Ir para o conteúdo

Afloramento (geologia)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Taça: Afloramento de arenito no Parque Estadual de Vila Velha, Ponta Grossa, Brasil
 Nota: Para o fenômeno oceanográfico, veja Afloramento (oceanografia).

Em geologia, um afloramento é a exposição de uma rocha na superfície da Terra. Pode ser formada naturalmente pela erosão do solo que cobria a rocha, ou pela ação humana, como por exemplo, em cortes de estradas ou em pedreiras.

Afloramento de granito no Parque da Rocha Moutonnée, em Salto, Brasil
Afloramento do Serrote Branco, em Caicó, Brasil

Afloramentos são muito importantes nos estudos geológicos pois permitem a observação direta das rochas e o estudo da geologia local e regional. Além disto, possibilitam a coleta de amostras destas rochas, que podem ser analisadas em laboratórios quanto à sua composição mineralógica e química, idade, conteúdo fossilífero (no caso de rocha sedimentares), e etc.

Afloramento de Siccar Point, Escócia, um dos afloramentos de rocha mais famoso do mundo e que ajudou o pai da Geologia moderna, James Hutton, a definir que a Terra possui uma idade extremamente alta, contrariando o pensamento vigente à época.

Através dos afloramentos, os geólogos podem fazer mapas geológicos de superfície e, assim, conhecer as características das rochas em uma região e sua extensão em área, e auxiliar na pesquisa de recursos minerais, petróleo, na geologia de engenharia e etc.

Tipos de afloramentos rochosos no Brasil

[editar | editar código]

Ao longo do Brasil são reconhecidas 4 áreas rochosas distintas de afloramento rochoso:

  • Afloramentos calcários
  • Campos de altitude
  • Campos rupestres
  • Inselbergues

Cada grupo rochoso possui uma flora distinta, com espécies de plantas específicas que se desenvolvem apenas nesses ambientes. A destruição ou alteração desses afloramentos pode ameaçar essas plantas únicas, tornando a conservação dessas rochas e suas espécies essencial para preservar a biodiversidade e a própria existência dessas plantas na Terra.[1]

Inselbergues

[editar | editar código]
Alto Mourão, municípios de Niterói/Maricá, estado do Rio de Janeiro, Brasil

Entre as quatro áreas rochosas, os inselbergues se destacam, sendo formados principalmente por granito e gnaisse. Essas rochas, que se destacam como elevações monolíticas ou agrupadas isoladas na paisagem, são mais comuns em regiões tropicais, embora ocorram em todo o mundo. Elas criam paisagens únicas e atraem visitantes ao longo do ano, não apenas pela beleza do entorno, mas também pela natureza local.[2] No Brasil, os inselbergues são definidos como formações abaixo de 1000 metros de altitude, enquanto as mais altas são chamadas de campos de altitude. O termo “Pão de Açúcar”, embora seja o nome de um inselbergue famoso no Rio de Janeiro, é também usado para se referir a inselbergues na Região Sudeste do Brasil. Originado do alemão “insel” (ilha) e “berg” (montanha), o termo foi criado pelo geólogo Friedrich Bornhardt em 1900 para descrever montanhas de origem Pré-Cambriana que se destacam do plano circundante, inicialmente observadas nas planícies da Namíbia. Os inselbergues podem ser considerados “ilhas de habitats” ou “ilhas terrestres”, dependendo da escala de análise.[3]

Inselbergues como Ecossistema Azonal e sua Distribuição no Leste Brasileiro

[editar | editar código]

Do ponto de vista ecológico, os inselbergs são definidos como ecossistemas azonais. Sua existência e as condições de vida que suportam são primariamente ditadas pelo substrato geológico e pelas condições edáficas (locais), em vez de serem determinadas pelo clima regional (zonal). Esses relevos funcionam como "ilhas terrestres" ou "paraísos isolados para a flora de terras secas", impondo um conjunto severo de estresses abióticos. As características físicas dominantes incluem a predominância de rocha nua, solos extremamente rasos com baixíssima capacidade de retenção de água e nutrientes, e um microclima rigoroso. A exposição direta à insolação em rochas escuras pode elevar as temperaturas da superfície acima de 60°C, além de submeter a biota a alta radiação UV e a amplas flutuações térmicas diárias.

No Brasil, os inselbergs possuem uma distribuição espacial notável, concentrando-se no Leste do país, predominantemente nos biomas da Mata Atlântica (Região Sudeste) e da Caatinga (Região Nordeste).

Fundamentos Geomorfológicos e Pedológicos: A Gênese do Palco Abiótico

[editar | editar código]
  • Para compreender a distribuição e diferenciação dos inselbergs da Mata Atlântica e da Caatinga, é imperativo primeiro estabelecer a base física comum sobre a qual esses ecossistemas se desenvolvem. Tanto sua formação quanto seus solos associados seguem processos fundamentalmente idênticos.

Gênese Geomorfológica: Intemperismo Diferencial e Dupla Aplanação

[editar | editar código]

A morfologia específica do inselberg exposto depende da estrutura interna da rocha resistente. As formas mais comuns são:

  • Domos: São as formas mais icônicas, caracterizadas por encostas íngremes, convexas e um topo arredondado. Resultam da exposição de rochas maciças, homogêneas e com poucas juntas (fraturas).
  • Pães de Açúcar: Este é um sinônimo terminológico específico, amplamente utilizado no Brasil, para descrever os domos graníticos de baixa altitude (lowland inselbergs) que caracterizam a paisagem do Sudeste, especialmente no bioma Mata Atlântica. Exemplos notórios incluem o Pão de Açúcar, o Corcovado e a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro.
  • Castle Koppies: Em contraste com os domos, são relevos ruiniformes que se assemelham a castelos ou pilhas de blocos. Eles representam um estágio de degradação dos bornhardts, onde o intemperismo subsequente, agindo ao longo de juntas verticais e horizontais, desagrega a estrutura monolítica.

A Gênese Pedológica: O Domínio dos Litossolos

[editar | editar código]

A própria geomorfologia do inselbergs, caracterizadas por encostas íngremes e rocha nua impede a pedogênese generalizada.

Os solos encontrados são tecnicamente classificados como Litossolos (ou Neossolos Litólicos na classificação brasileira; Leptosols na WRB). São solos incipientes, extremamente rasos, com menos de 10 cm de profundidade, e ocorrem de forma descontínua. Sua presença é restrita a micro-habitats específicos:

  • Fendas e Fissuras: Onde sedimentos e matéria orgânica podem se acumular.
  • Depressões: Bacias rasas na superfície da rocha que retêm água temporariamente e acumulam um substrato arenoso.
  • Matas de Monocotiledôneas: Comunidades de plantas, como bromélias, que formam seus próprios "tapetes" de substrato orgânico.

As propriedades físico-químicas desses solos são extremas: possuem textura grosseira (arenosa) e, crucialmente, "baixa retenção de água e nutrientes". Isso significa que, mesmo após a chuva, a drenagem é quase imediata, mantendo o ambiente edaficamente seco. Nas vastas áreas de rocha nua, a superfície é tipicamente coberta por um biofilme de cianobactérias, responsáveis pela coloração acinzentada característica.

O Agrupamento de Inselbergues da Mata Atlântica: O Litobioma predominantemente úmido do Sudeste

[editar | editar código]

O primeiro grande grupo de inselbergs brasileiros ocorre na faixa costeira do Sudeste, onde o macroclima úmido redefine o estresse da "ilha seca".

Os inselbergs da Mata Atlântica estão concentrados no Sudeste do Brasil, notadamente nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e porções de Minas Gerais. Eles estão inseridos na matriz do bioma Mata Atlântica, uma região de clima predominantemente úmido. A distribuição mapeada demonstra essa concentração costeira.

Eles são a feição dominante na paisagem regional dos "mares de morros". A terminologia local os identifica como "Pães de Açúcar", parte da chamada "Sugar Loaf Land" (Terra dos Pães de Açúcar) na região do Rio de Janeiro, e como "Pontões Capixabas" no norte do Espírito Santo.

Embora o substrato pedológico seja inerentemente seco, o estresse hídrico nesses inselbergs é mitigado pelo macroclima zonal. Isso indica que, mesmo no período de estiagem (o "inverno" seco do Sudeste), a precipitação ou a frequente neblina orográfica são suficientes para reabastecer o sistema. A água pode não ser retida pelo solo, mas sua reposição é constante.

O Agrupamento de Inselbergues da Caatinga: O Litobioma Semiárido do Nordeste

[editar | editar código]

Em contraste direto com o grupo da Mata Atlântica, os inselbergs da Caatinga representam um cenário de estresse ambiental agravado.

Este grupo está distribuído pelo interior do Nordeste brasileiro, imerso na matriz do bioma semiárido da Caatinga.2 Eles emergem como "testemunhos" em vastas superfícies de aplainação (pediplanos) que definem o Polígono das Secas. A sua distribuição espacial é mais interiorizada e esparsa em comparação com o grupo costeiro da Mata Atlântica.

Nestes inselbergs, o estresse azonal (Litossolo que não retém água) é severamente agravado pelo estresse zonal (macroclima semiárido). Isso significa que, além da seca sazonal, o fator seletivo extremo é o calor intenso durante esse período seco. A biota enfrenta um "duplo perigo": estresse hídrico edáfico, estresse hídrico macroclimático e estresse térmico extremo.

Afloramento rochoso à beira mar
Vegetação característica de inselbergue
Vegetação em rochas soltas no interior da mata

A vegetação dos inselbergues é composta principalmente por plantas xerofíticas, adaptadas a condições ambientais extremas como flutuações climáticas bruscas desde a alta radiação e elevadas temperaturas diurnas até quedas de temperatura que podem chegar ao congelamento durante a noite. Essas espécies apresentam diversas estratégias de sobrevivência, como tolerância à dessecação, folhas decíduas, caules fotossintetizantes, reservas de água em órgãos suculentos, tanques em bromélias, pseudobulbos em orquídeas e a presença de espinhos ou acúleos. Essas plantas associadas a ecossistemas rochosos, geralmente herbáceas ou subarbustivas, são denominadas rupícolas.[4]

Os inselbergues são naturalmente heterogêneos, originando diversos tipos de micro-habitats:[1][5]

  • Encosta inferior: localizada na base do inselbergue, com solos mais profundos (> 50 cm), ricos em matéria orgânica e acúmulo de serapilheira, sustentando principalmente um estrato arbóreo.
  • Fissuras: áreas do inselbergue caracterizadas por grandes e profundas fissuras transversais na rocha, que favorecem o acúmulo de solos rasos (> 30 cm) e matéria orgânica, sustentando formações arbustivas.
  • Canais: sulcos formados em superfícies rochosas inclinadas, com solos rasos (< 30 cm), onde predominam plantas herbáceas e subarbustos.
  • Topo: a parte mais elevada do inselbergue, com solos relativamente rasos (< 50 cm), sustentando principalmente vegetação arbustiva.
  • Encostas inclinadas lisas: áreas com superfícies relativamente lisas e inclinadas, geralmente recobertas por monocotiledôneas rupícolas, como espécies dos gêneros Barbacenia, Brassavola, Vriesea e Rhipsalis.


Os inselbergues brasileiros estão distribuídos pelos domínios fitogeográficos da Amazônia, Caatinga e Mata Atlântica. Os inselbergues têm sido definidos como mosaicos que devem sua alta diversidade vegetal à acumulação de tipos de vegetação e micro-habitats, cuja composição está estreitamente relacionada às florestas de suas bases.[4]

Os inselbergues da Mata Atlântica apresentam composição florística distinta aos inselbergues da Caatinga. A dissimilaridade florística entre esses ambientes está associada aos padrões particulares de precipitação de cada domínio fitogeográfico assim como à distância e à diversidade das floras que atuam como populações fonte.[4]

Entre as familias mais representativas que ocorrem em ambientes rupícolas de inselbergues destacam-se aquelas pertencentes à classe Lycopodiopsida (licófitas), Lycopodiaceae e Selaginellaceae, e da classe Polypodiopsida (samambaias), as famílias Pteridaceae, Anemiaceae e Schizaeaceae.

A flora dos inselbergues da Caatinga compreende 785 espécies de angiospermas, incluindo dois gêneros endêmicos, Ameroglossum (9 spp.) e Isabelcristinia (1 sp.). Por sua vez, Fabaceae é a família com maior riqueza de espécies nos inselbergues da Caatinga. Embora pareçam um conjunto isolado, os inselbergues da Caatinga compartilham aproximadamente 25,5% das espécies com os inselbergues da Amazônia e da Mata Atlântica.

Na Mata Atlântica, os inselbergues incluem afloramentos monolíticos em forma de cúpula (morfologia de “pão de açúcar”), sendo o mais famoso o Pão de Açúcar, localizado no Rio de Janeiro. Esses inselbergues em forma de cúpula são encontrados nos estados do Espirito Santo, Rio de Janeiro, região nordeste de Minas Gerais e sul da Bahia. A flora dos inselbergues da Mata Atlântica compreende cerca de 1121 espécies de angiospermas, com destaque para as famílias Bromeliaceae e Orchidaceae, que apresentam a maior diversidade e o maior número de espécies endêmicas.[6][7]

A maior parte do conhecimento sobre os inselbergues amazônicos provém de estudos realizados na Colômbia, Guiana Francesa, Suriname e Venezuela. No Brasil, os inselbergues da Amazônia abrigam cerca de 540 espécies de angiospermas, sendo Cyperaceae e Poaceae as famílias com maior número de espécies.[4]

Degradação ambiental

[editar | editar código]

Embora o conhecimento sobre a flora dos inselbergues ainda seja limitado, houve avanços significativos, como o checklist de plantas vasculares apresentado para a Região Sudeste e Bahia. Essas áreas não são prioritárias para conservação e enfrentam intensa destruição devido a atividades humanas, como pastoreio, extração de rochas, coleta de plantas, queimadas, turismo, introdução de espécies exóticas, e outros impactos como pisoteio, descarte de resíduos e vandalismo. A falta de educação ambiental nas Unidades de Conservação agrava o problema, levando à diminuição de plantas endêmicas, raras e ameaçadas. Os inselbergues são importantes para a descoberta de novas espécies e o reencontro com espécies raras, o que reforça a necessidade de sua conservação.[7]

Referências

  1. a b (Porembski, 2007; Scarano, 2014; De Paula et al. 2016; 2024).
  2. (Porembski 2007; De Paula 2016)
  3. (Lima et al., 2009; De Paula et al., 2016; 2024).
  4. a b c d Barbosa-Silva, Rafael Gomes; Andrino, Caroline O.; Azevedo, Luísa; Lucresia, Luísa; Lovo, Juliana; Hiura, Alice L.; Viana, Pedro L.; Giannini, Tereza C.; Zappi, Daniela Cristina (29 de setembro de 2022). «A wide range of South American inselberg floras reveal cohesive biome patterns». Frontiers in Plant Science. ISSN 1664-462X. PMC 9559578Acessível livremente. PMID 36247592. doi:10.3389/fpls.2022.928577. Consultado em 7 de novembro de 2025 
  5. Cordeiro, Joel Maciel Pereira; Souza, Bartolomeu Israel de; Souza, André Fernandes de; Costa, Ayla Izabele da Silva; Xavier, Rafael Albuquerque; Ramos, Uendry da Silva; Souza, José João Lelis Leal de (1 de junho de 2025). «Are these islands isolated? Floristic diversity in inselberg habitats of the Caatinga, Northeastern Brazil». Biodiversity and Conservation (em inglês) (7): 2359–2379. ISSN 1572-9710. doi:10.1007/s10531-025-03065-2. Consultado em 7 de novembro de 2025 
  6. de Paula, Luiza F. A.; Forzza, Rafaela C.; Neri, Andreza V.; Bueno, Marcelo L.; Porembski, Stefan (julho de 2016). «Sugar Loaf Land in south-eastern Brazil: a centre of diversity for mat-forming bromeliads on inselbergs». Botanical Journal of the Linnean Society (em inglês) (3): 459–476. doi:10.1111/boj.12383. Consultado em 7 de novembro de 2025 
  7. a b (Pinheiro, 2014; Fernandes et al., 2020; 2023; De Paula et al., 2016; 2020; 2024; Machado et al., 2022)

Bibliografia

[editar | editar código]
  • BARBOSA, J. M. Riqueza de plantas e diversidade de habitats em matacões. In: MACHADO, G.; PRADO, P. I. K. L. & OLIVEIRA, A. A. (editores). Livro do curso de campo “Ecologia da Mata Atlântica”. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2010. Pp. 1-3.
  • BARBOSA-SILVA, R. G.; ANDRINO, C. O.; AZEVEDO, L.; LUCRESIA, L.; LOVO, J.; HIURA, A. L.; VIANA, P. L.; GIANNINI, T. C.; ZAPPI, D.C. A wide range of South American inselberg floras reveal cohesive biome patterns. Frontiers in Plant Science, 13:928577, 2022.
  • BARROS, A. A. M. Análise florística e estrutural do Parque Estadual da Serra da Tiririca, Niterói e Maricá, RJ, Brasil. 2008. 237 f. Tese (Doutorado em Botânica) – Escola Nacional de Botânica Tropical, Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.
  • BARROS, F. B.; RODRIGUES, R. C.; LOPES, P. C. & CASSANO, C. R. Heterogeneidade ambiental e diversidade de samambaias. In: MACHADO, G.; PRADO, P. I. K. L. & OLIVEIRA, A. A. (editores). Livro do curso de campo “Ecologia da Mata Atlântica”. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2009. Pp. 1-5.
  • Compton, R.C., 1985 – Geology In The Field. John Wiley and Sons, New York, 398p.
  • COUTO, D. R.; DAN, M. L.; AGUIAR, W. M.; BRAGA, J. M. A.; NASCIMENTO, M. T. Floristic composition, structure and species-area relationships on a neotropical inselberg in southeastern Brazil. Rodriguésia, v. 72, p. 1-12, 2021.
  • CORDEIRO, J. M. P.; SOUZA, B. I. de; SOUZA, A. F. de; COSTA, A. I. da S.; XAVIER, R. A.; RAMOS, U. da S.; SOUZA, J. J. L. de. Are these islands isolated? Floristic diversity in inselberg habitats of the Caatinga, Northeastern Brazil. Biodiversity and Conservation, v. 34, p. 2359–2479, 2025. DOI: 10.1007/s10531-025-03065-2.
  • DE PAULA, L. F. A.; AZEVEDO, L. O.; MAUAD, L. P.; CARDOSO, L. J. T.; BRAGA, J. M. A.; KOLLMANN, L. J. C.; FRAGA, C. N., MENINI NETO, L.; LABIAK, P. H.; MELLO-SILVA, R.; POREMBSKI, S. & FORZZA, R. C. Sugar loaf Land in south-eastern Brazil: a tropical hotspot of lowland inselberg plant diversity. Biodiversity Data Journal, v. 8, p. 1–26, 2020.
  • DE PAULA, L. F. A.; POREMBSKI, S.; AZEVEDO, L. O.; STEHMANN, J. R.; MAUAD, L. P.; FORZZA, R. C. Pães de Açúcar: refúgios de alta biodiversidade na Mata Atlântica. Ciência Hoje, v. 57, p. 23–29, 2016.
  • DUTRA JUNIOR, D. L. S. Araceae Juss. da Serra da Tiririca, Niterói e Maricá, estado do Rio de Janeiro, Brasil. 2021. 172 f. Monografia (Licenciatura em Ciências Biológicas) – Faculdade de Formação de Professores, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, São Gonçalo, 2021.
  • DUTRA JUNIOR, D. L. S. Araceae do município de Maricá, estado do Rio de Janeiro, Brasil. 2024. 207 f. Dissertação (Mestrado em Botânica) – Escola Nacional de Botânica Tropical, Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.
  • FERNANDES, T.; FARIA, J. E. Q.; PROENÇA, C. E. B.; BRAGA, J. M. A. Filling a knowledge gap of two centuries: rediscovery of Eugenia subamplexicaulis (Myrtaceae) with notes on its morphology, distribution and conservation. Phytotaxa, v. 428, p. 139–145, 2020.
  • FERNANDES, T.; MACHADO, D. N. S.; SOUZA, M. C.; BÜNGER, M.; BARROS, A. A. M.; PRIETO, P. V.; BRAGA, J. M. A. Two new species of Eugenia (Myrtaceae) from the Brazilian Atlantic Forest. Kew Bulletin, v. 78, n. 1, p. 95-105, 2023.
  • KRUPEK, R. A. Relação entre área de superfície do substrato e abundância de duas algas verdes filamentosas em um riacho da região Centro-Sul do Estado do Paraná. Estudos de Biologia - PUCPR, n. 29, p. 291-296, 2007.
  • LIMA, G. M. P.; FARIAS, F. F.; BARBOSA, J. S. F.; GOMES, L. C. C. Inselbergues: ilhas terrestres. 1ª ed. Salvador: EDUFBA, 2009. 123 p.
  • MACHADO, D. N. S.; BARROS, A. A. M. & ARAUJO, D. S. D. Composição florística do inselbergue Morro das Andorinhas, município de Niterói, estado do Rio de Janeiro, Brasil. Pesquisas Botânica, n. 76, p. 33-72, 2022.
  • MACHADO, D. N. S.; BARROS, A. A. M. & RIBAS, L. A. Exotic plants in a rocky outcrop area in the municipality of Niterói, Rio de Janeiro state, Brazil. Journal of Coastal Conservation, v. 24, p. 1–13, 2020.
  • MACHADO, D.N.S.; NASCIMENTO, M.T.; BARROS, A.A.M.; SARTORI, R.A.; BOHRER, C.B.A.; PENNINGTON, R.T. & LIMA, H.C. Leguminosae tree species diversity in coastal forests of Rio de Janeiro, Brazil. Biota Neotropica, v. 21, n. 3, p. 1-17, 2021.
  • Maltman, A. (1998) - Geological Maps, John Wiley & Sons, (2nd Edit.), 260p.
  • MARTINELLI, G. Biodiversidade de montanhas no Brasil. Revista Brasileira de Botânica, v. 30, n. 4, p. 587–597, 2007.
  • MEIRELLES, S. T.; PIVELLO, V. R.; JOLY, C. A. The vegetation of granite rock outcrops in Rio de Janeiro, Brazil, and the need for its protection. Environmental Conservation, v. 26, n. 1, p. 10-20, 1999.
  • MORTARA, S. Riqueza de samambaias epífitas e terrestres em matacões de diferentes alturas. In: MACHADO, G.; PRADO, P. I. K. L. & OLIVEIRA, A. A. (editores). Livro do curso de campo “Ecologia da Mata Atlântica”. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2012. Pp. 1-4.
  • NEVES, D. M.; DEXTER, K. G.; PENNINGTON, R. T.; VALENTE, A. S. M.; BUENO, M. L.; EISENLOHR, P. V.; FONTES, M. A.; MIRANDA, P. L. S.; MOREIRA, S. N.; REZENDE, V. L.; SAITER, F. Z. & OLIVEIRA‐FILHO, A. T. Dissecting a biodiversity hotspot: The importance of environmentally marginal habitats in the Atlantic Forest Domain of South America. Diversity and Distributions, v. 23, p. 1–12, 2017.
  • PINHEIRO, F. Inselbergues: berçários de novas espécies botânicas. Pesquisa, FAPESP, edição 218, 2014. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/bercario-de-novas-especies-botanicas/.Acesso em: 30 ago. 2024.
  • POREMBSKI, S.; BARTHLOTT, W. Inselbergs: biotic diversity of isolated rock outcrops in tropical and temperate regions. Berlin: Springer Science & Business Media, 2000. 524 p.
  • POREMBSKI, S.; MARTINELLI, G.; OHLEMÜLLER, R. & BARTHLOTT, W. Diversity and ecology of saxicolous vegetation mats on inselbergs in Brazilian Atlantic forest. Diversity and Distributions, v. 4, p. 107–119, 1998.
  • POREMBSKI, S.  Tropical inselbergs: habitat types, adaptative strategies and diversity patterns. Revista Brasileira de Botânica, v. 30, n. 4, p. 579-586, 2007.
  • SCARANO, F. R. Mata Atlântica: uma história de futuro. Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2014.  272 p.
  • SILVA, J. B. Panorama sobre a vegetação em afloramentos rochosos do Brasil. Oecologia Australis, v. 20, p. 451–463, 2016.

Ligações externas

[editar | editar código]
Ícone de esboço Este artigo sobre Geologia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.