sobre as atividades da InGen. Nesta cena, quando Ian Malcolm sobe a bordo para ver o por quê do acidente, vemos que toda a tripulação foi morta de forma violenta, tendo seus corpos despedaçados e espalhados pelo convés.

Mas qual dinossauro teria feito isso? O Tyrannosaurus estava sedado por todo o trajeto, e ainda preso no compartimento de carga. E o filhote, além de ser jovem demais, foi embarcado de helicóptero e também estava sedado.

O animal que provocou a chacina no S.S. Venture (o navio em questão) jamais foi mencionado e encontrado.

Animais Extintos Recriados[editar | editar código-fonte]

Dinossauros

Acrocanthosaurus Atokensis

Allosaurus (acredita-se ser da espécie Fragillis, a mais comum do gênero)

Albertosaurus Sarcophagus

Amargasaurus Cazuei

Ankylosaurus Magniventris

Argentinosaurus Huinculensis

Baryonyx Walkeri

Brachiosaurus Altithorax

Camarasaurus Supremus

Carcharodontosaurus Saharicus

Ceratosaurus (acredita-se ser da espécie Ingens, uma das mais comuns do gênero)

Coelophysis Bauri

Corythosaurus Casuarius

Deinonychus Antirrhopus

Dilophosaurus Wetherlli

Diplodocus (provavelmente da espécie Carnegii)

Dryosaurus Altus

Edmontosaurus Regalis

Euplocephalus Tutus

Giganotosaurus

Gallimimus Bullatos

Gastonia Burgei

Herrerasaurus Ischigulastensis

Homalocephale Calathocercos

Hypsilophodon Foxi

Iguanodon (A espécie Bernissartensis consta em alguns registros, mas não se sabe ao certo se chegou a ser reproduzida com sucesso)

Irritator Challengeri

Kentrosaurus Aethiopicus

Mamenchisaurus

Metriacanthosaurus Parkeri

Ouranosaurus Nigeriensis

Oviraptor Philoceratops

Pachycephalosaurus Wyomingensis

Parasaurolophus Walkeri

Plateosaurus Engelhardti

Proceratosaurus "Bradleyi"

Procompsognathus Triassicus

Santanaraptor Placidus (Espécie descoberta somente em 1996. Entretanto, um dos animais recriados classifica-se como sendo desta espécie)

Segisaurus Halli

Stegosaurus Armatus

Styracosaurus Albertensis

Spinosaurus Aegypticus

Suchomimus "Tenerensis"

Torosaurus Utahensis

Triceratops Horridus

Troodon "Formosus"

Tyrannosaurus Rex

Utahraptor Ostrommaysi

Velociraptor Mongoliensis

Outros Animais

Cearadactylus Atrox

Dimorphodon Macronyx

Elasmosaurus Nobilis (é a espécie mais provável, embora haja poucas informações)

Platecarpus Planiforms (como a anterior, é a espécie mais provável, embora haja poucas informações)

Prestosuchus Chiniquensis (este é um ancestral dos dinossauros, da família dos archosauros)

Pteranodon Longiceps

Sarcosuchus Imperator (existem poucos dados sobre a recriação deste animal)

Nota: A lista de animais recriados pela InGen jamais será totalmente conhecida, principalmente porque grande parte dos arquivos (laudos de acompanhamento, scripts, prontuários, históricos de atividades, notificações e demais documentos) foram apagados, perdidos ou mesmo queimados, numa tentativa de se ocultar os fatos e evitar um provável escândalo na mídia, comunidade científica e ambiental mundial.

Algumas das espécies citadas são conhecidas por intermédio de algumas poucas pessoas envolvidas com os projetos ultra-secretos de recriação da InGen, ou que trabalharam na ilha Sorna. A maioria dos dados puderam ser documentados a partir do depoimento dessas pessoas, que ou tiveram contato visual ou direto com algum destes animais.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Beacham's Encyclopedia of Popular Fiction descreve InGencomo comparável a uma outra "organização desprezível".[1] Outras fontes afirmam que a empresa que recebe o bebê T-Rex é uma alusão a outros empresários de exploração descritos em King Kong.[2] Ken Gelder descreve InGen com "resolutamente secreta, assim como a empresa no romance de Grisham."[3]

Referências

  1. Kirk H. Beetz, Beacham's Encyclopedia of Popular Fiction: biography & resources (Beacham Pub., 1996), 2238.
  2. Nigel Morris, The Cinema of Steven Spielberg: Empire of Light (Wallflower Press, 2007), 249.
  3. Ken Gelder, Popular Fiction: The Logics and Practices of a Literary Field (Routledge, 2004), 113.

Notas

  1. Também chamada de InGen Corporation ou InGen Bio-Engeenering.