Ximena Bedregal

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto, mas que não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações (desde dezembro de 2017). Ajude a melhorar este artigo inserindo fontes.
Ximena Bedregal
Ximena Bedregal Ulcinj (Montenegro) 1999
Nascimento 1951 (68 anos)
 Bolívia
Nacionalidade Boliviana
Ocupação Arquiteta, escritora, catedrática e feminista
Movimento literário Feminismo
Página oficial
www.mamametal.com

Ximena Bedregal Sáez é uma arquiteta, escritora, teórica, professora, editora e feminista boliviana e adepta da chamada corrente autônoma-radical do feminismo.

Biografia[editar | editar código-fonte]

De pai boliviano e mãe chilena, Bedregal passou sua infância e juventude entre sua Bolívia natal e o Chile. Realizou seus estudos superiores em arquitetura e arte na Universidade de Chile e na Universidade Maior de San Andrés, onde também estudou cinema.

Obra[editar | editar código-fonte]

Escritura e edição

Em seu trabalho como teórica e escritora podem se observar propostas associadas ao âmbito dos estudos de gênero mas com uma ótica feminista afastada do ativismo, com uma crítica para o discurso político moderado do feminismo, sua aparente lesbofobia e sua busca aspiracional para a legitimação. Adicionalmente, tem abordado em várias publicações o papel da mulher dentro de alguns movimentos indígenas —como no caso do Zapatista— e tem questionando a debilidade da legislação em pró dos direitos da mulher no México e a eficiência de alguns programas internacionais como o de microcréditos do FMI.

No âmbito editorial, fundou e editou a revista feminista La Correa feminista no marco do grupo denominado «Cómplices de México», enquanto trabalhou para o diário mexicano La Jornada como jornalista e como editora do suplemento feminista Triple Jornada junto a Rosa Rojas. Ademais, tem realizado colaborações em várias revistas, entre elas Debate feminista e Pukara.

Artes visuais e fotografia

Por outro lado, como artista visual e fotógrafa tem participado em várias exposições coletivas e individuais, entre as que se encontram Como mujer no tengo Patria, el mundo entero es mi tierra – La tira de la Peregrinación no Museu Nacional de Arte da Bolívia em La Paz (2009), Bolívia, luces y sombras de un proceso no Centro Cultural de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos de Morelos (2009) e Bolivia Resistencia y Esperanza: una muestra documental del proceso boliviano na Casa da Cultura de Tlayacapan (2009).

Publicações[editar | editar código-fonte]

  • Hilos nudos y colores en la violencia hacia las mujeres (editorial CICAM, 1991) en coautoría con Irma Saucedo y Florinda Riquer.
  • Permanecia Voluntaria en la Utopía (editorial CICAM, 1997).
  • Feminismos cómplices: gestos para una cultura tendenciosamente diferente (México-Santiago: La Correa Feminista, 1993) en coautoría con Margarita Pisano, Francesca Gargallo, Amalia Fisher e Edda Gaviola.
Como editora
Colaborações
  • Chiapas, y las mujeres qué? (La Correa Feminista, 1994): diseño interior.

Lista de referências[editar | editar código-fonte]