Benno Ohnesorg

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Benno Ohnesorg (Hanôver, 15 de Outubro de 1940 - Berlim, 2 de Junho de 1967) foi um estudante alemão de Estudos Românicos e Germanística, morto em frente à Ópera Alemã de Berlim, pelo policial local Karl-Heinz Hurras, com um tiro à queima-roupa, durante uma manifestação contra a visita do Reza Pahlavi à RFA. Benno Ohnesorg era casado e a sua mulher estava grávida quando ele foi alvejado.

A sua morte, que provocou um grande impacto no movimento estudantil alemão, teve grande influência sobre a radicalização política europeia do fim dos anos 1960. Pode mesmo ser considerada como um dos motores das revoltas estudantis de 1968 e contribuiu, mais tarde, para a emergência da Fração do Exército Vermelho (Baader-Meinhof).

Uma organização de extrema esquerda denominada Bewegung 2. Juni (Movimento 2 de Junho) foi assim denominada em memória de Benno Ohnesorg.

Existe um memorial em sua honra, ao pé da Ópera Alemã de Berlim, e uma ponte em Hanover com o seu nome.

Benno Ohnesorg era também amigo do escritor Uwe Timm que escreveu o livro "der Freund und der Fremde" sobre a amizade dos dois e o seu trágico fim.

Mais de quarenta anos depois, foi revelado que Karl-Heinz Hurras era um agente da polícia secreta da Alemanha Oriental, a Stasi. Todavia o motivo por trás da ação de Kurras não foi totalmente esclarecido.[1] [2] [3] Os arquivos da Stasi não contêm evidência de que Hurras tivesse agido sob ordens da Alemanha Oriental quando atirou em Benno.[4] [5]

Referências