Ð

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Ð, ð (eth, também chamada de edh, ou ðæt) é uma letra usada em inglês antigo,[1] inglês médio (inicialmente),[2] nórdico antigo,[3] islandês,[4][5] feroês[5] e dalecarliano,[6] um grupo de dialetos suecos.

História[editar | editar código-fonte]

O eth nasceu na escrita irlandesa antiga, adicionando uma barra ao ascendente do d. Na forma minúscula, a forma curva da tipografia foi conservada, o que não aconteceu com o d em geral.

Em islandês, geralmente representa a fricativa dental sonora, embora possa representar também a fricativa dental surda [θ] quando antes de um som surdo (como em maðkur, que é pronunciado [ˈmaθkʏr]). Em feroês, não representa nenhum fonema específico, mas pode ter várias pronúncias dependendo da posição, representando sons aproximantes (glides). A pronúncia do eth em dalecarliano é igual à do islandês.

Em inglês antigo, eth e thorn (Þ,þ) eram usados para representar as fricativas interdentais sonoras e surdas, e um podia ser usado no lugar do outro. A letra ð foi usada largamente durante a era Anglo-Saxã, mas caiu em desuso e por volta de 1300 já havia praticamente desaparecido. O thorn sobreviveu por mais tempo, até que foi substituído pelo dígrafo inglês moderno th por volta do ano de 1500.

No Alfabeto fonético internacional, a letra eth é usada para representar a fricativa interdental sonora.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Marsden, Richard (2004). The Cambridge Old English Reader. [S.l.]: Cambridge University Press. p. xxix 
  2. Emerson, O. F. (1915). A Middle English Reader. Nova Iorque: The MacMillan Company. pp. XIX 
  3. Barnes, Michael (2008). A New Introduction To Old Norse. 1 3 ed. Londres: University College London. p. 11 
  4. Þráinsson, Höskuldur (2002). «Icelandic». In: König, Ekkehard; van der Auwera, Johan. The Germanic Languages. [S.l.]: Routledge Language Family Descriptions. pp. 142–152 
  5. a b Harbeck, James (20 de abril de 2016). «How to identify any language at a glance». The Week 
  6. «Alvdalsk ortografi» (PDF). Alvdalen (em sueco). 16 de março de 2005. p. 5. Arquivado do original (PDF) em 13 de janeiro de 2017