Caryl Chessman

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Caryl Chesmann
Nome Caryl Whittier Chessman
Nascimento 27 de maio de 1921
Saint Joseph, Michigan Estados Unidos
Morte 2 de junho de 1960 (39 anos)
San Quentin, Califórnia
Nacionalidade Estados Unidos
Pseudônimo(s) Bandido da Luz Vermelha
Crime(s) 17 assaltos, sequestros e estupros.
Pena Capital
Situação Executado por asfixia de gás

Caryl Whittier Chessman ou Caryl Chessman, como é conhecido, nasceu em Saint Joseph (Michigan) em 27 de maio de 1921, e foi executado numa câmara de gás em 2 de maio de 1960, na Califórnia.[1] Associado à acusação de ser bandido da luz vermelha estadunidense- por provas circunstanciais, mas nunca comprovado. [2] Ficou muito famoso na década de 1950, principalmente depois de ser preso, pois neste período dispensou advogado, e estudando direito fez suas próprias defesas. Ele inspirou o brasileiro João Acácio Pereira da Costa a cometer crimes usando lanterna de luz vermelha em São Paulo.[carece de fontes?]

Caryl Chessman foi um bandido de enorme astúcia, no início de sua "estadia" na prisão dispensou advogados, fazendo ele mesmo suas defesas. Escreveu, de dentro da cadeia, as obras auto-biograficas "2455-Cela da Morte", "A Lei Quer Que Eu Morra" e "A Face Cruel da Justiça" e um romance: "O Garoto era Um Assassino". Seus livros correram o mundo, deixando atônitos pessoas do mundo inteiro, provocando diversos sentimentos, desde pena até raiva extrema. Morreu em uma câmara de gás em 1960, mas sua luta fez o Estado da Califórnia, assim como o resto do mundo, refletir sobre a pena de morte.

Referências

  1. CHESSMAN, Caryl. A Face Cruel da Justiça. São Paulo: Distribuidora Paulista. 1960.
  2. CrimeandInvestigation.co.uk
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