Rodrigo Rato

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Rodrigo Rato

Rodrigo de Rato y Figaredo (Madrid, 18 de março de 1949) é um economista e político espanhol, membro do Partido Popular da Espanha.

Foi vice-presidente do governo da Espanha durante o mandato de José María Aznar, de 1996 a 2004.

Desde 7 de junho de 2004 até 19 de junho de 2007 foi diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Em 2014, Rodrigo Rato e cerca de 80 membros da classe dirigente espanhola foram acusados de violação do direito das empresas por terem gasto um total de 15 milhões de euros em discotecas, safaris e artigos de luxo com cartões de crédito da Caja Madrid e do Bankia e escapado ao fisco. O Partido Popular expulsou do partido o ex-diretor do FMI.[1]

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  1. Ex-diretor do FMI expulso do Partido Popular espanhol.