87 Sylvia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde abril de 2012).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
87 Sylvia e seus dois satélites, Rômulo e Remo.

87 Sylvia é um dos maiores asteroides do cinturão principal. É um membro do grupo de Cybele. Sylvia é bastante conhecido e notado por ser o primeiro asteroide a possuir mais de uma lua orbitando em si.

Descoberta[editar | editar código-fonte]

Foi descoberto por Norman Robert Pogson em 16 de maio de 1866, em Madras (Chennai), na Índia. Pogson declarou no artigo em que anunciava a descoberta do asteroide, que seu nome deve-se à mãe de Rômulo e Remo, Reia Sílvia.

Características do asteroide[editar | editar código-fonte]

Sylvia tem uma cor muito escura e provavelmente sua composição é bastante primitiva. Sabe-se que sua densidade é muito baixa (aproximadamente 1,2 vezes a densidade da água), o que indica que o asteroide deva ser poroso; entre 25% e 60% de espaços vazios, dependendo de detalhes sobre sua composição. Esse asteroide também tem uma rotação rápida, de 5,18 horas (isto é: com uma velocidade de rotação equatorial de cerca de 230 km/h ou 145 mph).

Satélites[editar | editar código-fonte]

O asteroide Sylvia é orbitado por duas pequenas luas, chamadas de Rômulo e Remo, assim como os filhos da mitológica Reia Sílvia. Rômulo, a primeira lua, foi descoberta em 18 de fevereiro de 2001, com o telescópio Keck II, por Michael E. Brown e Jean-Luc Margot. Tem cerca de 18 km de diâmetro, orbita a uma distância de 1356±5 km, levando 3,6496±0,0007 dias (87,59 h) para completar uma órbita ao redor de Sylvia. Remo, a segunda lua, foi descoberta três anos depois, em 9 de agosto de 2004, por Franck Marchis, Pascal Descamps, Hestroffer Daniel e Jérôme Berthier do Observatório de Paris, França. Seu diâmetro é de 7±2 km e sua órbita tem uma distância de 706±5 km, levando aproximadamente 1,3788±0,0007 dias (33,09 h) para completar sua órbita. É provável que suas luas foram resultado de uma colisão espacial passada.

Referências

  • Pogson, NR (1866), Minor Planet (87) Sylvia , Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, Vol. 26, p. 311 (Junho de 1866)