Ir para o conteúdo

Raila Odinga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Raila Odinga
Nascimento7 de janeiro de 1945
Maseno (Quênia britânico)
Morte15 de outubro de 2025 (80 anos)
Koothattukulam
CidadaniaQuénia
Etniapovo luo
Progenitores
  • Jaramogi Oginga Odinga
CônjugeIda Odinga
Filho(a)(s)Winnie Odinga
Irmão(ã)(s)Oburu Odinga
Alma mater
Ocupaçãopolítico, professor universitário, empresário, ministro
Empregador(a)Kenya Bureau of Standards
Cargo(s)
Minister of Roads, Public Works and Housing (2003–2005)
SucessorSoita Shitanda
Secretary for Energy and Petroleum (2001–2002)
AntecessorFrancis Masakhalia
SucessorSimeon Nyachae
Membro da Assembleia Nacional do Quénia (1992–2013)
AntecessorPhilip Leakey
Causa da morteparada cardíaca

Raila Amolo Odinga (Maseno, 7 de janeiro de 1945Cochim, 15 de outubro de 2025)[1] foi um político queniano.

Biografia

[editar | editar código]

Filho do primeiro vice-presidente de Quênia, Jaramogi Oginga Odinga, Raila é membro do parlamento queniano desde 1992. Ele foi candidato a presidente nas eleições de 1997, mas terminou atrás de Daniel arap Moi e Mwai Kibaki.

Raila foi também ministro de energía entre 2001 e 2002 e ministro das estradas, obras públlicas e habitação entre 2003 e 2005. Ele se tornou o principal candidato da oposição nas disputadas eleições presidenciais de dezembro de 2007, pelo Movimiento Democrata Laranja (ODM).

Nas eleições gerais, Raila obteve apoio considerável e venceu em seis das oito províncias do país. Seu partido também conseguiu uma maioría em todo o Quênia, especialmente na província Central, reduto do atual presidente, e na província do Leste, onde Kalonzo Musyoka, outro candidato a presidente, tinha muitos seguidores. Odinga, que é da etnia luo, teve votação concentrada principalmente no oeste do país e nas favelas de Nairóbi.[2]

Em 30 de dezembro de 2007, a comissão eleitoral queniana declarou a vitória de Mwai Kibaki, por uma margem de 230.000 votos.[3] Raila contestou os resultados, alegando fraude eleitoral e exigindo uma recontagem. Os seguidores de Raila protagonizaram manifestações, que desencadearam em incidentes em todo o país.[4]

Ver também

[editar | editar código]

Ligações externas

[editar | editar código]