Andrew Greeley

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O reverendo padre Andrew M. Greeley (Oak Park, Illinois, 5 de fevereiro de 1928 - Chicago, 29 de maio de 2013,[1] filho de Andrew e Grace Greeley) foi um padre católico romano, irlandês-americano, sociólogo, jornalista e autor best-seller. Padre Greeley foi professor de Sociologia na Universidade do Arizona, nos Estador Unidos e era um pesquisador associado ao National Opinion Research Center (NORC) na Universidade de Chicago. Ele escrevia uma Coluna semanal para o Chicago Sun-Times e contribuiu regularmente com o The New York Times, o National Catholic Reporter, o America, e o Commonweal.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Depois de estudar na Archbishop Quigley Preparatory Seminary ( Seminário Preparatório Arcebispo Quingley) em Chicago, ele frequentou o St. Mary of the Lake Seminary em Chicago, em 1950, recebendo um diploma de bacharel em Teologia em 1952. De 1954 à 1964, ele serviu como um assistente de pastor em Chicago, tempo no qual estudou sociologia na Universidade de Chicago. Recebeu um diploma em artes em 1961 e depois um PHD em 1962. Sua dissertação para o doutorado tratava da influência da religião nos planos de carreira dos graduandos de 1961 da universidade.

Greeley lecionou como professor de Sociologia na Universidade do Arizona, na Universidade de Illinois em Chicago e na Universidade de Chicago. Suas obras de ficção muitas vezes lidam com romances, inclusive contendo detalhes de acontecimentos sexuais, escritos ocasionalmente sob uma ótica subjacente à do teólogo David Tracy, na qual ele diz que o amor humano serve como uma metáfora para o amor de Deus por toda a humanidade.

Seus escritos revelam uma forte ligação com a cultura irlandesa. De fato, algumas vezes, Greegley ilustra que os descendentes de irlandeses em outros países são "mais irlandeses que os próprios irlandeses". Grande parte de seus personagens tendem a ser irlandeses-americanos católicos de Chicago. Um exemplo disso é John Blackwood "Blackie" Ryan, um investigador do clero (primeiro padre, depois auxiliar de bispo e depois arcebispo de Chicago) que aparentemente é o alter ego do autor. Assim como o Padre Kevin Brennan, do livro Os Pecados Cardeais, o qual é irlandês americano, padre e sociólogo.

O primeiro trabalho de ficção de Andrew a se tornar um sucesso comercial foi Os pecador Cardeais ( The Cardinal Sins), de 1981. Então lançou a Trilogia Passover: Thy Brother's Wife (1982), Ascent into Hell (1983) e Lord of the Dance (1984). Depois disso, escreveu no mínimo dois romances por ano. Em 1987, produziu quatro romances e duas não ficções.

Com os escândalos de abuso sexual na Igreja Católica, Greeley escreveu The Priestly Sins (2004), um romance sobre um jovem padre que é exilado para um asilo de loucos e depois para uma vida acadêmica porque denunciou abusos sexuais dentro da Igreja. Seu livro The Making of Pope (2005) foi entendido como uma continuação de The making of the Popes (1987). Politicamente foi um crítico veemente de George W. Busch, sua administração e a Guerra do Iraque, suportando também os direitos dos imigrantes. Escreveu um livro intitulado A Stupid, Unjust, and Criminal War: Iraq 2001–2007 (2007)

Acidente e morte[editar | editar código-fonte]

Greeley sofreu fraturas no crânio quando de uma queda em 2008. Sua roupa ficou presa na porta de um táxi quando ele saía. Ele foi hospitalizado em estado grave.[2] Sua saúde permaneceu debilitada pelo resto de sua vida, até que morreu em 29 de maio de 2013, em sua casa em Chicago, com 85 anos.[3]

Referências

  1. «Funeral, wake set for Fr. Andrew Greeley». Chicago Tribune. 1 de junho de 2013. Consultado em 1 de junho de 2013. 
  2. Owen, Mary (November 9, 2008). «Greeley in critical condition after fall». Chicago Tribune [S.l.: s.n.] 
  3. Steinfels, Peter (May 30, 2013). «Andrew M. Greeley, outspoken priest, dies at 85». New York Times [S.l.: s.n.]