Nadi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém uma ou mais fontes no fim do texto, mas nenhuma é citada no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde outubro de 2009)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.

A palavra nadi vem da raiz nad (do sânscrito ), que significa canaleta, córrego, ou fluxo do nada, e é o canal pelo qual circula o prana pelo corpo.

Índice

Definição[editar]

Uma nadi (plural: nadis) é uma formação de energia na forma de canal na qual o prana flui e pode se conectar aos chakras. Ele ainda não é aceito pela comunidade científica.

Elas começam do centro dos chakras e fluem para a periferia se tornando cada vez mais finas, tendo uma função extra sensorial, causando em parte as respostas empáticas e instintivas.

Número e principais nadis[editar]

Existe uma indefinição nos tratados quando ao número de nadis. No Shiva Samhita é de 350.000 nadis. Já o Hatha yoga Pradipika mencionava, há 3500 anos, 72.000 nadis. Na prática do Yoga são mencionados, entretanto, somente as três principais: Sushumna, Ida e Pingala,

  • A Sushumna, é talvez o mais importante dos canais de energia. Ela segue o alinhamento do Merudanda (Meru: a montanha que é o eixo do mundo pela mitologia Hindu), o eixo da coluna vertebral (cerebro-espinhal) e flui da extremidade inferior da mesma até chegar a extremidade da cabeça, na assim-chamada coroa-craniana. Sushumna é descrito como de cor vermelha (a cor do fogo (Agni)).
  • As nadis da Ida e da Pingala são frequentemente relacionados aos dois hemisférios do cérebro.
    • Pingala é o princípio masculino (aquecendo-se para acima, tem como qualidades a extroversão e a energização). É a nadi solar, e corresponde ao lado direito do cérebro.
    • Ida é o o princípio feminino (tranquilizando para baixo, tendo como qualidades a introversão e a serenidade). É a nadi lunar, correspondendo ao lado do esquerdo do cérebro.
  • As duas nadis são estimuladas e limpas com a prática do Nadi Shodhana Pranayama, que envolve respirar alternamente através das narinas esquerdas e direitas, que estimulariam alternadamente os lados respectivamente direito e esquerdo do cérebro.

Nadis são consideradas às vezes como estendendo até a pele do corpo, outras como se estendendo ao limite da aura.

Nadis no mundo[editar]

Na Alemanha[editar]

O conceito é originário do Tantra, usado na pratica do yoga. A maioria de Nadis levanta-se da escala de "Kanda".

Na França[editar]

As nadis são os canais subtis aonde o prana circula no organismo, sendo o Prana algo originado de um período de atividade intensa, de acordo com tradição Yoga do "Pranotthana".

Na Itália[editar]

O termo vem da filosofia Advaita (vedanta), muito usado no yoga. As nadis Ida e Pingala, transportam diferentes polaridades energeticas. A Pingala é positiva/masculina é ascendente; e a Ida é negativa/feminina é descendente. Na Sushumna escore Vajra, luminosidade que vem de Surya (sol) e no seu interior passa Citrini, brilho que vem de Chandra(lua). No interior de Susumna existe outra nadi, chamada Brahmanadi, onde passa a energia da kundalini Muladhara para Sahasrara. Estes ultimos são loti ou chakras.

Na Espanha[editar]

Além das referências acima, aproxima a filosofia a termonologia esotérica, onde nadis são canais etericos (eter=akasha) e três principais nadis são referência ao caduqueo de Mercurio/Hermes.

Literatura[editar]

  • Hrsg. BDY (Berufsverband der Yogalehrenden in Deutschland): Der Weg des Yoga, Verlag Via Nova

Referências[editar]

  • Le Pranayama
  • Dr Bernard Auriol, Yoga et Psychothérapie, Privat éditeur, 1977 (disponible en ligne)
  • André Van Lysebeth, Pranayama, la dynamique du souffle, Flammarion, 1971

Veja também[editar]

Ligações externas[editar]