Ornamento (arte)

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O ornamento costuma ser um elemento decorativo em uma composição, seja na arquitetura ou no design. O ornamento é muitas vezes um elemento secundário em uma composição, podendo ter significado próprio. Ao longo da história foi muito difundido, mas foi negado pelos seguidores da estética funcionalista do modernismo, sendo re-valorizado no pós-modernismo.

No ensaio Ornamento e crime, escrito em 1908 pelo influente e "moderno" arquiteto austríaco Adolf Loos, o uso abusivo da ornamentação é criticado na arquitetura européia do final do século XIX. Loos acreditava que "quando uma cultura evolui, ela gradativamente abandona o uso do ornamento em objetos utilitários".[1] Segundo alguns críticos, [2] "esta guerra contra o ornamento e a decoração esconde uma lacuna ideológica no modernismo: a falta de uma base cultural (...) O modernismo procurou deliberadamente destruir todos os vínculos e reminiscências da arquitetura histórica".

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]


Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Loos, Adolf. (1908) Ornamento e Crime.
  • Jones, Owen (1856) The Grammar of Ornament.
  • Dolmetsch, Heinrich (1898). The Treasury of Ornament.
  • Lewis, Philippa; G. Darley (1986). Dictionary of Ornament. New York: Pantheon. ISBN 0-394-50931-5.
  • Meyer, Franz Sales (1898). A Handbook of Ornament.
  • Rawson, Jessica, Chinese Ornament: The lotus and the dragon, 1984, British Museum Publications, ISBN 0-7141-1431-6
  • Speltz, Alexander (1915). The Coloured Ornament of All Historical Styles.
  • Tabbaa, Yasser, The transformation of Islamic art during the Sunni revival, I.B.Tauris, 2002, ISBN 1-85043-392-5, ISBN 978-1-85043-392-7,
  • Trilling, James, The Language of Ornament.
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