João Maria Ferreira do Amaral

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João Maria Ferreira do Amaral (óleo de Duarte Pimentel.

João Maria Ferreira do Amaral (Lisboa, 14 de Fevereiro de 1876 - Lisboa, 11 de Março de 1931) foi um oficial do exército português, comandante da Polícia Cívica de Lisboa, (a antecessora da Polícia de Segurança Pública), de 1923 até à sua morte.

Participou, como voluntário, na expedição de pacificação sob o comando do General Pereira d'Eça no sul de Angola, em 1915. No ano seguinte, estando de licença em Portugal, foi nomeado Comandante do Batalhão de Infantaria 15, que seguiu para a frente da Flandres, integrado no Corpo Expedicionário Português.

Regressou de França depois da Primeira Grande Guerra, e seguiu para Angola, numa missão civil. Retornou em 1922, tendo sido promovido a Coronel.

A 23 de Novembro de 1923, foi nomeado comandante da Polícia Cívica de Lisboa e destacou-se na repressão da Legião Vermelha, a qual, dois anos mais tarde, a 15 de Maio, perpetrou um atentado em que é gravemente ferido. No leito do hospital, dirigiu a repressão que culminou com a prisão e o degredo para África de mais de cem suspeitos desse movimento. Foi agraciado com várias medalhas. Escreveu as seguintes obras, acerca da I Guerra Mundial:

  • A batalha do Lys ; a batalha d'Armentieres ou o 9 de Abril, 1923
  • A mentira da Flandres e… o mêdo!, 1922

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Verbo Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol.I, col. 1607-1609
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