Fixação oral

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Fixação oral, fase oral,[1] ou ainda estágio oral[2] na psicanálise de Freud é o primeiro estágio de desenvolvimento psicossexual do bebê, onde a boca é sua primeira zona erógena. A fase oral é caracterizada pela urgência das necessidades, extrema dependência, nenhuma consideração pelos outros e baixa tolerância à frustração e à ansiedade de separação.[1]

Conceito[editar | editar código-fonte]

Enquanto o crescimento físico ocorre de maneira constante, o crescimento psicológico não ocorre sem momentos de estresse e ansiedade. Quando um momento de mudança se aproxima e começa a produzir ansiedade, o ego pode recorrer à estratégia de permanecer no estágio de desenvolvimento presente. Essa defesa é denominada por "Fixação".

Assim, a fixação é o apego permanente da libido a um estágio inicial e mais primitivo de desenvolvimento.[3]

Referências

  1. a b Jerald Kay; Allan Tasman; Jeffrey A. Lieberman (2002). Psiquiatria. Editora Manole. p. 49. ISBN 978-85-204-1165-0.
  2. Calvin S. Hall; Gardner Lindzey; John B.Campbell (2000). Teorias da personalidade - 4ed. Artmed. p. 65. ISBN 978-85-363-0789-3.
  3. Jess Feist; Gregory J. Feist (2008). Teorias da Personalidade - 6.ed.. p. 36. ISBN 978-85-8055-000-9.
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