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Gênio (mitologia romana)

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Gênio de bronze do século I (Museu Arqueológico de Espanha, Madrid)

Na mitologia romana, cada homem tinha um gênio (português brasileiro) ou génio (português europeu) e cada mulher uma juno (que também era o nome da rainha dos deuses).[1][2]

Originalmente, o gênio/juno eram ancestrais que zelavam por seus descendentes. Com o passar do tempo, eles se transformaram em espíritos guardiães pessoais, concedendo intelecto e grande talento. Sacrifícios eram feitos para o gênio/juno de cada pessoa, na data do aniversário dela.

A juno era venerada sob muitos títulos:

  • Iugalis - protegia o matrimônio
  • Matronalis - protegia as mulheres casadas
  • Pronuba - protegia as noivas
  • Virginalis - protegia a virgindade

Em acréscimo a cada gênio/juno individual, regiões, famílias, domésticos e cidades tinham gênios. O gênio do povo romano era um jovem alado, nu. Os genii dedicados a lugares eram usualmente representados como serpentes.

Referências

  1. ↑ Lewis, Charlton T.; Short, Charles (2009). «genius». A Latin Dictionary (em inglês). Meford, MA: Perseus Digital Library, Tufts University. Consultado em 1 de julho de 2009
  2. ↑ Fox, William Sherwood (1916). Louis Herbert Gray; George Foot Moore, eds. The Mythology of All Races (em inglês). I Greek and Roman. Boston: Marshall Jones Company. p. 291. ISBN 0-8154-0073-X

Ver também

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