Viscondado de Narbona

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox important.svg
Foram assinalados vários aspectos a serem melhorados nesta página ou secção:
Escudo do Brasão de Armas da Casa de Narbona

O Viscondado de Narbona este viscondado foi criado por um governo de cariz secular instituído nesta localidade durante a Idade Média. Narbona tinha sido a capital da província visigótica da Septimânia, até ao século VIII, até ser converte no Viscondado carolíngio de Narbona.

Narbona encontrava-se simbolicamente sujeita ao Condado carolíngio de Tolosa sendo que no entanto se governava por conta própria sem praticamente interferência estrangeira.

Esta cidade colocada estrategicamente no Mediterrâneo abria-se num grande porto de mar que funcionou como difusor de ideias. Durante o século XII]] a corte de Ermengarda de Narbona (reinante desde 1134 até 1192) teve o controlo de um dos centros culturais de onde se espalhou o espírito cavalheiresco do amor cortês. Durante o século XV a cidade de Narbona passou para os domínios do Condado de Foix e em 1507 passou a ser domínio da Coroa de França.

Viscondes de Narbona[editar | editar código-fonte]

Emires muçulmanos

Condes visigodos

Condes e viscondes carolíngios

Domínio carolíngio

Viscondes independentes[editar | editar código-fonte]

Casa de Lara[editar | editar código-fonte]

Casa de Tinières[editar | editar código-fonte]

Casa de Foix[editar | editar código-fonte]

A partir de 1507 passou aos domínios do rei Luís XII de França.

Referências em castelhano[editar | editar código-fonte]

  • Jacqueline Caille, "Ermengarde, vicomtesse de Narbonne (1127/29 - 1196/97). Une grande figure féminine du midi aristocratique", in La femme dans l'histoire et la société méridionales (IXe-XIXe siècles), Actes du 66e congrès de la Fédération Historique du Languedoc Méditerranéen et du Roussillon (Narbonne, October 15-16, 1994), Montpellier, 1995, pages 9-50.
  • Thierry Stasser, "La maison vicomtale de Narbonne aux Xe et XIe siècles", Annales du Midi, v. 204, 1993, p. 489-507.