Biblioteca Nacional da França
A Biblioteca Nacional de França (Bibliothèque Nationale de France) em Paris constitui a obra-prima de Henri Labrouste que, para além de arquitecto, revela ali a sua faceta de engenheiro.
Antes de alcançar o êxito como arquitecto com a concepção da Biblioteca Nacional (1862-1868), Labrouste tinha já projectado a biblioteca de Sainte-Geneviève (1843-1850), cujo interior é sustentado por colunas e abóbadas de ferro fundido. Foi a primeira vez que este arquitecto usou uma armação de ferro num edifício público.
Na Biblioteca Nacional o arquitecto fez um uso extensivo do ferro que sustenta uma estrutura de alvenaria. O espaço mais notável é a sala de leitura, povoada por finas colunas com os seus capitéis coríntios e cúpulas com clarabóias envidraçadas que, elevando-se a mais de nove metros do solo, são o meio difusor de luminosidade no interior da sala. Tal como a sala de leitura, a sala de reservas é outra realização notável ao nível da cobertura, concebida inteiramente com vidro, provocando a penetração da luz difundida depois pelas clarabóias do pavimento. O ferro aliado ao vidro concede a estes espaços um efeito notável.
Neste edifício, Labrouste revela duas vertentes da sua arquitectura. Se por um lado alcança um grande modernismo, por outro lado está presente um gosto convencional. Para além de ser considerado o iniciador da escola racionalista em França, foi também uma referência para a geração de arquitectos modernos posteriores.
Biblioteca Nacional de França (Bibliothèque Nationale de France) em Paris constitui a obra-prima de Labrouste que, para além de arquitecto, revela ali a sua faceta de engenheiro. Antes de alcançar o êxito como arquitecto com a concepção da Biblioteca Nacional (1862-1868), Labrouste tinha já projectado a biblioteca de Sainte-Geneviève (1843-1850), cujo interior é sustentado por colunas e abóbadas de ferro fundido. Foi a primeira vez que este arquitecto usou uma armação de ferro num edifício público. Na Biblioteca Nacional o arquitecto fez um uso extensivo do ferro que sustenta uma estrutura de alvenaria. O espaço mais notável é a sala de leitura, povoada por finas colunas com os seus capitéis coríntios e cúpulas com clarabóias envidraçadas que, elevando-se a mais de nove metros do solo, são o meio difusor de luminosidade no interior da sala. Tal como a sala de leitura, a sala de reservas é outra realização notável ao nível da cobertura, concebida inteiramente com vidro, provocando a penetração da luz difundida depois pelas clarabóias do pavimento. O ferro aliado ao vidro concede a estes espaços um efeito notável. Neste edifício, Labrouste revela duas vertentes da sua arquitectura. Se por um lado alcança um grande modernismo, por outro lado está presente um gosto convencional. Para além de ser considerado o iniciador da escola racionalista em França, foi também uma referência para a geração de arquitectos modernos posteriores.
Gallica, nome da biblioteca digital para utilizadores online, foi criada em 1997. Em Agosto de 2009 põe à disposição no seu site: 120,000 documentos de texto, 1,000 documentos de áudio e 110,000 imagens.[1]
Referências
- ↑ Gallica, Biblioteca Nacional de França, online. Página visitada em 27/Fev/2011.
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