Palácio da Justiça (Porto)
| Tipo | |
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| Arquiteto | |
| Criador |
Leopoldo de Almeida (escultura) |
| Ocupante | |
| Estatuto patrimonial |
Incluído em sítio classificado (d) |
| Localização |
Campo dos Mártires da Pátria (d) 4099-012 Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória |
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| Coordenadas |
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O Palácio da Justiça do Porto localiza-se no Campo dos Mártires da Pátria, na freguesia de Miragaia, na cidade e distrito do Porto, em Portugal.[1]
História
[editar | editar código]O edifício começou a ser construído em 1958, com projeto do arquiteto Raul Rodrigues Lima, e foi inaugurado em 20 de outubro de 1961, pelo então presidente da República almirante Américo Deus Rodrigues Thomaz.[2]
Ergueu-se numa área anteriormente ocupada pelos antigos Celeiros, transformados em Mercado do Peixe (1874–1952) pelo engenheiro Gustavo Adolfo Gonçalves de Sousa, bem como pela Capela do Senhor Jesus do Calvário Novo e pelo Hospício de Santo António da Cordoaria, que mais tarde funcionou como Roda dos Expostos (1838–1854).[3]
Características
[editar | editar código]Apresenta fachada em pedra de granito, com uma galeria de dez pilares que apoiam a entrada do átrio e, ao lado, vários outros pilares em semicírculo.[4] Na ligação entre os dois está localizada uma estátua da Justiça de autoria do escultor Leopoldo de Almeida. Ao fundo dela, temas bíblicos e alegóricos às quatro virtudes cardeais[5] num baixo relevo em granito do escultor Euclides Vaz.[6]
Referências
[editar código]- ↑ Roteiro «Editora». ISBN 972-0-06220-7. Porto: Porto Editora. 1990
- ↑ «Palácio de justiça do Porto». www.dgsi.pt. Consultado em 2 de Junho de 2009
- ↑ «Enquadramento do Edifício da Reitoria da Universidade do Porto - Palácio da Justiça». Universidade do Porto. Consultado em 12 de abril de 2026
- ↑ «Edifício do Palácio da Justiça do Porto - Edifícios de Interesse Relevante - Porto». www.lifecooler.com. Consultado em 2 de Junho de 2009
- ↑ Prudência, Justiça, Fortaleza e Temperança.
- ↑ «Tribunal da Relação do Porto - Fotos da Relação do Porto». www.trp.pt. Consultado em 2 de Junho de 2009

