Telessaúde

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Telessaúde tem sido concebida como o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC para oferecer serviços e cuidados em saúde à distância [1] . Frequentemente, o termo telessaúde é empregado como sinônimo de telemedicina e e-saúde. Há diversos conceitos, que ampliam o escopo da telessaúde a inúmeras atividades relacionadas à saúde. Ela pode ser definida como a promoção de saúde, relacionada a serviços de informação, através de tecnologias de telecomunicações. Os serviços de telessaúde podem ser simples, como dois profissionais de saúde discutindo um caso por telefone, ou mais sofisticados com uso de redes de vídeo e web-conferências, de sistemas de registros eletrônicos em saúde e até o uso da robótica. O atendimento em saúde depende da troca de informações sobre o paciente, daí vem a possibilidade de uso de ferramentas de telessaúde a fim de ampliar os horizontes dessa rotina.

História[editar | editar código-fonte]

No início do século XX a comunicação via rádio foi usada para prover serviços médicos para a Antártica. Em 1910 o primeiro “estetoscópio elétrico” via telefone ocorreu na Inglaterra e ainda em 1924, pesquisas descreveram o potencial de um “radio doutor”, capaz de “ver e ser visto pelo paciente”. Na década 50, imagens radiológicas foram transmitidas pela primeira vez, entre West Chester e Filadelfia, na Pensilvânia. Nesse mesmo período um vídeo interativo foi empregado em um projeto no qual o Instituto Psiquiátrico de Nebrasca começou realizar teleconsultas de psiquiatria com o Norfolk State Hospital, a 112 milhas de distância. Esses foram os primeiros relatos da telecomunicação empregada na área da saúde e desde então esse campo da ciência vem aumentando exponencialmente sua importância.[2] .

No Brasil, duas ações reúnem instituições de excelência no território nacional para as atividades de telessaúde no Sistema Único de Saúde: a Rede Universitária de Telemedicina – Rute [3] e o Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes [4] .

A Rute surgiu em 2005 como ação para implantar infraestrutura de interconexão nos hospitais universitários e unidades de ensino de saúde no Brasil. A Rute vem fortalecendo projetos de telessaúde, de modo a facilitar o intercâmbio entre grupos de pesquisas nacionais por rede de conexão com alta velocidade. Além disso, apoia operacionalmente uma centena de grupos multi-institucionais de discussão, os Special Interest Groups (SIGs).

O Programa Nacional de Telessaúde realizado desde 2007 em parceria dos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia, inclui o uso de um programa que permite a troca de informações via internet entre médicos do SUS, médicos especialistas e pacientes. Segundo relatório divulgado em março de 2010 pelo Ministério da Saúde, 50% dos deslocamentos de pacientes em tratamento de 9 Estados brasileiros foram reduzidos com a implementação do serviço [5] . A redução de encaminhamentos desnecessários desses pacientes já gerou uma economia para o SUS de R$ 35 milhões.

O Programa de Telessaúde envolve diversos núcleos pelo Brasil e oferecem diversas formas de tele assistência em saúde. O profissional de saúde que utiliza o programa tem acesso a vídeos e materiais dentro do site sobre doenças mais prevalentes, pode participar de videoconferências e teleconsultas on-line ou off-line, além de telediagnóstico de eletrocardiogramas (ECG).

Uma ação nacional[editar | editar código-fonte]

Programa Telessaúde Brasil Redes é uma ação nacional que busca melhorar a qualidade do atendimento e da atenção básica no Sistema Único da Saúde (SUS), integrando ensino e serviço por meio de ferramentas de tecnologias da informação, que oferecem condições para promover a Teleassistência e a Teleducação.

A implementação do Programa se inicia em 2007 com o Projeto Piloto em apoio à Atenção Básica envolvendo nove Núcleos de Telessaúde localizados em universidades nos estados do Amazonas, Ceará, Pernambuco, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com a meta de qualificar aproximadamente 2.700 equipes da Estratégia Saúde da Família em todo o território nacional e alcançar os seguintes objetivos:

  • Melhoria da qualidade do atendimento na Atenção Básica no Sistema Único de Saúde (SUS), com resultados positivos na resolubilidade do nível primário de atenção;
  • Expressiva redução de custos e do tempo de deslocamentos; 
  • Fixação dos profissionais de saúde nos locais de difícil acesso; 
  • Melhor agilidade no atendimento prestado; 
  • Otimização dos recursos dentro do sistema como um todo, beneficiando, dessa forma, aproximadamente 10 milhões de usuários do SUS.

Profissões relacionadas[editar | editar código-fonte]

Médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, fonoaudiólogos, odontólogos, psicólogos, farmacêuticos, jornalistas, bibliotecários, cientistas da computação e da informação, profissionais de cinema e tv, entre outros profissionais como técnicos em enfermagem, auxiliares de consultório dentário e agentes comunitários.

TelessaúdeRS[6] [editar | editar código-fonte]

O TelessaúdeRS é uma estratégia de qualificação dos profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) por meio da oferta de teleconsultorias sobre casos clínicos, processo de trabalho, educação em saúde, planejamento, monitoramento e avaliação de ações em Atenção Primária à Saúde (APS). É dirigido a todos os profissionais que fazem parte da equipe de Saúde da Família – médicos, enfermeiros, odontólogos, técnicos de enfermagem, técnicos e auxiliares em saúde bucal, agentes comunitários de saúde – e aos demais profissionais que fazem parte das equipes de atenção primária e/ou dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família.

Além de responder às solicitações de teleconsultoria de forma assíncrona (por meio de textos curtos) ou síncronas (por meio de webconferências) através da Plataforma de Telessaúde do Ministério da Saúde (http://www.plataformatelessaude.ufrgs.br/), oferece também ações de educação permanente como cursos, webpalestras, webconferências de acompanhamento e com a produção de Segundas Opiniões Formativas (SOF).

O objetivo principal em todas estas ações é qualificar o trabalho das equipes de atenção primária à saúde, fortalecendo os atributos da APS: acesso de primeiro contato, longitudinalidade, coordenação, integralidade, orientação familiar e comunitária. Todas estas atividades são orientadas pelos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), pelos atributos da APS e pela melhor e mais atual evidência científica disponível adequada à prática da atenção primária.

As ações só são possíveis devido ao apoio técnico, financeiro e político da Secretaria da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde (DAB/MS), assim como da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS). Tanto a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul apoiam e possibilitam a execução do TelessaúdeRS.

Rede de Telessaúde de Minas Gerais[7] [editar | editar código-fonte]

Em 2005, em resposta a uma Chamada Pública da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) articulou-se a primeira ação de telessaúde para regiões remotas em Minas Gerais, implementou-se o serviço de teleassistência em 82 municípios. Essa ação, que contou com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi estruturada como um projeto de pesquisa denominado Minas Telecardio [8] . O objetivo era verificar a hipótese de que a implantação de sistema de telecardiologia de baixo custo em pequenas cidades do interior do Brasil era factível e viável, sendo possível reduzir encaminhamentos desnecessários, melhorar a qualidade da assistência e reduzir o custo da atenção à saúde.

Em 2001 iniciou-se o desenvolvimento de um modelo de telessaúde para apoio à Atenção Primária com foco na teleassistência, por meio de parceira entre o Hospital das Clínicas da UFMG (HC/UFMG) e a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (SMSA/BH). Na época, o acordo de cooperação internacional com o Centro Hospitalar Universitário de Rouen, França foi fundamental para o processo por servir de base para capacitação da equipe. A realização conjunta do Primeiro Seminário de Tecnologias da Informação na Área da Saúde, Aplicações e Perspectivas no Brasil e França marcaram essa fase contribuindo para o desenvolvimento da telessaúde no HC/UFMG.

A partir da união de pesquisadores experientes e qualificados de cinco hospitais escola, um dos requisitos da Chamada Pública, foi instituída a Rede de Teleassistência de Minas Gerais (RTMG) [9] , constituída por cinco universidades públicas do estado: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e adesão posterior da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) em 2009. Foram estruturados polos regionais vinculados a essas universidades, com estrutura clínica e técnico-administrativa necessária ao trabalho proposto.

Evolução do modelo de telessaúde em Minas Gerais[7] [editar | editar código-fonte]

A Rede de Teleassistência de Minas Gerais (RTMG), coordenada pelo Centro de Telessaúde do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HCUFMG), é composta por seis universidades públicas (Universidades Federais de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes)e Universidade Federal de São João Del Rey). A RTMG presta atendimento a 873 pontos em 660 cidades mineiras desde 2006 com sua última expansão em 2014 [10] . Visa dar suporte aos profissionais da Atenção Primária por meio de atividades assistenciais e educacionais para melhorar a qualidade do atendimento à população de municípios pequenos e remotos. As principais atividades são a teleconsultoria-discussão assíncrona, via Internet, de casos clínicos entre os profissionais locais e os especialistas das universidades e análise e laudos de exames diagnósticos como eletrocardiograma (ECG), que são realizados nos municípios e enviados pela Internet às universidades. A realização dessas atividades permite a redução dos encaminhamentos desnecessários de pacientes a consultas ou propedêuticas especializadas, reduz o tempo de diagnóstico, colabora na fixação de profissionais em zonas remotas por reduzir a sensação de isolamento e promover sua educação permanente, além de reduzir custos com o sistema de saúde.Desde a sua criação, a RTMG realizou mais de 1,2 milhão de laudos de ECGs e mais de 50.000 teleconsultorias em medicina, enfermagem, odontologia, fisioterapia, nutrição, farmácia, fonoaudiologia e psicologia. Nos últimos três anos, a Rede tem trabalhado ainda, no desenvolvimento de modelos de suporte a decisão, visando o auxílio na condução de condições crônicas de saúde.

A integração dos projetos de telessaúde a nível nacional, estadual e municipal permitiu a criação de importante estrutura de teleassistência e tele-educação no estado, permitindo o compartilhamento do conhecimento entre as universidades e os municípios abrindo-se perspectivas quase infinitas de atuação conjunta e otimização do ensino, pesquisa e assistência à saúde em Minas Gerais. Desta forma, o histórico da telessaúde em Minas Gerais evidencia o seu pioneirismo, não só no componente de articulação política e financiamento, mas também na evolução do modelo de telessaúde adotado. O trabalho realizado foi formalmente reconhecido por meio de prêmios e distinções nacionais e internacionais recebidas.

A seguir um resumo da evolução do modelo de telessaúde em Minas Gerais:

1) Telessaúde como novo processo de trabalho: Início em 2004 com objetivo de prover educação permanente e suporte assistencial para os profissionais do Programa Saúde da Família da capital por meio de teleconsultorias online e offline e teleconferências educacionais.

2) Telessaúde como Pesquisa Acadêmica: Em 2005, por meio do projeto de pesquisa Minas Telecardio, 82 municípios foram conectados a cinco polos universitários por meio de atividades de telecardiologia. A pesquisa resultou na constatação da efetividade e validação de sistema de telecardiologia para regiões remotas.

3) Telessaúde como ação estratégica de fortalecimento da Atenção Primária: Em 2007, houve a integração de 100 municípios do projeto Telessaúde Brasil do Ministério da Saúde e iniciou-se as atividades de teleconsultorias offline. Em 2008, a SES/MG manteve o apoio financeiro para manutenção do serviço e expansão para mais 97 municípios.

4) Telessaúde como serviço de suporte as Redes de Atenção: Em 2009, com nova expansão para 328 municípios, a telessaúde passa a ser reconhecida como um serviço regular, denominado Tele Minas Saúde disponível para 557 municípios e se incorpora definitivamente ao sistema de saúde do estado com perspectiva de expansão para todos os níveis de atenção. Em 2011, 50 municípios foram incorporados à RTMG, totalizando 660 municípios.

Resultados da telessaúde em Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

Atualmente a RTMG presta serviços de telessaúde a mais de 660 municípios de Minas Gerais. São oferecidos os serviços de Telediagnóstico (laudo de eletrocardiograma, MAPA e Holter) e Teleconsultoria. A telecardiologia é composta por laudo de eletrocardiograma (ECG) e discussão de casos clínicos urgentes de cardiologia. Para utilizar o serviço de telecardiologia, o município atendido recebeu um computador, uma impressora e um eletrocardiógrafo digital. Um profissional de saúde qualificado do município realiza o exame e envia através do sistema. O exame então é laudado por médicos especialistas em cardiologia em uma central de laudos. O laudo do exame é enviado, via sistema, para o município solicitante que pode imprimi-lo e disponibilizar para o médico local e paciente[11] .

A Teleconsultoria é definida através da portaria 2.546 do Ministério da Saúde (2011)[12] como uma consulta entre profissionais da área da saúde, por meio de tecnologia, com objetivo de esclarecer dúvidas sobre procedimentos clínicos, ações de saúde e questões relativas ao processo de trabalho.

Em Fevereiro/2014, a RTMG havia realizado mais de 1,6 milhão de laudos de eletrocardiograma e mais de 56 mil teleconsultorias. Foram implantados também serviços de laudo de MAPA e Holter para diversos pontos remotos de Minas Gerais[13] .

Além dos resultados assistenciais, a implantação da telessaúde gera um grande economia de recursos para o sistema de saúde de Minas Gerais apresentando uma taxa de retorno sobre investimento R$ 2,75 para cada R$ 1,00 investido. Esse cálculo leva em consideração o total dos investimentos realizados para implantação da telessaúde e a economia proporcionada pela telessaúde para o sistema de saúde no período de junho/2006 a julho/2011. A economia gera é estimada em R$ 31.970.549,13[14] .

A população alvo é constituída de cidadãos de baixa renda residentes em municípios remotos e usuários dos serviços públicos de saúde.  Atualmente, o programa está ligado a 1.916  Equipes de Saúde da Família (ESF) com possibilidade de beneficio para uma população de mais de 5.7 milhões de habitantes de todas as faixas etárias, pois o atendimento engloba todas as áreas, da medicina fetal e neonatologia à geriatria. Por meio das atividades de telessaúde, o atendimento na rede pública de saúde passa a ter suporte multidisciplinar de especialistas das universidades, colaborando para que o Sistema Único de Saúde cumpra seu papel de universalidade, integralidade e equidade. Os serviços de telessaúde resultam em benefícios não somente aos pacientes, mas também aos profissionais da saúde, isolados e sem recursos tecnológicos para diagnosticar e tratar determinadas patologias e casos críticos. Além da Atenção Primária, o serviço de telediagnóstico está em operação em diversas unidades de urgência, beneficiando também essa população que passa a contar com serviço especializado de qualidade a distância.

Até o início das operações da RTMG, o acesso a especialistas nas diversas áreas da saúde por pacientes de pequenas cidades no interior de Minas Gerais, particularmente em regiões remotas, era restrito e, quando possível, com um enorme desconforto através de viagens longas por estradas mal conservadas. Além disso, visto que essas cidades se localizam principalmente em regiões pobres, os gastos com transporte desses pacientes representavam uma parcela considerável do orçamento municipal (em alguns casos, até 25% dos gastos municipais com saúde).A implantação da telessaúde causou grande impacto na qualidade de vida dessa população e nas finanças desses pequenos municípios. Facilitando o acesso aos especialistas nos grandes centros, a telessaúde permite diagnósticos mais rápidos e tratamentos mais eficazes.Do ponto de vista econômico, a telessaúde reduz os gastos públicos de saúde, visto que no atendimento presencial, o deslocamento do paciente até o especialista custa cerca de dez vezes mais que o custo do atendimento à distancia. Desde o início das atividades da RTMG a telessaúde em Minas Gerais economizou para o sistema público de saúde cerca de R$ 35 Milhões(até Julho/2013) para um investimento de R$ 16,5 Milhões. Exemplificando o impacto econômico dessa tecnologia, a economia resultante da redução pela telessaúde de 4 encaminhamentos por mês em cada município (1% dos encaminhamentos mensais) é suficiente para cobrir todos os gastos da Rede

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://dab.saude.gov.br/portaldab/biblioteca.php?conteudo=publicacoes/manual_telessaude
  2. E-Health, Telehealth, and Telemedicine: A Guide to Startup and Success
  3. http://www.rute.rnp.br
  4. http://www.telessaudebrasil.org.br
  5. SUS tem rede de apoio virtual - O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2010 (visitado em 7-3-2010)
  6. Página da Secretaria Estadual do Rio Grande do Sul - http://www.saude.rs.gov.br/lista/545/Telessa%C3%BAdeRS
  7. a b Alkmim, MBM; Ribeiro, AL. (Org.). Incorporación de la telesalud en el sistema público de salud de Minas Gerais, Brasil. 1aed.Santiago de Chile: Naciones Unidas, 2012
  8. Ribeiro, A. L. P. et. al (2010), "Implantação de um sistema de telecardiologia em Minas Gerais: projeto Minas Telecardio." Arq Bras Cardiol, vol. 95, No.
  9. Alkmim, M. B. M. y otros (2007), "Success Factors and Difficulties for Implementation of telehealth System for Remote Villages: Minas Telecardio Project Case in Brazil." Journal of Health Technology and Application, vol. 5, No 3.
  10. http://www.telessaude.hc.ufmg.br/telessaude/index.php?option=com_content&view=article&id=23&Itemid=35
  11. ALKMIM, M.B. e RIBEIRO, A.L.P. (org.) e outros. Incorporación de la Telesalud em el Sistema Público de Salud de Minas Gerais, Brasil. Publicado por: Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), Nações Unidas (ONU). Santiago de Chile, 2012. Disponível em: <http://www.eclac.cl/publicaciones/xml/6/48606/TelesaludMinaGerais.pdf>. Acessado em: 19/12/2012
  12. Ministério da Saúde. "Portaria 2.546", 2011. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm./2011/prt2546_27_10_2011.html>. Acessado em: 27/12/2012
  13. http://www.telessaude.hc.ufmg.br
  14. FIGUEIRA, R. M. e outros. Estudo de Análise Econômica e de Impacto da Aplicação de Serviços de Telessaúde na Atenção Básica em Municípios de Minas Gerais - Relatório Final, Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, 2012

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Em português[editar | editar código-fonte]

Em outras línguas[editar | editar código-fonte]