Joaquim Marcelino da Silva Lima

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Joaquim Marcelino da Silva Lima, 1.º barão com grandeza de Itapemirim (São Paulo, 1779Itapemirim, 18 de dezembro de 1860) foi um fazendeiro e político brasileiro.

Filho de Joaquim José da Silva e de Ana Fernandes, casado em primeiras núpcias com Francisca Amaral e Silva e depois com Leocádia Tavares Brum da Silva. Foi pai da segunda baronesa de Itapemirim e do terceiro barão de Itapemirim

Mudou-se de São Paulo para o Espírito Santo, em 1802, residindo inicialmente em Benevente, onde foi proprietário da fazenda Três Barras, de cana de açúcar, concedida por sesmaria. Depois de casado mudou-se para Itapemirim, sempre no Espírito Santo.

Foi proprietário de diversas fazendas produtoras de cana-de-açucar no Espírito Santo, entre elas a Fazenda Santo Antônio de Muqui, em Itapemirim, cuja sede lembrava um castelo. Era acusado por alguns de ser o ser o principal protetor dos traficantes de escravos do Espírito Santo.

Foi deputado provincial em 4 mandatos e presidente da Assembleia provincial em 1853, também presidente da província do Espírito Santo, de 16 de novembro de 1852 a 1 de agosto de 1853, também em 1857.

Foi comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Manuel de Assis Mascarenhas
Presidente da província do Espírito Santo
1852 — 1853
Sucedido por
Herculano Ferreira Pena
Precedido por
José Francisco de Andrade e Almeida Monjardim
Presidente da província do Espírito Santo
1857
Sucedido por
Olímpio Carneiro Viriato Catão


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