Francisco de Paula Dutra Faria

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Francisco de Paula Dutra Faria (Angra do Heroísmo, 22 de Março de 1910Lisboa, 6 de Julho de 1978) foi um influente jornalista ligado ao integralismo lusitano e ao Estado Novo,[1] que se destacou como director da ANI e como comentador televisivo durante os anos finais da Segunda República Portuguesa. Publicou também algumas obras de ficção.[2][3]

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

Para além das colaborações dispersas pelos diveros periódicos em que trabalhou ou com os quais colaborou, é autor das seguintes obras:

  • Ao acaso, 1928;
  • Carta ao Director do Diário da Manhã, 1932;
  • Unidade da Juventude", 1935;
  • Roda do Tempo, 1936;
  • De Marinetti aos dimensionistas, 1936;
  • Diário dum intelectual comunista, esboço dum romance, 1936;
  • Navegação de paz e de glória, 1945;
  • S. Francisco e o problema da paz, 1945;
  • O mistério da serra interdita (romance de aventuras publicado sob o pseudónimo de Patrick Al Cane), 1945;
  • Debate inoportuno, 1962;
  • Portugal do Capricórnio, 1965;
  • Mientras sopran los vientos de la História (em espanhol), 1968.

Referências