Claudio Tozzi

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Claudio Tozzi (São Paulo, 7 de outubro de 1944) é um pintor, desenhista e programador visual brasileiro.

Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), continuou a atividade como artista plástico em 1963, através de uma obra na gráfica, e ganhou o concurso para o cartaz do XI (11) Salão Paulista de Arte Moderna. Em 1969 fez uma viagem de estudos à Europa, quando realizou as séries Astronautas e Parafusos, com gravuras, objetos e pinturas. A partir de 1972 sua obra evoluiu do pop para o conceitual. Realizou estudos com a cor, o pigmento e a luz. Recebeu muitos prêmios, entre os quais: Prêmio da Crítica (APCA), objeto em 1973, Prêmio da Crítica (ABCA) de viagem ao exterior em 1975, Prêmio de Viagem ao Exterior no Salão Nacional de Arte Moderna (MAM) em 1979. Fez curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo e atualmente é docente nessa mesma Faculdade. Temas urbanos e conflitos sociais são predominantes em sua obra e constituem o seu universo visual. Realizou o painel Zebra, na Praça da República, e o painel Colcha de retalhos, para a estação de metrô Sé.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 1963, começa o curso de arquitetura, concluído em 1968, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP. Na época, pinta muito. Em seus trabalhos são encontrados símbolos da sociedade de consumo, que aparecem como imagens ou objetos. Utiliza sinais de trânsito, bandeiras, letreiros, peças publicitárias e histórias em quadrinhos, retira-os de seu contexto e atribui-lhes novos sentidos. É influenciado por Sérgio Ferro, Flávio Império e Maurício Nogueira Lima, em cujas obras se percebe a convergência entre a cartazística soviética, as vertentes construtivas e o vocabulário pop com finalidade política. Trabalhos como Usa e Abusa (1966) e Paz (1963) são característicos da época.

A partir de 1967, apropria-se de trechos de histórias em quadrinhos e lhes dá sentido crítico, sob a influência do artista norte-americano Roy Lichtenstein , e realiza as telas Até que Enfim (1967) e Bandido da Luz Vermelha (1967). Ao mesmo tempo, faz trabalhos explicitamente engajados, como Guevara Vivo ou Morto (1967) e A Prisão (1968). Alguns deles são mostrados em exposições importantes, como a 9a. Bienal Internacional de São Paulo, em 1967, e coletivas em Londres e Buenos Aires.

Devido ao acirramento da censura e da repressão no país pós-68, Tozzi – que chegou a ser detido por uma semana pela Operração Bandeirantes – passa a se dedicar a um outro tipo de denúncia: questionando o próprio status da obra de arte como única e elitizada, alheia aos novos meios de linguagem e fatura publicitárias, inicia uma série de trabalhos de multiplicação e alteração de imagens, a partir de técnicas derivadas da reprodução gráfica.

Em 1969, passa da crítica social para a pesquisa de formas, sobretudo da disposição gráfica e impessoal das figuras. Dessa reflexão, nascem as séries Astronautas, Presilhas e Parafusos. O curador Fábio Magalhães afirma que “as diversas abordagens do parafuso correspondem a um processo de reflexão sobre as possibilidades gráficas e metafóricas de um mesmo tema”.1 Em 1972, Tozzi realiza o painel Zebra, na praça da República, em São Paulo. Dois anos mais tarde, cria telas com materiais orgânicos, pigmentos e objetos distribuídos regularmente em caixas de acrílico. Algumas das obras são exibidas na mostra Cor/Pigmento/Luz, na Galeria Bonfiglioli, em São Paulo, em 1975. No ano seguinte, participa da Bienal de Veneza.

Ainda na década de 1970, cria trabalhos mais conceituais, em que alia a pintura ao uso de palavras, como em Dissociação das Cores (1974) e Colors (1975), e realiza paisagens em que a aplicação reticulada de tinta cria zonas de cor regulares.

Ao longo da década de 1970, dedica-se a uma pesquisa mais formal e sistemática dos pigmentos: seus meios de expressão e os processos perceptivos que desencadeiam na retícula humana.

Em 1979, realiza o mural da estação Sé do metrô, em São Paulo. O trabalho dá origem à série de pinturas Colcha de Retalhos, feitas com padrões diferentes de cor. Na década de 1980, o procedimento gráfico de pintar é utilizado na realização de abstrações geométricas. Em 1989, é publicada uma monografia sobre seu trabalho, com texto de Fábio Magalhães. Dois anos depois, expõe na 21ª Bienal Internacional de São Paulo. Em 1993, apresenta individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ. A partir da década de 80, até as obras mais recentes, intensifica sua preocupação formal e passa a trabalhar com elementos estruturais básicos: linhas, planos, cores, formas orgânicas, matérias; que criam analogias formais com imagnes pré-existentes e ampliam seu caráter construtivo.

Em seu processo metódico e objetivo, Claudio Tozzi utitliza ícones visuais – parafusos, escadas, fragmentos de objetos, símbolos tropicais,espaços urbanos etc. Revelando-se, desta forma, artista de elevado rigor formal, cuja obra transita por vertentes construtivas e conceituais.

Tendo alcançado o reconhecimento merecido, ainda jovem – foi considerado pela crítica como um dos dez melhores pintores da década, no concurso ‘Destaque Hilton’ de 1980 – Tozzi é ainda hoje considerado um dos mais expressivos artistas do cenário artístico nacional. Não apenas pelo exímio conhecimento e domínio do métier artístico, senão pela notável coerência formal que revela na diversidade temática do conjunto de sua obra. Voltando-se ora para composições mais geométricas, construtivistas, ora para questões referentes à comunicação direta da imagem, Cláudio Tozzi revela-se sobretudo um arquiteto construtor de imagens. E, para muitos, um marco divisório da arte contemporânea no país.

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • 1944 - Nasce em São Paulo, onde vive atualmente, em outubro.
  • 1956 a 1962 - Estuda no Colégio Aplicação da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo.
  • 1963 - Início de sua carreira. Participa do XI Salão de Arte Moderna, vencendo o concurso de cartazes dessa exposição.
  • 1964 - Entra na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde trabalha até hoje como professor.
  • 1966 - Aparece em diversas mostras coletivas. Participa de exposição e debates na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo. Monta o ateliê da rua Minas Gerais.
  • 1967 - Faz a série de pinturas Bandido da Luz Vermelha, trabalhos com a mesma linguagem da história em quadrinhos, iluminados por facho de luz vermelha rotativo. Participa da IX Bienal de São Paulo. Expõe no IV Salão Nacional de Arte Contemporânea (Brasília), onde seu painel Guevara Vivo ou Morto é parcialmente destruído.
  • 1968 - Participa da Manifestação coletiva “Bandeiras e Estandartes” na Praça General Osório, Rio de Janeiro. Participa da Mostra “O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa”, na Escola Superior de Desenho Industrial, e do Salão Esso de Artistas Jovens, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em Belém, apresenta a série Bandido da Luz Vermelha na Primeira Cultural de Belém, com exposição e debate em praça pública. Representa o Brasil no Prêmio Latino Americano Codex, em Buenos Aires.
  • 1969 - Participa da X Bienal de São Paulo, onde expõe os painéis Multidões, de grandes formatos, que documentavam cenas e manifestações políticas da época, pintados em 1968. Em Salvador, expõe na II Bienal Nacional de Artes Plásticas. Realiza viagem de estudos à Europa, integrando a equipe Tusp no Festival de Nancy. Inicia as séries Astronautas e Módulos Lunares, executadas com tintas industriais.
  • 1970 - Recebe o Prêmio de aquisição na mostra Jovem Arte Contemporânea do Museu de Arte Contemporânea, em São Paulo e participa do Salão São Paulo de Arte Contemporânea.
  • 1971 - Individual na Galeria Ars Mobile, em São Paulo. É convidado para a Bienal Internacional del Deporte, em Barcelona, e para o Panorama Atual da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Inicia série de pinturas e objetos Parafusos.
  • 1972 - Faz o painel Zebra na lateral de um prédio na Praça da República, em São Paulo. Participa da mostra “Arte Brasil Hoje – 50 Anos Depois” na Galeria Collectio. Integra a Exposição Internacional de Gravura Nugrasp no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
  • 1973 - Inicia a série de obras com matérias naturais aglomeradas em caixa de acrílico, que mostra na Galeria Ralph Camargo, em São Paulo. Realiza múltiplos executados em película super-8 e participa da “Expoprojeção 73”. Edita o álbum de serigrafias de São Paulo Post-Scriptum com Rubens Gerchman. Participa de coletiva na Fundação Cultural do Distrito Federal. Recebe prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte.
  • 1974 - Integra a mostra “Prospectiva 74” no Museu de Arte Contemporânea da USP. Participa da exposição “Vanguarda Brasileña” no CAYC, em Buenos Aires, e da mostra “Arte de Sistemas en América Latina”, no Institute of Contemporary Art, em Londres.
  • 1975 - Realiza exposição individual intitulada “Cor/Pigmento/Luz” na Galeria Bonfiglioli, São Paulo. Participa do Festival Due Mondi, em Spoleto, Itália. Recebe o Prêmio Guarantã de viagem ao exterior da Associação Brasileira de Críticos de Arte.
  • 1976 - Integra a representação brasileira na Bienal de Veneza com mostra no Pavilhão Brasileiro. Participa da Bienal Americana de Cali, na Colômbia, e da exposição “Arte Agora” no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
  • 1977 - Participa da exposição “Latin América 76” na Fundación Juan Miró, Barcelona. Recebe convite para participar da mostra “Arte Actual de Iberoamerica” no Instituto de Cultura Hispânica, em Madri. Realiza exposição no Escritório de Arte Magalhães Gouvea, em São Paulo, e na Galeria Artespaço, em Recife. Transfere seu ateliê para a rua Franco da Rocha, em Perdizes.
  • 1978 - Realiza exposição individual na Escola de Artes Visuais no Parque Lage, Rio de Janeiro, onde monta mesa de impressão e mostra o processo ao público. Integra a mostra “15 Artistas Jovens” no Museu de Arte Moderna de Buenos Aires. Participa da mostra “Objeto na Arte – Brasil Anos 60”, no Museu de Arte Brasileira, em São Paulo. 
  • 1979 - Executa painel na Estação Sé do metrô paulistano. Realiza exposição individual no Núcleo de Arte Contemporânea, em João Pessoa. Participa da mostra “Matrizes, Filiais e Cia.” No Sesc Vilanova, em São Paulo. Integra a representação brasileira na Trienal Latino-Americana del Grabado, em Buenos Aires. Recebe prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.
  • 1980 - Escolhido para integrar a mostra “Dez Pintores Anos 70 – Destaque Hilton”, que circulou por várias capitais. Realiza exposições individuais nas Galerias Saramenha (Rio de Janeiro), Oscar Seraphico (Brasília) e Bonfiglioli (São Paulo). Executa painel para o Sesc Vilanova, em São Paulo. É convidado para integrar a representação brasileira na Bienal de Paris.
  • 1981 - Individuais nas Galerias Bonino (Rio de Janeiro), Casa Grande (Goiânia) e Momento (Curitiba). Realização do filme Claudio Tozzi em 35mm, de Fernando Coni Campos, com roteiro de Fábio Magalhães, projetado em várias capitais. Integra a exposição “Do moderno ao Contemporâneo”, Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Recebe prêmio Pirandello de artes Plásticas. Integra a representação brasileira na Bienal de Medellín, na Colômbia com Arcângelo Ianelli e Tomie Ohtake.
  • 1982 - Individual na Galeria Paulo Figueiredo, onde apresenta as pinturas e objetos denominados Colcha de Retalhos. É convidado para Festival de Inverno, expondo pinturas no Auditório Campos do Jordão. Integra a mostra “Esporte e Sociedade Brasileira”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participa da mostra de pintura brasileira na Kouros Gallery, em Nova York.
  • 1983 - Exposição individual na Galeria São Paulo. Participa do evento “Arte na Rua”, executando outdoor na avenida Sumaré, organizado pelo Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.
  • 1984 - Realiza exposição individual na Galeria São Paulo, onde apresenta a série Passagens. É convidado para fazer o símbolo do Carnaval de São Paulo. Participa de exposição coletiva internacional no Gelsenkirchen Museum, na Alemanha. Integra as mostras “Retrato e Auto-Retrato da Arte Brasileira – Coleção Gilberto Chateaubriand”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo; “Viva a Pintura”, na Petite Galerie e “Paredes Casa Vogue”, no Museu de Arte de São Paulo. Olívio Tavares de Araújo realiza o documentário Claudio Tozzi, em vídeo, sobre sua obra. Integra a mostra “Tradição e Ruptura”, na Bienal de São Paulo.
  • 1985 - Individual na Galeria GB do Rio de Janeiro e no Centro Cultural de São Bernardo do Campo. Integra a mostra “Caligrafias e Escrituras” na Funarte, no Rio de Janeiro, e a mostra “Releituras”, na Pinacoteca do Estado e na Bienal de São Paulo.
  • 1986 - Realiza exposição individual na Galeria Montesanti (São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Gesto Gráfico (Belo Horizonte), Galeria Inês Fiúza (Fortaleza), Galeria Contemporânea (Campo Grande) e na art Studio em Nova York. Integra a representação brasileira na Bienal de Havana.
  • 1987 - Participa do evento “Gesto Alucinado” no Rio Design Center, Rio de Janeiro, e no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. Realiza individual de pinturas no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí.
  • 1988 - Realiza exposições individuais na Galeria Montesanti (São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Mônica Filgueiras de Almeida (São Paulo), no Escritório de Arte da Bahia e Prova do Artista (Salvador). Participa da exposição “Figura e Objeto – 63 a 66” na Galeria Milan, em São Paulo. Integra a mostra “Os Ritmos e as Formas – Arte Brasileira” no Sesc Pompéia, São Paulo.
  • 1989 - Participa do concurso para execução de painel no Palácio dos Bandeirantes e do evento “Arte em Jornal” publicado no Jornal da Tarde, em São Paulo. Integra a mostra de arte brasileira “Modern Brasilianski Biledkunst”, na Dinamarca. É convidado para executar painel na Estação Barra Funda do metrô paulistano. São publicados dois livros retrospectivos de sua obra: Obra em Construção – 25 Anos de Trabalho de Claudio Tozzi, de Fábio Magalhães e Claudio Tozzi – O Universo Construído da Imagem, de Jacob Klintowitz.
  • 1990 - É convidado para a exposição “Façades Imaginaires” em Grenoble, França. Participa da mostra “Grandes Formatos” no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
  • 1991 - Integra a II Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, em Fortaleza. Tem sala individual na XXI Bienal de São Paulo. É convidado para a Bienal de Makurazaki, no Japão, onde recebe menção honrosa. Realiza exposição individual no Espaço Engenho Central, em Sorocaba. Participa da mostra “Declaração Universal dos Direitos do Homem”, que circula em diversas cidades, e da exposição “O Que Faz Você Agora, Geração 60 ?”, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.
  • 1992 - Participa da exposição “ Futebol e Arte” na Pinacoteca do Estado de São Paulo, na mostra “Anos 60/70 – Coleção Gilberto Chateaubriand” no Sesi São Paulo e da exposição “Arte e Ecologia 92” no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Transfere o seu ateliê para a Praça Joanópolis, no Sumaré.
  • 1993 - Executa painel para o programa “Metrópolis” da TV Cultura. É realizado o vídeo Claudio Tozzi – Encontro com o Artista pelo Centro Cultural Itaú. Realiza exposição individual com obras produzidas no período de 1983 a 1993 no Museu da Casa Brasileira e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
  • 1994 - Participa da mostra “Bienal Brasil Século XX” na Bienal de São Paulo, da mostra “Trincheiras” no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, da coletiva “O Espaço”, no Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro, e do evento “Passaporte para o Ano 2000” na Estação Júlio Prestes em São Paulo – mostra que circula em diversas cidades.
  • 1995 - Realiza exposição individual no Centro Cultural de Campinas. Participa da coletiva “Visual Road” na Galeria Magalhães Gouvea e da mostra “O Desenho em São Paulo” na Galeria Nara Roesler. Executa painel para o edifício da Cultura Inglesa, em São Paulo.
  • 1996 - É convidado para a coletiva de inauguração do Espaço Cultural de Palmas, no Tocantins. Participa da mostra “Cinco Visões da Tridimensionalidade” e da exposição “Off Bienal”, no Museu Brasileiro da Escultura em São Paulo. Faz parte da “ Exposição Internacional de Escultura ao Ar LIIvre ”, no Sesc de Porto Alegre, e da mostra “Brahma Reciclarte” nos espaços do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
  • 1997 - Realiza exposição individual na Galeria Nasser, em Uberlândia e na Galeria Coletânea no Rio de Janeiro. Participa da mostra “Eletromídia”, com painéis eletrônicos em diversas cidades brasileiras e da exposição “Visões do Múltiplo Contemporâneo” na Galeria Múltipla, em São Paulo.
  • 1998 - Realiza exposição individual no Centro Cultural de São José dos Campos e no Instituto Brasil-Estados Unidos, no Rio de Janeiro. Integra a Exposição “Década de Setenta” na Galeria São Paulo e “Trinta Anos de 68” no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Realiza projetos para painel na Estação do Maracanã do Metrô Rio e mostra individual na Galeria São Paulo, “Geometrias do Tempo: 30 anos de maio de 68”, em que mostra fusões e reconstruções de signos presentes em sua obra, cujo acoplamento resulta num trabalho sintético de sua linguagem.
  • 1999 - Exposição individual no Museu Andrade Muricy, em Curitiba, Museu de Arte Contemporânea de Londrina, Museu de Arte Moderna de Cascavel e no Museu de Arte IBEU, em Belém do Pará. Integra a coletiva “Viagens de Identidade” na Casa das Rosas, São Paulo.
  • 2000 - Participa da “Mostra do Redescobrimento – Arte Contemporânea”, na Bienal de São Paulo. Integra as mostras “O Papel da Arte”, MAC/Fiesp e “Década de 60 – Coleção Pirelli” no MAM-SP. Realiza exposição individual no centro Cultural Bank Boston-Alphaville. A TV Senac/SP monta um vídeo sobre sua obra: Claudio Tozzi – Obra em Evolução. Sala especial na exposição “Arte Pará”, em Belém.
  • 2001 - Realiza exposição-tese de doutorado pela FAU-USP no Museu Brasileiro da Escultura (MUBE). Realiza exposição individual na Galeria Ária, em Recife. Participa da mostra “Marginália 70 – O Experimentalismo no Super-8 Brasileiro”, Centro Cultural Itaú, em diversas cidades brasileiras.
  • 2002 - Vence o concurso Quota de Arte. Realiza exposição individual na Galeria Ricardo Camargo em São Paulo. Mara Dolzan em Campo Grande e Croquis em Campinas. Participa da mostra “Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea – TV Cultura” na Pinacoteca Benedito Calixto, Santos, São Paulo.
  • 2003 - Inaugura painel de 600m2 no Edifício Exclusive na avenida Angélica. Participa da mostra “Arte e Sociedade: Uma Relação Polêmica”, no Centro Cultural Itaú. Participa da exposição “Leituras Cartográficas Contemporâneas – BrasilConnects” no Museu de Arte Contemporânea da USP e da mostra “Subversão dos Meios” no Centro Cultural Itaú.
  • 2004 - Realiza exposição individual no espaço cultural BMF, em são Paulo. Participa da mostra “O Preço da Sedução”, sob a curadoria de Denise Mattar, no Centro Cultural Itaú. Realiza conjunto de painéis nas avenidas Bandeirantes e 23 de Maio criando uma intervenção em seus muros e viadutos (Tutóia, Aeroporto e Imigrantes) em São Paulo.
  • 2005 - Participa da mostra “Nave dos Insensatos” no Museu de Arte Contemporânea da USP e da mostra O Brasil da terra encantada à aldeia global no Palácio do Itamarati em Brasília. Realiza a Exposição Leituras Urbanas: Cláudio Tozzi e Rubens Gerchman com curadoria de Fábio Magalhães no Espaço Cultural Citybank. Individual no Instituto Cultural Oboé em Fortaleza.
  • 2006 - Participa da mostra Os Onze na Embaixada de Berlim e no MUBE em São Paulo e da mostra Futebol e Arte no Espaço Cultural Vivo. Realiza exposição individual – Canteiro de Obras, itinerante pelas capitais brasileiras em espaços do SESC, com curadoria de Fábio Magalhães. 

Exposições[editar | editar código-fonte]

Individuais

  • 1971 - São Paulo SP – Individual, na Galeria Ars Mobile
  • 1975 - São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli
  • 1977 - Recife PE – Individual, na Gatsby Arte

São Paulo SP – Individual, na Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

  • 1978 - Rio de Janeiro RJ – Individual, na EAV/Parque Lage
  • 1979 - Ribeirão Preto SP – Individual, na Itaúgaleria

São Paulo SP – Individual, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Individual, na Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

  • 1980 - Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seraphico

Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Saramenha

São Paulo SP – Individual, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli

  • 1981 - Curitiba PR – Individual, na Momento Galeria Arte

Goiás GO – Individual, na Galeria Casa Grande

Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Salamandra

Ribeirão Preto SP – Individual, na Galeria Jardim Contemporâneo

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Gravura Brasileira Galeria de Arte

  • 1982 - Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria Mandala

Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seraphico

São Carlos SP – Individual, no Itaú

São Paulo SP – Individual, na Galeria Paulo Figueiredo

São Paulo SP – Individual, no Auditório Campos do Jordão

  • 1983 - Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Saramenha

São Paulo SP – Individual, na Galeria São Paulo

  • 1984 - Salvador BA – Individual, na Galeria de Arte Cavalete

São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte São Paulo

  • 1985 - Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

São Bernardo do Campo SP – Individual, no Centro Cultural

São Paulo SP – Individual, na Mônica Filgueiras Galeria de Arte

  • 1986 - Belém PA – Individual, na Galeria Elf

Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico

Cuiabá MT – Individual, na Galeria Artcom

Nova York (Estados Unidos) – Individual, no Art Studio

São Paulo SP – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

  • 1987 - Campinas SP – Individual, na Galeria Croqui

Jundiaí SP – Individual, no Museu Histórico de Jundiaí

Recife PE – Individual, na Galeria Artespaço

Ribeirão Preto SP – Individual, no Jardim Contemporâneo

  • 1988 - Brasília DF – Individual, na La Galleria

Salvador BA – Individual, na Prova do Artista Galeria de Arte

São Paulo SP – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

  • 1991 - Campinas SP – Individual, na Galeria Croqui
  • 1993 - Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ

São Paulo SP – Individual, no Museu da Casa Brasileira

  • 1995 - Campinas SP – Individual, na Galeria D do Centro Cultural de Campinas

Cuiabá MT – Individual, na Só Vi Arte Galeria

  • 1996 - São Paulo SP – Uma Linha, no Espaço Cultural do Clube Monte Líbano
  • 1997 - Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Coletânea

São Paulo SP – Individual, na Hot Hat Design Estúdio E27

Uberlândia MG – Individual, na Galeria Nasser

  • 1998 - Rio de Janeiro RJ – Individual, no Ibeu

São José dos Campos SP – Individual, no Centro Cultural de São José dos Campos

São Paulo SP – Geometrias do Tempo, na Galeria de Arte São Paulo

  • 2002 - Rio de Janeiro RJ – Arte em Campo, no Centro Cultural da Justiça Federal

São Paulo SP – Claudio Tozzi: 22 pinturas e 3 objetos de 1963 a 2002, na Ricardo Camargo Galeria

  • 2004 - Curitiba PR – O Processo em Construção, Casa Andrade Muricy

São Paulo SP – Individual, no Espaço Cultural BM&F.

Coletivas

  • 1962 - São Paulo SP – 11º Salão Paulista de Arte Moderna – prêmio de cartaz
  • 1967 - Brasília DF – 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional de Brasília

Campinas SP – 3º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC – medalha de ouro

São Paulo SP – 16º Salão Paulista de Arte Moderna

São Paulo SP – 1º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1968 - Buenos Aires (Argentina) – Representa o Brasil no Prêmio Latino-Americano Codex

Londres (Inglaterra) – Coletiva, na Lisson Gallery

Rio de Janeiro RJ – 2ª Salão Esso de Artistas Jovens , no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Bandeiras na Praça, na Praça General Osório

Rio de Janeiro RJ – O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, na Esdi

São Paulo SP – 17º Salão Paulista de Arte Moderna – medalha de prata

São Paulo SP – 2º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

  • 1969 - Campinas SP – 5ª Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC – prêmio aquisição

Porto Alegre RS – 2º Jovem Arte Contemporânea, no Margs

São Paulo SP – 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp

São Paulo SP – 3º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

  • 1970 - Campinas SP – 6º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC

Santo André SP – 3º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal

São Paulo SP – 4º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP – prêmio aquisição

  • 1971 - Barcelona (Espanha) – Bienal Internacional del Deporte

São Paulo SP – 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 5º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

  • 1972 - São Paulo SP – 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP

São Paulo SP – 6º Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP

São Paulo SP – Arte Multiplicada Brasileira, na Multipla de Arte

São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

São Paulo SP – Múltiplos Brasileiros, na Galeria Múltipla de Arte

  • 1973 - Brasília DF – Arquitetos Pintores, no Touring Club do Brasil

São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Expo-Projeção 73, no Espaço Grife

  • 1974 - Buenos Aires (Argentina) – Vanguardia Brasileña, no Centro de Arte y Comunicacion, Cayc

Londres (Inglaterra) – Arte de Sistemas na América Latina, no Institute of Contemporary Art

São Paulo SP – Prospectiva 74, no MAC/USP

  • 1975 - Penápolis SP – 1º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

Rio de Janeiro RJ – A Comunicação segundo os Artistas Plásticos

São Paulo SP – Novos e Novíssimos Gravadores Brasileiros, no MAC/USP

Spoleto (Itália) – Festivale dei Due Mondi

Toronto (Canadá) – 9º In Form All Art

  • 1976 - Penápolis SP – 2º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

São Paulo SP – 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Paço das Artes

São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Arte Agora, no MAM/SP

São Paulo SP – Bienal Nacional 76, na Fundação Bienal

Veneza (Itália) – 38ª Bienal de Veneza, no Pavilhão Brasileiro

  • 1977 - Barcelona (Espanha) – América Latina 76, na Fundación Joan Miró

São Paulo SP – 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1978 - Buenos Aires (Argentina) – 15 Artistas Jovens do Brasil, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires

Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

São Paulo SP – 15 Jovens Artistas do Brasil, no MAB/Faap

São Paulo SP – 16ª Exposição de Pintura: Arte e Pensamento Ecológico, na Cetesb

São Paulo SP – A Arte e seus Processos: o papel como suporte, na Pinacoteca do Estado

São Paulo SP – O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap

  • 1979 - Buenos Aires (Argentina) – Trienal Latino-americana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición

Curitiba PR – 2ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade de Curitiba

Rio de Janeiro RJ – 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ – prêmio viagem ao exterior

São Paulo SP – 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Volta à Figura: década de 60, no Museu Lasar Segall

  • 1980 - Belo Horizonte MG – Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

Brasília DF – Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Cultural do Distrito Federal

Curitiba PR – Destaque Hilton de Pintura, no Teatro Guaíra

Paris (França) – 11ª Bienal de Paris

Penápolis SP – 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

Porto Alegre RS – Destaque Hilton de Pintura, no Margs

Rio de Janeiro RJ – Destaque Hilton de Pintura, no MAM/RJ

São Paulo SP – 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 1º Salão Nacional de Artes Plásticas Alberto Santos Dumont, no Parque do Ibirapuera

São Paulo SP – Evandro Carlos Jardim e Claudio Tozzi, no MAC/USP

São Paulo SP – Pintores Paisagistas, na Galeria de Arte André

  • 1981 - Guarujá SP – 4 Pintores, no Hotel Jequitimar

Medellín (Colômbia) – 4ª Bienal de Medellín, no Museo de Antioquia

São Paulo SP – Arcangelo Ianelli, Tomie Ohtake e Cláudio Tozzi, na Grifo Galeria de Arte

São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, no Escritório de Arte São Paulo

  • 1982 - Bauru SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Lisboa (Portugal) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

Londres (Reino Unido) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery

Marília SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Nova York (Estados Unidos) – Mostra, na Kouros Gallery

Rio de Janeiro RJ – Futebol: interpretações, na Galeria de Arte Banerj

Rio de Janeiro RJ – Universo do Futebol, no MAM/RJ e na Acervo Galeria de Arte

São Paulo SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap

  • 1983 - Belo Horizonte MG – 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

Campinas SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC

Curitiba PR – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR

Ribeirão Preto SP – 80 Anos de Arte Brasileira

Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

Santo André SP – 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André

São Paulo SP – 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Arte na Rua 1, evento organizado pelo MAC/USP e apresentado através de outdoors espalhados pela cidade

São Paulo SP – Avenida Paulista, na Galeria Sesc Paulista

São Paulo SP – Palmeira, na Galeria Alberto Bonfiglioli

São Paulo SP – Projeto Releitura, na Pinacoteca do Estado

  • 1984 - Curitiba PR – Simões de Assis Galeria de Arte: mostra inaugural, na Simões de Assis Galeria de Arte

Gelsenkirchen (Alemanha) – Coletiva, no Museum Gelsenkirchen

Ourinhos SP – Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, na Itaugaleria

Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras

Rio de Janeiro RJ – Viva a Pintura, na Petite Galerie

São Paulo SP – As Dimensões Urbana e Industrial na Pintura Figurativa Paulista, na Traço Galeria de Arte

São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese da arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

  • 1985 - Atami (Japão) – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Brasília DF – Brasilidade e Independência, no Teatro Nacional de Brasília – Fundação Cultural de Brasília

Kyoto (Japão) – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Penápolis SP – 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

Rio de Janeiro RJ – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

São Paulo SP – 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão

São Paulo SP – 7º Pintores da Arte Contemporânea Brasileira, na Galeria de Arte Portal

São Paulo SP – Arte e Tecnologia, no MAC/USP

São Paulo SP – Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no MAB/Faap

São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP

Tóquio (Japão) – 7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

  • 1986 - Havana (Cuba) – 2ª Bienal de Havana

Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial

São Paulo SP – A URBS na Visão de Oito Artistas, na Galeria Montesanti Roesler

São Paulo SP – Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler

  • 1987 - Belo Horizonte MG – Ivald Granato, Rubens Gerchman, Claudio Tozzi, na Galeria e Escola de Arte Gesto Gráfico

Paris (França) – São Paulo – Rio – Paris, na Galerie 1900-2000

Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj

Rio de Janeiro RJ – São Paulo – Rio – Paris, na Montesanti Galleria

São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show

São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc

São Paulo SP – São Paulo – Rio – Paris, na Galeria Montesanti Roesler

São Paulo SP – Trabalhando com o Suporte: pintura, recorte e objeto, na Documenta Galeria de Arte

  • 1988 - Rio de Janeiro RJ – 88 x 68: um balanço dos anos

São Paulo SP – 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan

São Paulo SP – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia

  • 1989 - Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg

Dinamarca – Modern Brasiliansk Billedkunst

São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Acervo, na Galeria de Arte São Paulo

  • 1990 - Brasília DF – Pantanal: sete visões, na Visual Galeria de Arte

Curitiba PR – 1º Bienal Brasileira de Design

Curitiba PR – 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Processos Fotomecânicos na Gravura de Arte, no Museu da Gravura

  • 1991 - Santo André SP – 19º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal

São Paulo SP – 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP

  • 1992 - Brasília DF – 43º Salão de Abril, na ECT Galeria de Arte

Campinas SP – Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC

Fortaleza CE – 43º Salão de Abril, no Museu de Arte da UFC

Recife PE – 43º Salão de Abril, na Galeria Metropolitana de Arte

Rio de Janeiro RJ – Eco Art, no MAM/RJ

São Paulo SP – 43º Salão de Abril, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand – MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi

  • 1993 - Fortaleza CE – 23 Anos, na Galeria Ignez Fiuza
  • 1994 - Poços de Caldas MG – Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura de Poços de Caldas

Rio de Janeiro RJ – 2ª Mostra de Artes Plásticas: espaço, no Centro Cultural dos Correios

Rio de Janeiro RJ – Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ

São Paulo SP – Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP

São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Claudio Tozzi, Ivald Granato, Cleber Machado, Maurício Nogueira Lima, Rubens Gerchman, Siron Franco e Tomshige Kusuno, na A Hebraica

São Paulo SP – Passaporte para o ano 2000, na Estação Júlio Prestes

  • 1995 - Rio de Janeiro RJ – Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ

São Paulo SP – 1º United Artists, na Casa das Rosas

São Paulo SP – O Desenho em São Paulo: 1956-1995, na Galeria Nara Roesler

São Paulo SP – Projeto Contato, na Galeria Sesc Paulista

São Paulo SP – Visual Road, no Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

  • 1996 - Palmas TO – Mostra de Inauguração, no Espaço Cultural de Palmas

Porto Alegre RS – 1º Sesc Escultura: exposição internacional de esculturas ao ar livre, no Sesc Campestre

Rio de Janeiro RJ – 1º Brahma Reciclarte, no Jardim Botânico

São Paulo SP – 1ª Off Bienal, no MuBE

São Paulo SP – Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP

São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi

São Paulo SP – O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas

São Paulo SP – 1ª Off Bienal, no Museu Brasileiro da Escultura

São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi

  • 1997 - Porto Alegre RS – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

Porto Alegre RS – Exposição Paralela, no Museu da Caixa Econômica Federal

São Paulo SP – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

São Paulo SP – Visões do Múltiplo Contemporâneo, na Galeria Múltipla

  • 1998 - Curitiba PR – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

Rio de Janeiro RJ – Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa

Rio de Janeiro RJ – Trinta Anos de 68, no CCBB

São Paulo SP – Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Década de Setenta, na Galeria São Paulo

São Paulo SP – Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP

São Paulo SP – Fronteiras, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista

São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp

  • 1999 - Salvador BA – 60 Anos de Arte Brasileira, no Espaço Cultural da Caixa Econômica Federal

São Paulo SP – Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural

São Paulo SP – United Artists: Viagens de Identidades, na Casa das Rosas

  • 2000 - Belém PA – Arte Pará 2000, no Museu de Arte do Belém

Belo Horizonte MG – Investigações. A Gravura Brasileira. São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural

Brasília DF – Investigações. A Gravura Brasileira. São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural

Lisboa (Portugal) – Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian – Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Coleção Pirelli no Acervo do MAM: a arte brasileira nos anos 60, no MAM/SP

São Paulo SP – Coletiva Sociarte, no Clube Atlético Monte Líbano. Espaço Cultural

São Paulo SP – O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi

  • 2001 - Osasco SP – Três Contemporânes, no Centro Universitário Fieo

São Paulo SP – Arte Hoje, na Arvani Arte

São Paulo SP – Museu de Arte Brasileira: 40 anos,no MAB/Faap

São Paulo SP – X Poéticas, na A Hebraica

  • 2002 - Londrina PR – São ou Não São Gravuras?, no Museu de Arte de Londrina

Rio de Janeiro RJ – Arte em Campo, no Centro Cultural da Justiça Federal

Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial

São Paulo SP – 8 Artistas Brasileiros Contemporâneos, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Cidadeprojeto / cidadeexperiência, no Espaço MAM/Villa-Lobos

São Paulo SP – México Imaginário: o olhar do artista brasileiro, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Múltiplos Brasileiros 30 Anos Depois, na Multipla de Arte

São Paulo SP – Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas

  • 2003 - Rio de Janeiro RJ – Arte em Movimento, no Espaço BNDES

Rio de Janeiro RJ – Projeto Brazilianart, no Almacén Galeria de Arte

São Paulo SP – A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Arte & Artistas: exposição dos dezenove pintores, no Masp. Galeria Prestes Maia

São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural

São Paulo SP – Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP

São Paulo SP – Israel e Palestina: dois estados para dois povos, no Sesc Pompéia

  • 2004 - São Paulo SP – 450 X 45, na Nova André Galeria

São Paulo SP – Coletiva de Artistas Contemporâneos, no Esporte Clube Sírio

São Paulo SP – O Preço da Sedução: do espartilho ao silicone, no Itaú Cultural

  • 2005 - Participa da mostra “Nave dos Insensatos” no Museu de Arte Contemporânea da USP e da mostra O Brasil da terra encantada à aldeia global no Palácio do Itamarati em Brasília. Realiza a Exposição Leituras Urbanas: Cláudio Tozzi e Rubens Gerchman com curadoria de Fábio Magalhães no Espaço Cultural Citybank. Individual no Instituto Cultural Oboé em Fortaleza.
  • 2006 - Participa da mostra Os Onze na Embaixada de Berlim e no MUBE em São Paulo e da mostra Futebol e Arte no Espaço Cultural Vivo. Realiza exposição individual – Canteiro de Obras, itinerante pelas capitais brasileiras em espaços do SESC, com curadoria de Fábio Magalhães.

Acervos[editar | editar código-fonte]

  • Museu de Arte de Londrina - Londrina PR

Lista de Obras no Acervo do Museu de Arte de Londrina-PR[editar | editar código-fonte]

  • Abstrato - Acrílico sobre Schoeler

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

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