Ernestina de Champourcín

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Ernestina de Champourcín Morán de Loredo (Vitoria-Gasteiz, 10 de julho de 1905Madrid, 27 de março de 1999) foi uma poeta espanhola pertencente à Geração de 27.

Nasceu dentro de um família católica de origem remota na França e no Uruguai. Ainda quando era muito jovem mudou-se com a família para Madri; ali desde os dez anos de idade estudou no Colégio do Sagrado Coração. Foi preparada por professores particulares e prestou exame de livre licenciatura e bacharelato no Instituto Cardeal Cisneros. Os seus pais não lhe permitiram estudar na universidade.

De caráter sonhador e criativo, desde muito jovem escreveu poesia em francês - desde pequena aprendeu a falar e a escrever muito bem o francês e o ingles - que ela mesmo destruiu ao resolver-se seriamente numa vocação literária.

Seus primeiros livros a dão a conhecer em Madri: En silencio (1926), Ahora (1928), La voz en el viento (1931), Cántico inútil (1936). Nestes livros evoluiu desde um Modernismo inicial à sombra de Juan Ramón Jiménez a uma poesia mais pessoal onde domina o tema do amor envolto numa rica sensualidade. Gerardo Diego a selecionou para a sua Antología de 1934.

Encontra-se colaboração da sua autoria na revista Contemporânea[1] (1915-1926).

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

  • En silencio (1926)
  • Ahora (1928)
  • La voz en el tiempo (1931)
  • En silencio (1926)
  • Ahora (1928)
  • La voz en el tiempo (1931)
  • Cántico inútil (1936)
  • Poemas del ser y del estar (1972)
  • Huyeron todas las islas (1988)
  • Del vacío y sus dones (1993)
  • Epistolario (1927-1995) (2007). Rosa Fernández Urtasun. ISBN 978-84-9740-235-4.
  • Poesía esencial (2008). Banco Santander. Obra Fundamental. ISBN 978-89913-90-5.
  • Poesía a través del tiempo. Jose Angel Ascunce. Barcelona: Anthropos, Memoria Rota. Exilios y Heterodoxias, (1991).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Acillona, Mercedes, “Poesía mística y oracional en Ernestina de Champourcin”, Letras de Deusto, 48 (1991).
  • Ascunce, José Ángel, ed. y prólogo, Ernestina de Champourcin, Poesía a través del tiempo, Barcelona: Anthropos, Memoria Rota. Exilios y Heterodoxias, (1991).
  • Checa, Edith, “Entrevista. Ernestina de Champourcin olvidada entre los equívocos linderos de la Generación del 27”, Espéculo, 9 (1998).
  • Ciplijauskaite, Birute, “Escribir entre dos exilios: las voces femeninas de la Generación del 27”, en Homenaje al Profesor Antonio Vilanova, II, eds. A. Sotelo Vázquez y M. C.
  • Comella, Beatriz, Ernestina de Champourcin, del exilio a Dios, Rialp, Madrid (2002), ISBN 84-321-3422-8
  • Cuesta Tudela, Dolores, “Una lectura de la obra poética de Ernestina de Champourcin en el exilio: de Presencia a oscuras a Poemas del ser y del estar”, en L’exili cultural de 1939, II, Valencia (2001).
  • Fernández Urtasun, Rosa y Ascunce, José Ángel (eds.), Ernestina de Champourcin: mujer y cultura en el siglo XX, Biblioteca Nueva, Madrid (2006), ISBN 84-9742-601-0
  • Jiménez Faro, Luzmaría, “Ernestina de Champourcin: un camino hacia la luz”, Ínsula 557.
  • Lacarra Lanz, Eukene, Estrategias discursivas y el yo agenérico en la poesía religiosa de Ernestina de Champourcin, Universidad del País Vasco.
  • Mabrey, María Cristina C., Ernestina de Champourcin, poeta de la Generación del 27 en la oculta senda de la tradición poética femenina, Ediciones Torremozas, 413 pp., Madrid (2007), ISBN 978-84-7839-396-1
  • Milán Malo, Gabriela, “Ernestina de Champourcin, poetisa de la Generación del 27”, Istmo (1999), México D.F.
  • Miró, Emilio, “Carmen Conde y Ernestina de Champourcin”, Insula 390 (1979).
  • Mujeres del 27, Madrid, Ínsula, 557, 1993.
  • Perlado, José Julio, “Entrevista a Ernestina de Champourcin en 1986”, Espéculo, 8 , Madrid, 1998.
  • Sanz Hermida, Rosa, El silencio creador de Ernestina de Champourcin, Tesis doctoral, Universidad de Oviedo, 1991.
  • Siles, Jaime, "Ernestina de Champourcin casi desdibujada", en Poesía esencial, Madrid, Fundación BSCH, 2008, pp. LXIV. Madrid (2008), ISBN 978-84-89913-90-5.
  • Villar, Arturo del, “Ernestina de Champourcin”, La Estafeta Literaria, 556 (1975).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências


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