Wikipédia Discussão:WikiFontes/Érico

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Avaliação[editar código-fonte]

Tive que ignorar a fonte 4 em visita de Estado e a fonte 1 em amante, visto que um dicionário anglófono, portanto cobrindo apenas os sentidos da língua inglesa, não é fonte apropriada para a explicação de um termo em língua portuguesa. Visto que nem toda tradução aceitável é uma tradução exata, a equivalência deve ser também coberta por fontes.

Um exemplo em outro tema para ilustrar: a palavra inglesa mouse é quase sempre, e corretamente, traduzida para o português como rato. Contudo, nem toda espécie descrita em português como rato pode ser descrita como mouse em inglês (e.g. ratazana). Desta forma, uma entrada de dicionário definindo mouse em inglês provavelmente não serviria para se definir rato em português, ainda que artigos científicos ou notícias sobre mice possam servir para falarmos de ratos. Há inúmeros outros exemplos, o que levanta um benefício da dúvida sério sobre summit e mistress.

No caso de doutrina, eu até abri mão desta rigidez e não ignorei sua fonte de dicionário, já que são termos cognatos cuja equivalência é bem mais óbvia. Contudo, você utilizou o WorldIQ na outra fonte. Não é fiável, inclusive é quase um espelho de versão contemporânea na Wikipédia (ver aqui).

O resto do que vi agora está bom. Leefeniaures audiendi audiat 22h25min de 17 de julho de 2019 (UTC)

Mesmo caso de membro, mas não de intendente, seguindo este raciocínio que já usei acima sobre as fontes de dicionários estrangeiros. Leefeniaures audiendi audiat 04h04min de 19 de julho de 2019 (UTC)
E as traduções servem para que? Exemplo claro de seu equívoco: o artigo "amante" na Wikipédia em Inglês possui o título de "mistress" que é o mesmíssimo título da fonte utilizada. Não faz qualquer sentido anular essas referências. Com a mesma argumentação também terá de rejeitar todos os artigos que referenciei usando a Enciclopédia Britânica, eis que em inglês... Se não fizer isso, é incoerência. Ah, e ninguém aqui falou em "mouse", cujo duplo sentido é manifestadamente óbvio. Érico (disc.) 04h12min de 19 de julho de 2019 (UTC)
Em tempo, concordo com a anulação da quarta referência em "visita de Estado", eis que o título da fonte ("summit") não tem ligação clara com "visita de estado", mas com "cimeira". Érico (disc.) 04h14min de 19 de julho de 2019 (UTC)
Em tempo II, a referência contestada em "doutrina" foi substituída. Érico (disc.) 04h18min de 19 de julho de 2019 (UTC)
De qualquer forma, agradeço o trabalho realizado avaliando os artigos e, em que pese a discordância, não farei novos questionamentos sobre essa questão relativa ao dicionário, já que estamos apenas no começo do concurso e ainda há muito a se fazer, pelo que perder tempo com questões pontuais não é a solução. Cumprimentos, Érico (disc.) 04h21min de 19 de julho de 2019 (UTC)
O problema é que nada garante que, em nuances e minúcias, mistress e amante sejam tão equivalentes; mouse e rato dei como exemplo justamente por um ser IW do outro. As sociedades tratam as formas de cortejo muito distintamente, e isto tem reflexos na língua: por exemplo, em alemão não há palavra individualizada para "namorado" (uma pequena curiosidade para você que é teutobrasileiro e gaúcho: esta falta levou o hunsriqueano riograndense a inventar o namorieren), a maioria das línguas não tem algo como o "ficante" do PT-BR, e algumas têm apenas uma para "noivo" e "namorado". A Enciclopédia Britânica é diferente ao meu ver porque permite maior profundidade que um simples dicionário, já que enciclopédias têm um escopo científico, enquanto dicionários têm um meramente referencial. De qualquer forma, é só minha opinião, e eu aceitaria se um novo avaliador discordasse. Em tempo, contabilizei a nova fonte de "doutrina". Leefeniaures audiendi audiat 04h45min de 19 de julho de 2019 (UTC)