Discussão:Dia dos Namorados

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O Dias dos namorados e o festival romano Lupercalia[editar código-fonte]

"Em 494, o Papa Gelásio I proibiu e condenou oficialmente a festa pagã Lupercalia. Numa tentativa de cristianizá-la, substituiu-a pelo 14 de Fevereiro, dia dedicado a São Valentim (hoje, conhecido como o Dia dos namorados)". ver em Lupercalia.

Curiosamente, o mesmo papa também teria proibido o consumo de lingüiça devido a sua associação ao paganismo (muito apreciada durante este e outras ocasiões festivas), uma proibição que continuaria vigente por muito tempo e, conseqüentemente, levaria o seu consumo ilícito underground, longe dos olhos controladores das autoridades cristãs.

Bepp (discussão) 08h29min de 29 de Dezembro de 2008 (UTC)


São Valentim e Santo Antonio não são a mesma pessoa.

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, por ser véspera do dia do Santo Antonio. O santo português ficou conhecido como santo casamenteiro provavelmente em decorrência de suas campanhas favoráveis à família, que era combatida pelo Catarismo (movimento cristão iniciado no sul da França e no norte da Itália no século XI até meados do século XIV, considerado pela Igreja Católica uma perigosa heresia). Mesmo com o casamento em baixa na Idade Média, eram gerados filhos que o Catarismo condenava por acreditar que o mundo era impuro, mau e corrupto. Seus seguidores procuravam viver castos, puros e isolados do mundo, negando a validação do casamento.

Santo Antonio entrou definitivamente para o folclore brasileiro como o santo casamenteiro, preferido entre solteiros em busca de parceiro, e protetor dos namorados. Há muitas orações e simpatias criadas pelos devotos e principalmente pelos namorados de todo o Brasil. Dentre as várias orações dedicadas a Santo Antonio, destaca-se a seguinte:


Olha, realmente é um absurdo travarem a página e não darem a devida ênfase para a data COMERCIAL brasileira. O texto está mal escrito, dando a entender que Dia dos Namorados no Brasil e São Valentim são a mesma coisa, quando não são.

Tem um problema quando se aponta a estatística de que 85% dos responsáveis pela troca de presentes são mulheres. Para citar números, é preciso ter uma fonte, e de fonte fidedigna.--BrMelkor (discussão) 02h14min de 12 de junho de 2012 (UTC)

Concordo com o os colegas de cima. Travarem uma página para não ter contribuição externa é o cúmulo. Outra coisa, não há base nem fonte para dizer que as mulheres consomem 85% dos presentes, até porque este termo é muito genérico/superficial/subjetivo. Pode ser um cartão lembrança de R$1,00 ou um carro esporte de R$100.000,00. Lamentável.