Walkie-talkie

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Um walkie-talkie (mais formalmente conhecido como transceptor de mão) é um transceptor de rádio de dois pontos, de mão e portátil. Os primeiros walkie-talkies foram desenvolvidos para uso militar durante a Segunda Guerra Mundial, e espalharam-se para a segurança pública e, eventualmente, trabalho comercial e locais de trabalho após a guerra. Principais características incluem um canal half-duplex - somente um rádio transmite por vez, embora qualquer número possa escutar - e um botão "aperte-para-falar" (push-to-talk) que inicia a transmissão. Walkie-talkies típicos lembram a parte auditiva e falante de um telefone, possivelmente um pouco mais largo, mas ainda uma única unidade, com uma antena saindo da parte de cima.

Enquanto um falante de telefone é alto suficiente para ser ouvido apenas pelo usuário, um falante embutido do walkie-talkie pode ser ouvido pelo usuário e aqueles que estão perto. Trancesptores de mão podem ser usados para comunicação entre si ou para estações base ou montadas em veículos.

Walkie-talkies modernos são equipados com circuitos VOX (que começam a transmissão quando é detectado algum som no microfone) e circuitos CTCSS/DCS.

Legislação[editar | editar código-fonte]

No Brasil, a Anatel classifica os walkie-talkies como rádios de utilização geral que são destinados para comunicação de voz entre duas[1] ou mais pessoas. Devendo ter 14 canais e operar somente nas frequências de 462,53 MHz a 462,74 MHz e de 467,53 MHz a 467,74 MHz. Sua potência não poderá ultrapassar os 500 mW e seu uso é permitido apenas para:

  • Comunicar-se com outra pessoa
  • Enviar mensagens de emergência
  • Auxiliar viajantes
  • Efetuar um teste rápido.

Usuários deste sistema de comunicação devem dar prioridade a chamadas envolvidas com a segurança da vida.

Referências

  1. BRASIL. Resolução nº 365, de 10/05/2004. Anatel.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]