Maurício Marinho

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Maurício Marinho (Aquidauana, 11 de janeiro de 1953) é um administrador de empresas brasileiro, denunciado em 2005 por envolvimento no escândalo do mensalão enquanto chefiava o Departamento de Contratação e Administração de Material dos Correios. Maurício Marinho foi demitido por justa causa, depois que uma sindicância da estatal detectou irregularidades em sua gestão. Marinho afastou-se do cargo depois da divulgação de uma fita em que ele negociava propina com empresários interessados em participar de uma licitação. No vídeo, o funcionário dos Correios dizia ter o respaldo do deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) e recebia R$ 3.000.[1]

Em 2005, Marinho, a mulher e os dois filhos se converteram em dezembro, em uma cerimônia realizada numa piscina do templo evangélico no Lago Norte de Brasília. Eles foram batizados pelos seus advogados José Ricardo Baitello, o principal pastor da Igreja, e pelo pastor — e também advogado — Sebastião Coelho. [2]

Atualmente é o diácono de uma igreja evangélica em Brasília, e é consultor empresarial para diversas repartições nacionais e estrangeiras analisando casos contratuais.

Referências

  1. Publicado pelo jornal Folha de S. Paulo no dia 8 de setembro de 2005
  2. Publicado no dia 25 de agosto de 2007 pelo jornal O Globo" por MARIA ANGÉLICA OLIVEIRA
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