Carolina (árvore)

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Como ler uma caixa taxonómicaCarolina
Adenanthera pavonina.jpg

Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fabales
Família: Fabaceae
Género: Adenanthera
Espécie: A. pavonina
Nome binomial
Adenanthera pavonina
Linnaeus

Carolina (Adenanthera pavonina) é uma árvore de até 15 metros, da família das leguminosas, subfamília mimosoídea. Possui flores amarelo-pálidas, favas estreitas e falcadas e sementes vermelhas, muito duras e lustrosas.

Ocorre do sudeste da Ásia à Austrália, é naturalizada no Brasil, e especialmente cultivada pela madeira nobre, pelas propriedades medicinais das folhas, da casca, e das sementes. Também é conhecida pelos nomes de manjelim e tento-carolina.

Adenanthera pavonina L. (olho-de-pombo ou carolina), pertencente à família Leguminosae – Mimosoideae (BARROSO et al., 1999), é uma espécie florestal originária da Ásia utilizada em reflorestamentos e como planta ornamental e forrageira (CORRÊA, 1978; AKKASAENG, 1989). No Brasil, foi introduzida há muitos anos e encontra-se bastante adaptada e largamente distribuída em todos os estados da Federação (CORRÊA, 1978).

Devida à grande diversidade de espécies nativas e exóticas de múltiplos usos, em enorme área territorial de vários aspectos edafoclimáticos, algumas plantas de uso na arborização urbana e na medicina popular – como A. pavonina – carecem de informações que possibilitem a avaliação fisiológica da qualidade das sementes.

Para que as sementes germinem, elas devem dispor de condições internas e externas favoráveis (POPINIGIS, 1985). Assim, a capacidade máxima de germinação pode ser influenciada por fatores ambientais, como temperatura e substrato (BORGES e RENA, 1993).

A germinação constitui a fase do ciclo de vida que influencia diretamente a distribuição das plantas. Os estudos sobre a ecofisiologia da germinação e o conhecimento da biologia das sementes são importantes para que se compreendam todas as etapas de uma comunidade vegetal, bem como a sobrevivência e regeneração natural (BLACK e EL HADI, 1992; VÁZQUEZ-YANES e OROZCO-SEGOVIA, 1993).

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