Casa Fernando Pessoa

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Casa Fernando Pessoa
Inauguração 30 de novembro de 1993 (24 anos)
Diretor Clara Riso
Website casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=2233
Geografia
País  Portugal
Cidade Lisboa
Localidade Rua Coelho da Rocha n.º 16, Campo de Ourique

A Casa Fernando Pessoa é um espaço cultural inaugurado a 30 de Novembro de 1993, criado em homenagem ao poeta, e concebido como "casa de poesia". Situa-se em Campo de Ourique, no prédio em que Fernando Pessoa viveu, entre 1920 e 1935, sendo a sua última morada.

O edifício, adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa, foi totalmente remodelado para instalar a primeira "casa de poesia" em Portugal. A fachada original foi mantida, sendo o restante adaptando à nova funcionalidade. Designers portugueses, foram convidados a criar o mobiliário da casa. O único espaço preservado na sua originalidade é o quarto que foi ocupado pelo poeta.

A Casa Fernando Pessoa é um espaço cultural polivalente, assumindo diversas vertentes tais como casa da poesia, biblioteca especializada em poesia, espaços para exposições temporárias e para conferências, actividades culturais, sessões de leitura de poesia, encontros de poetas, conferências temáticas, oficinas, performance musicais, etc.

É também o espaço de preservação dos objectos e móveis que pertenceram ao poeta bem como da biblioteca de poesia nacional e estrangeira, sobretudo e de relevo, o espólio literário pessoal do poeta.

A actividade da Casa estende-se ainda à Edição. Destaca-se a publicação da Revista Pessoa - revista de ensaio que excede os compartimentos da indagação literária.

"A Casa Fernando Pessoa é um espaço aberto a todos quantos aí queiram visitar, ouvir, ler, criar e, mais que tudo, sentir."

História[editar | editar código-fonte]

Fernando Pessoa passou a residir na Rua Coelho da Rocha n.º16, 1º Direito, a partir de 1920, aquando do regresso definitivo da mãe e dos irmãos da África do Sul. É o espaço do reencontro com a mãe tão longamente ausente. Aí, após a morte da mãe (1925), viverá de novo só, com a dolorosa sensação de haver falhado tudo na vida e de que viver é não conseguir.[1]

Referências

  1. Revista Municipal da Câmara Municipal de Lisboa n.º12, 2.º Trimestre de 1985.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]