Morte no judaísmo
A morte no judaísmo não tem um conceito fixo. As interpretações dos conceitos metafísicos e dos procedimentos a serem realizados varia conforme as épocas e as interpretações das diversas seitas e comunidades judaicas.
Não há uniformidade quanto a crença de vida após morte, com perspectivas variando desde reencarnação até a mortalidade da alma.
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Recebendo a notícia do falecimento [editar]
No judaísmo rabínico, ao se receber a notícia de um falecimento, a seguinte benção é recitada:
- Transliteração: Baruch atá Adonai Eloheinu melech ha'olam, dayan ha-emet.
- Tradução: Bendito sejas Tu, Senhor, nosso Deus, Rei do Universo, o Verdadeiro Juiz.
Há também o costume de se rasgar uma parte da roupa ao ouvir a notícia do falecimento. Judeus ortodoxos tem o costume de cortar a lapela do seu terno à esquerda, sobre o coração, enquanto não-ortodoxos podem cortar a gravata ou usar um botão com uma fita preta rasgada.[carece de fontes]
Chevra Kadisha [editar]
Chevra Kadisha é o nome dado à sociedade, em geral formada por homens e mulheres voluntários, responsáveis pela preparação do corpo do falecido para o enterro.
Funeral [editar]
O corpo é lavado e, dentro do possível, sepultado dentro de 24 horas após a morte. Tradicionalmente usa-se uma mortalha simples, branca, com um caixão sem enfeites ou verniz de madeira comum. O serviço fúnebre consiste na recitação da oração Kaddish em aramaico pelos parentes mais próximos e líderes religiosos.
Sepultamento [editar]
O corpo é sepultado em um jazigo simples, com lápide constando nome e símbolos religiosos. Em algumas tradições é normal a pessoa depositar uma pedrinha com a mão esquerda sobre o túmulo em memória do falecido, e como sinal de que o túmulo não está abandonado.