Panzerschreck

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa (desde outubro de 2016). Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo.
NoFonti.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde outubro de 2016). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Panzerschreck
Panzerschreck

Panzerschreck (tradução livre "terror dos tanques" ou "terror dos blindados") era o nome popular para o Raketenpanzerbüchse (abreviado para RPzB), um lançador de foguetes anti-tanque reutilizável calibre 88 milímetros desenvolvido pela Alemanha Nazista na Segunda Guerra Mundial. Outro apelido popular foi Ofenrohr ("tubulação do fogão").[1]

O Panzerschreck foi desenhado como uma arma antitanque a ser utilizar por Infantaria. A arma era utilizada sobre os ombros e lançava um Rojão (ou foguete) com uma Ogiva de Carga Oca. Foi feito em números menores do que o também alemão Panzerfaust, um Canhão sem recuo descartável que também lançava uma ogiva antitanque. O Panzerschreck foi uma copia aumentada da Bazuca americana. [2]

História[editar | editar código-fonte]

A partir de 1942, os Estados Unidos começaram a produção em massa da Bazooka, que acabou inspirando os alemães a desenvolverem o Panzerschreck (do alemão: panzer= carro de combate; schreck= terror), que ficou conhecido literalmente como o "terror dos blindados". De fato, não havia veículos blindados aliados que resistissem às suas granadas, que podiam alcançar mais de 180 metros. Porém, não teve um uso muito expressivo, pois apenas começou a ser produzido em massa a partir da segunda metade da guerra.

O uso[editar | editar código-fonte]

Apesar de não ter uma utilização tão larga quanto a bazooka, o Panzerschreck conseguiu intimidar os aliados. Porém, seu desenho ainda apresentava alguns problemas, como a necessidade de se usar um pesado escudo montado ao tubo, pois o propelente ainda queimava ao deixar a arma, e atingia o rosto do operador. Eram necessários três homens para dispará-la (um atirador que também fazia a pontaria; dois municiadores), mas um soldado corajoso podia dispará-la sozinho.

Utilizava-se do mesmo processo que dispara as granadas da bazooka: uma corrente elétrica, acionada pelo gatilho, percorre a alma do tubo, e provoca a queima do propelente.

Seu maior problema era o peso: 9kg vazia (com o escudo, o peso subia para 11kg).

Referências

  1. Bishop, Chris (1998). The Encyclopedia of Weapons of World War II (New York p.206: Orbis Publishing Ltd). ISBN 0-7607-1022-8. 
  2. Zaloga, Steve Armored Thunderbolt: The U.S. Army Sherman in World War II Stackpole Books, (2008) pp.90-93
Ícone de esboço Este artigo sobre tópicos militares é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.