Arquitetura maia

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A arquitetura da civilização maia abarca vários milênios; ainda assim, mais dramática e facilmente reconhecíveis como maias são as fantásticas pirâmides escalonadas do final do período pré-clássico em diante. Durante este período da cultura maia, os centros de poder religioso, comercial e burocrático cresceram para se tornarem incríveis cidades como Chichén Itzá, Tikal e Uxmal. Devido às suas muitas semelhanças assim como diferenças estilísticas, os restos da arquitetura maia são uma chave importante para o entendimento da evolução de sua antiga civilização.

Enquanto os maias ocuparam o norte da península de Yucatán construindo várias cidades-santuários, os astecas estabeleceram-se nas ilhotas do lago Texcoco, edificando a capital do seu império: México-Tenochtitlán. Os maias eram mais desenvolvidos cientificamente, na escrita hieroglífica e na astronomia e matemática.

Padrões[editar | editar código-fonte]

As construções de ambas as civilizações, principalmente sob a forma de templos demonstram sofisticadas e ainda desconhecidas técnicas, gerando diversas interpretações e teorias para explicar e justificar sua viabilidade fora do comum. Os templos maias, principalmente os do período clássico demonstram influência dos toltecas, sendo que estes últimos sincronicamente absorveram os conhecimentos dos maias e astecas em outras áreas.

Os templos astecas e maias eram sempre retangulares e escalonados, gerando pirâmides coroadas por uma plataforma, onde supõe-se que sejam locais de sacrifício. Os baixo-relevos representavam frequentemente suas divindades antropomórficas, em todas as construções.

Imagens[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Hansen, Richard D., Continuity and Disjunction:The Pre-Classic Antecedents of Classic Maya Architecture. University of California, Los Angeles[1]
  • Houston, Stephen D. (ed.), Function and Meaning in Classic Maya Architecture. Dumbarton Oaks 1998.
  • Martin, Simon, and Mary Miller, Courtly Art of the Ancient Maya. New York: Thames & Hudson, 2004.
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