Discussão:Cavalo

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Cavalos[editar código-fonte]

Em Tróia, um cavalo bastou para pôr um fim a longa guerra – mas deu origem à expressão “presente de grego”, que imortalizou este povo como sendo autor do maior símbolo da falácia, da astúcia ardilosa...

Nos tempos em que as cavalarias dos exércitos cavalgavam as bestas, o animal era preparado para enfrentar as maiores dificuldades, sob fogo inimigo, para não refugar. Treinados para vencer a qualquer custo, mesmo o da vida, levavam garbosos guerreiros, montados em seu dorso, a espada em punho desferindo golpes no entorno. Mas a acepção atual para o “cavalo de batalha” é o motivo, mesmo aparentemente insignificante, que se usa para “ir à luta”...

Abrir o cavalo”, nalguns lugares do Brasil, significa uma ordem para que outrem retire o que disse. Desdiga.

Cair do cavalo” designa uma decepção. Um desgosto. Algo que engendra a mágoa, enfim.

Tirar o cavalo da chuva” pode ser traduzido como um convite à desistência de algo.

Por “cavalo” entendemos o ser humano sem modos, grosseiro, um ferrabrás...

No candomblé, o “cavalo” é o médium. É aquele em quem o Espírito “monta” para manifestar-se...

Finalizando este rol de conceitos metafóricos consagrados, a força do cavalo é uma medida de potência. Em inglês, Horse Power, ou simplesmente HP.

Não somos cavalos. Não estamos em guerra contra os troianos. Não estamos seguindo para uma batalha, nem podemos fazê-las de “nonadas” (no dizer do Guimarães Rosa).

Devemos cuidar do que falamos, para não sermos obrigados a nos desdizer. Mas, se isto vier a ocorrer, ter forças para vencer o orgulho que nos agrilhoa, muitas vezes e, num exercício de humildade, seguir adiante. E nunca, mas nunca, “cair do cavalo” – pois somente se decepciona aquele que criou expectativas além das reais...

Devemos nos reconhecer não como intermediários de “algo maior” ou além – somos arautos de nós mesmos. Não precisamos fingir, não precisamos fugir. Tampouco estamos a medir nossas “potências”, porque fazemos parte de um único esforço – o da potencialidade humana!

Mesmo aqueles que não acreditam, as palavras de Jesus encerram lições – tal como Gandhi admitiu certa feita – e Ele nos lecionou algo interessante: uns são os que aram a terra; outros, os que semeiam; outros ainda, os que colhem.

Aqui, na Terra inteira, uns estão ainda arranhando o solo. Outros, abrindo as valas. Alguns, ajuntam sementes. Outros as distribuem pelo solo. Pessoas existem que cuidam de plantas e, finalmente, terceiros colhem.

Na Enciclopédia Larousse do Século XIX, em seu frontispício, tínhamos o slogan: Nós semeamos ao vento...

O acaso, simbolizado por Éolo, se encarregava de levar a todos os cantos as sementes. Nem todas cairão em solo fértil – isto Jesus também falou. Mas, para o enciclopedista, não lhe cabe saber bem o destino.

A seara parece infindável. Os obstáculos, idem. Entretanto, temos de haurir nossas forças numa única certeza: não somos, em hipótese alguma, instrumento de algo ruim.

Somos corcéis livres a correr pelas campinas. Mais, somos pégasos, voando pelos ares. Seguimos o vento! O mesmo vento onde semeamos.

Então, neste dia, vamos vencer a nós mesmos – o cavalinho que dormita em nós – e deixar que a metamorfose se opere, criando asas, vencendo o grande inimigo, que está dentro da gente mesmo.

E vamos voar!

André Koehne 07:07, 5 Abril 2006 (UTC)

Gostei de "correr por Campinas". Alegre É a minha cidade, heheh! Lipe Vai Brasil! Rumo ao Hexa! ҉ 19:16, 8 Junho 2006 (UTC)


Ruminante[editar código-fonte]

Afinal, cavalos são ruminantes ? Perguntei a algumas fontes, e elas se contradizem. Fiquei na dúvida se tiro-o de Ruminante. Onjackmsg 17h40min de 18 de agosto de 2010 (UTC)