António Lopes de Gusmão Mexia Lobo

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António Lopes de Gusmão Mexia Lobo, Lopes de Gusmão Lobo ou apenas Lopes de Gusmão (Alter do Chão, Alter do Chão, 12 de Setembro/Novembro de 1820 - Alter do Chão, Alter do Chão, 7 de Maio/Junho de 1873), 2.º Barão de Brissos, foi um empresário agrícola português.

Família[editar | editar código-fonte]

Único filho varão de Gaspar Lopes de Gusmão (Alter do Chão, Alter do Chão, 6 de Novembro de 1758 - Alter do Chão, Alter do Chão, 13 de Outubro de 1832/8), Cavaleiro da Ordem de Cristo, Estribeiro-Menor de Sua Real Majestade e Superintendente das Reais Manadas, casado primeira vez com Isabel Ramalho, de Olivença, com geração feminina, e de sua segunda mulher Maria Fortunata Centeno Mexia Lobo Corte-Real (Arraiolos, Arraiolos -?).[1][2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Grande Proprietário em Alter do Chão, etc.[1]

D. Luís I de Portugal, por Decreto e Carta Régia de 20 de Abril de 1864, concedeu-lhe o título, em sua vida, de 2.º Barão de Brissos. Usou por Armas: escudo esquartelado, no 1.º de Gusmão, no 2.º Lobo, no 3.º Mexia e no 4.º Corte-Real; timbre: de Gusmão; Coroa de Barão.[1][2]

Casamento e descendência[editar | editar código-fonte]

Casou a 8 de Outubro de 1850 com Ana Luísa Caldeira de Castel-Branco Xavier Limpo Vieira ou Caldeira de Castel-Branco Bocarro Limpo (17 de Agosto de 1801 - Alter do Chão, Alter do Chão, 21 de Setembro de 1882), filha de Pedro Celestino Caldeira de Castel-Branco (Portalegre, , bap. 6 de Fevereiro de 1757 - Portalegre, 1820) e de sua mulher (Portalegre, Sé, 14 de Novembro de 1784) Maria Ana/Mariana Xavier Ravasco Limpo de Sequeira de Abreu Caldeira Bocarro ou Ravasco Limpo Caldeira de Abreu Bocarro (? - Portalegre), Herdeira da Casa dos de Abreu Bocarro, do Crato, e viúva de Joaquim António da Fonseca ou António Joaquim de Carvalho da Fonseca e Vasconcelos (Portalegre, São Lourenço - 1823), Capitão-Mor de Portalegre e Senhor da Herdade do Desvario, etc., filho de Joaquim António da Fonseca e de sua mulher Teresa Joaquina Antónia de Carvalho e Vasconcelos (casados em Portalegre, Sé, 26 de Maio de 1816, e pais de Teresa de Carvalho Caldeira de Castel-Branco, solteira e sem geração), sem geração, a qual casou terceira vez com o 2.º Barão de Brissos.[1][3]

Teve, presumivelmente de Rosália Maria de Paiva, natural de Nisa, filha de Lino José de Paiva e de sua mulher Maria José, duas filhas naturais, também beneficiadas no seu Testamento[4]:

  • Maria Rosa de Gusmão (Fronteira, Fronteira, 1 de Outubro de 1865, bap. 4 de Novembro de 1865 -?), solteira e sem geração
  • Rosa Maria de Gusmão (Crato, Flor da Rosa, 22 de Maio de 1869, bap. 27 de Maio de 1869 - Lisboa), casada em Lisboa, Santa Isabel, a 10 de Março de 1888 com Francisco de Magalhães Dominguez (Lisboa, Santa Isabel, 10 de Maio de 1863 - Lisboa, 2 de Janeiro de 1938), filho de Constantino José Dominguez (bap. Valença do Minho, Cerdal, 1835 - Lisboa, Santa Isabel, 12 de Fevereiro de 1900) e de sua mulher (Lisboa, Santa Isabel, 16 de Novembro de 1862) Bernarda Delfina Teixeira de Magalhães (Baião, Ancede, Porto Manso, 1836 - Lisboa, Santa Isabel, 24 de Novembro de 1883), com geração

Referências

  1. a b c d "Nobreza de Portugal e do Brasil", Direcção de Afonso Eduardo Martins Zúquete, Editorial Enciclopédia, 2.ª Edição, Lisboa, 1989, Volume Segundo, p. 450
  2. a b "Anuário da Nobreza de Portugal - 1985", Direção de Manuel de Mello Corrêa, Instituto Português de Heráldica, 1.ª Edição, Lisboa, 1985, Tomo II, p. 1.144
  3. "Livro Genealógico das Famílias desta Cidade de Portalegre de Manuel da Costa Juzarte de Brito", Nuno Gonçalo Pereira Borrego e Gonçalo Manuel de Mello Gonçalves Guimarães, 1.ª Edição, Lisboa, 2002, p. 422
  4. "Anuário da Nobreza de Portugal - 1985", Direção de Manuel de Mello Corrêa, Instituto Português de Heráldica, 1.ª Edição, Lisboa, 1985, Tomo II, pp. 1.144 e 1.145