Nelson Trad

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Nelson Trad
Deputado federal por  Mato Grosso do Sul
Período 1º de fevereiro de 1991
até 7 de dezembro de 2011
Deputado estadual por  Mato Grosso do Sul
Período 1º de fevereiro de 1983
até 31 de janeiro de 1991
3º Secretário de Justiça de  Mato Grosso do Sul
Período 7 de novembro de 1980 até
11 de fevereiro de 1982
Governador Pedro Pedrossian
Antecessor(a) João Leite Schimidt
Sucessor(a) Claudionor Abss Duarte
2º Procurador-Geral do Estado de  Mato Grosso do Sul
Período 13 de julho de 1979
até 6 de novembro de 1980
Governador Marcelo Miranda (1979-1980)
Londres Machado (1980)
Antecessor(a) José Couto Vieira Pontes
Sucessor(a) Joilce Viegas de Araújo
Vice-prefeito de  Campo Grande
Período 31 de janeiro de 1963 até
9 de abril de 1964
Prefeito Mendes Canale
Dados pessoais
Nascimento 30 de outubro de 1930
Aquidauana, MS, Brasil
Morte 7 de dezembro de 2011 (82 anos)
Campo Grande, MS, Brasil
Esposa Teresinha Mandetta
Partido PMDB
Profissão Advogado

Nelson Trad (Aquidauana, 30 de outubro de 1930Campo Grande, 7 de dezembro de 2011)[1] foi um político brasileiro. Era advogado, professor e exerceu o cargo de deputado federal eleito pelo estado do Mato Grosso do Sul.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Assaf Trad e Margarida Maksoud, imigrantes libaneses[3]. Casou-se com Therezinha Mandetta e teve cinco filhos: Fátima, Maria Thereza, Marquinhos, Fábio e Nelsinho, sendo os três últimos também políticos.

Era pai de Nelson Trad Filho, prefeito reeleito de Campo Grande e Marquinhos Trad, ex-vereador e deputado federal, atualmente prefeito de Campo Grande pelo PSD e de Fábio Trad, atualmente deputado federal.

Cursou advocacia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) entre 1953 e 1957. É presidente do Conselho Penitenciário do Estado do Mato Grosso do Sul e do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação de Futebol.[2]

Em 2006, foi relator no processo do conselho de ética da Câmara e recomendou a cassação do mandato do deputado Roberto Brant (PFL-MG).

Como representante legal da empresa "O Bisturi- Equipamentos Médico-Hospitalares Ltda." foi condenado, por cobrança de materiais faturados e não entregues ao Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social. Além do pagamento de débito, a empresa teve suas contas julgadas irregulares.[4]

Nelson Trad foi alvo de ação popular que questiona o pagamento, pelo do extinto Fundo Estadual de Aposentadoria do Parlamentar de Mato Grosso do Sul, de pensões a quatorze pessoas, as quais recebiam, simultaneamente, o benefício e o salário.[4]

Votou pela recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira - CPMF, com o nome de Contribuição Social para a Saúde - CSS. Na ocasião, por apenas três votos, o imposto que inicialmente era provisório, foi mantido.[5]

Votou contra a suspensão da CPI do apagão aéreo em 2007.[6]

Votou pelo fim do voto secreto no legislativo.[7]

Polêmica[editar | editar código-fonte]

Em 9 de junho de 2010, agrediu a repórter Monica Iozzi e o operador de câmera do programa CQC, da Band, após assinar sem olhar um abaixo-assinado que propunha a inclusão de 1 litro de cachaça no programa Bolsa Família.[8][9] O programa foi ao ar em 14 de junho. Depois do incidente, o deputado abriu uma investigação e acusou a equipe de reportagem de agredí-lo o qual fora desmentido por um vídeo exibido na integra pela TV Bandeirantes[10]. O deputado apoiou uma lei para impedir o trabalho da imprensa no Congresso.[11]

Filiações Partidárias [2][editar | editar código-fonte]

  • 1963-1965 - PTB
  • 1982-1983 - PTB
  • 1983-1987 - PDS
  • 1987-2003 - PTB
  • 2003-2011 PMDB

Referências[editar | editar código-fonte]

12 http://www2.camara.gov.br/deputados/pesquisa/layouts_deputados_biografia?pk=98104